
Segundo o executivo, outros passos importantes são a redução ou eliminação das terras-raras por seu preço elevado, o aumento das rotações e a integração eletromecânica do powertrain, com consequente redução de peso e de preço. Novos materiais com alta eficiência e muito robustos serão empregados.
“Em 50 anos de evolução dos motores elétricos, de 1960 a 2010, houve 62% de redução de perdas. Sua eficiência atual está em 97%. É uma máquina que dura 25 anos facilmente e requer apenas a lubrificação dos mancais como manutenção.”
Os ultracapacitores também ganharão espaço, segundo o gerente de projetos da Weg, por sua densidade de potência, durabilidade (acima de dez anos) e eficiência na transferência de energia. As demandas tecnológicas e processos levarão ao uso de aço silicioso, semicondutores de silício ou germânio. “O grafeno também será explorado por ser resistente como aço e flexível como silício”, diz Knihs.
Paralelamente ao congresso, no 9º Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, a Weg apresentou um novo gerador para ônibus híbrido, com a metade do volume do antecessor.