ABRIL/2002

Clique aqui para ler notícias dos meses anteriores

Scania tem novo presidente
O novo presidente da Scania Latin America, Hans-Christer Holgersson, afirmou que sua meta no comando da montadora de origem sueca será primeiramente equilibrar as contas da empresa eliminando as perdas dos últimos anos e depois recuperar a lucratividade. "Este prejuízo foi provocado pela defasagem nos preços dos veículos" disse, no encontro com a imprensa na fábrica da Scania em São Bernardo do Campo, SP. Esta defasagem teria sido o principal motivo para a adoção da nova política comercial da montadora, que aumentou os preços de seus modelos em 25%. "Nós chegamos a conclusão que não podíamos mais bancar essas perdas e resolvemos tomar uma decisão difícil, mas inevitável, que naturalmente se refletiu de forma negativa nos volumes de venda do primeiro trimestre." Nos primeiros três meses deste ano a Scania vendeu 701 unidades no mercado brasileiro representando uma redução de 46% com relação ao mesmo período do ano passado (AutoData, 30 abril)

Honda traz o novo CR-V
A Honda iniciou a importação do novo CR-V 2002. Em segunda geração, o utilitário-esportivo japonês chega remodelado, com mudanças na plataforma, no design, no motor e no acabamento interno. Com essas alterações, o veículo ganhou maior espaço interno, mais conforto, versatilidade e melhor desempenho. O preço sugerido é R$ 87.299,49 (Diário de São Paulo, 2 de maio).

Marea e Brava 2003 chegam mais baratos
De acordo com a Fiat, os preços do Marea 2003, que está chegando às revendas, tiveram uma sensível queda. A versão básica passou a custar R$ 33.274 e a versão topo de linha, R$ 50.809. Os preços do Marea Weekend variam entre R$ 36.481 e R$ 53.502. O Brava 2003 custa entre R$ 32.032 (básico) e R$ 37.974 (topo de linha). (Diário de São Paulo, 2 de maio).

O Tupi existe, diz a VW
A Volkswagen confirmou o que todo mundo já sabia - o Projeto Tupi vai mesmo em frente. Trata-se de um automóvel derivado do Pólo, de menor porte, destinado ao mercado interno e a exportações. A produção será na fábrica de São José dos Pinhais a partir de 2004. O presidente da VW assegura que o Tupi não substituirá o Gol, que está na terceira geração e ainda receberia remodelações. O investimento para a nova linha de produção está incluída no programa de investir R$ 3,5 bilhões entre 2000 e 2004. A unidade do Paraná passaria a operar em três turnos, chegando às 500 unidades por dia, incluindo Golf, Audi A3 e Tupi. O mercado especula que a produção do Golf poderia ser transferida para o México e que o A3 seria apenas montado no Brasil, com mais peças importadas. (Estadão, 30 de abril).

ALL-Delara e TNT na Ford Camaçari
Falta só assinar o contrato. A Ford já concluiu as negociações com os operadores logísticos para a unidade de Camaçari. A América Latina Logística - Delara e a TNT Logistics foram escolhidas para a transferência das peças e componentes destinados à montagem do novo carro da montadora. No auge da operação haverá 140 caminhões em atividade. A TNT utilizará a Transportadora Itapemirim. A coleta de peças programadas caberá à Transportadora Grande ABC, que se encarregará também da consolidação das cargas no centro de distribuição em São Bernardo do Campo, SP (Gazeta Mercantil, 30 de abril).

Maria Sílvia deixa a CSN
A diretora-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Maria Sílvia Bastos Marques, está deixando a companhia e seu substituto poderá ser indicado ainda hoje. Seu afastamento da empresa, segundo nota da assessoria de imprensa, deve-se a razões estritamente pessoais (Gazeta Mercantil, 30 de abril).

As diferenças no IPI
Algumas montadoras, como a VW, tentam convencer o governo a unificar ou aproximar as alíquotas do IPI, que hoje são de 10% para carros populares e de 25% para os de porte médio. As empresas alegam que não há mercado externo para carros com motor de um litro e que os custos para o desenvolvimento de um produto exclusivo para o país são elevados. No Brasil mais de 70% das vendas equivalem a veículos 1.0 (Estadão, 30 de abril).

Jovens operam robôs de montadora
Jogar videogame se transformou em oportunidade no mercado de trabalho. Jovens habilidosos na prática estão sendo aproveitados pela fábrica da VW em Taubaté, SP, para garantir o funcionamento de 130 robôs e dezenas de dispositivos automáticos da linha de produção dos veículos Gol e Parati. Para a produção de 1.050 carros por dia, a unidade emprega hoje 24 profissionais com idade de 16 a 21 anos. Todos têm a missão de decifrar os comandos dos robôs e fazer a manutenção das máquinas da linha de produção. Os robôs são usados na Volkswagen em operações que exigem precisão absoluta ou que devem ser evitadas pelo trabalho humano por recomendação médica. Os jovens fazem manuseio de peças metálicas, aplicação de pontos de solda na carroceria e colocação de cola nos vidros. A área mais automatizada é a de carrocerias, que faz a estrutura metálica dos carros, onde 88% dos comandos são feitos por robôs.

GM afinal compra a Daewoo
A GM assinou hoje os contratos de compra da Daewoo Motors, apesar dos protestos dos trabalhadores que boicotaram o ato. A nova companhia terá receita de US$ 5 bilhões e será proprietária e administrará certos ativos da Daewoo Motors na Coréia e outros países. A GM investirá US$ 251 milhões para ter 42,1% nessa nova companhia, enquanto os credores atuais da Daewoo manterão 33%, e outros sócios da GM, os 24,9% restantes (Folha de S. Paulo, 30 de abril).

