
Segundo o executivo, a adoção de maior número de engrenagens aumentaria o peso e a complexidade do conjunto, sem no entanto resultar em ganho na redução de consumo: “Não há uma linha rígida (quanto ao número de marchas), mas é preciso considerar a lei dos retornos decrescentes e saber se o acréscimo fará sentido”, pondera.
Três anos atrás, a empresa começou a produzir a caixa de oito marchas para carros e utilitários com motores longitudinais. Segundo a ZF, na comparação com transmissões de seis velocidades, essa nova caixa levou a uma redução de até 11% de consumo de combustível.
Também de acordo com a ZF, com nove marchas, modelos Chrysler para o mercado americano terão aumento de 16% na eficiência de utilização do combustível no confronto com transmissões de seis marchas. Independentemente dos resultados práticos, a Hyundai ja confirmou o desenvolvimento de uma caixa de dez velocidades. Ford e GM juntaram-se para criar transmissões automáticas de nove e dez marchas.