Carlos Ghosn assume Renault em 2005
O principal executivo da Renault, Louis Schweitzer, informou que deixará o cargo em 2005 e que será substituído por Carlos Ghosn, transferido da segunda maior montadora francesa para comandar a recuperação da Nissan (Bloomberg News, 29 de abril).

Estímulo à inspeção veicular
Parece brincadeira, mas incidente com caminhões brasileiros barrados na fronteira do Uruguai por não exibir certificado de inspeção veicular pode apressar decisão do governo federal em relação ao tema. Faz mais de oito anos que se estuda a implantação das vistorias de segurança e antipoluição. Uruguai e Argentina já iniciaram seus programas apesar de possuírem frotas de veículos muito menores (Fernando Calmon, Alta Roda, 29 de abril).

Plástico avança no automóvel
Protetor de cárter fabricado em plástico é outra prova da criatividade brasileira contra lamentável proliferação sem critérios de lombadas e outros obstáculos. O CarWin utiliza polipropileno, mesmo material de tanques de combustível, mais leve e imune a corrosão. Inicialmente pode equipar Ka, Fiesta, Gol, Celta e Palio (Fernando Calmon, Alta Roda, 29 de abril).

Internet mostra posição do carro
Serviço de reastreamento por radiofreqüência permite que veículos sejam localizados de qualquer computador, via Internet. A novidade é da Ituran (0800-105556, www.ituran.com.br) como um sistema adicional ao da Unidade de Localização Veicular instalada no carro, composto por antena e unidade de rastreamento. É possível checar no mapa da região metropolitana a posição do veículo, enquanto pelo sistema tradiconal é preciso solicitar o rastreamento à central da Ituran (Estadão, 28 de abril).

Serviços rápidos na rede Fiat
Doze concessionárias já testam o projeto piloto de estruturação de um programa de serviços rápidos na rede Fiat. Para o diretor comercial da montadora, Lélio Ramos, trata-se de uma grande mudança conceitual de serviço, principalmente na questão preço. Já Rubens Fonseca, da Abracaf, entidade que reúne os revendedores da marca, o Fiat Auto Centro será a solução para o problema da demora no serviço, permitindo ao cliente acompanhar a troca de componentes e conhecer o orçamento antecipadamente (Gazeta Mercantil, 24 de abril).

Shopping de motos em São Paulo
Dia 8 de agosto deve ser inaugurado o Shopping Moto e Aventura no prédio onde ficava o Mappin na Avenida São João, em São Paulo, com entrada também pela Alameda Barão de Limeira. Serão 7.400 m2 em quatro pisos abertos para noventa lojas. Haverá quatorze boxes para instalação de acessórios adquiridos no shopping, serviços mecânicos, pintura e troca de pneus (Estadão, 28 de abril).

Pneus usados viram energia
A Votorantim resolveu usar a queima de pneus como combustível na produção de cimento. A Cimento Rio Branco, do grupo, fechou contrato com a Jabur Pneus para incinerar 500 mil toneladas por mês, correspondentes a cem mil pneus usados (Gazeta Mercantil, 25 de abril).

Entrave com aço especial
O presidente do Sindipeças, Paulo Butori, afirmou que as empresas do setor estão com dificuldades para liberar os aços especiais importados, usados na fbricação de alguns componentes. Teriam aumentado as restrições para o desembaraço das guias de importação. De todo o aço usado em um veículo apenas 10% são especiais, importados. Para que onerar um bem se ele nãotem produção local? - pergunta o setor (25 de abril).

Gol só com motor de um litro
O Polo já provoca mudanças nas linhas da VW, para evitar coincidência de preços entre modelos. O Gol 2.0 já deixou de ser produzido há meses e o Gol 1.8 agora deixa de ser montado, segundo os revendedores. Com direção hidráulica e ar condicionado, o Gol 1.8 fica mais caro que o Pólo, que custa R$ 28 990 e já traz estes itens de série (Estadão, 25 de abril).

Veículos com chips contra roubo
O Contran vai aprovar em 45 dias resolução obrigando as montadoras a instalar microchips (US$ 5) nos veículos fabricados no país. Os carros deverão sair de fábricas com os dispositivos em agosto, facilitando a fiscalização e o pagamento de multas e taxas de licenciamento. A instalação será optativa para carros usados. Os chips terão o número do chassi, a cor e o modelo do veículo registrado por criptografia e serão conectados a uma central de dados para identificação quando se aproximarem de barreiras policiais (Estadão, 25 de abril).

Nissan contrata 4 mil funcionários
A Nissan vai aumentar sua força de trabalho em 4 mil funcionários no mundo durante o atual ano fiscal, que termina em março de 2003. Esta é a primeira vez que a empresa investe em contratações desde que iniciou sua reestruturação, há três anos, informou o jornal Asahi Shimbun pela Internet. 2.500 empregos será para as áreas de produção e desenvolvimento de tecnologia da informação nos Estados Unidos (Estadão, 25 de abril).

Anfavea não quer sobretaxa no aço
A Anfavea voltou a criticar eventual aumento da alíquota de importação do aço para 30%, em estudo pelo governo brasileiro. O volume importado pelo País não justificARIA a adoção de tarifas protecionistas. A sobretaxa é uma reivindicação das siderúrgicas brasileiras como forma de defesa a um possível desvio do fluxo mundial de comércio do aço por conta das barreiras impostas pelos Estados Unidos. "As importações brasileiras de aço em março foram de 65 mil toneladas, com queda de 9% em relação à média mensal de 71 mil toneladas importadas em 2001, com base em dados da Secex", informou nota distribuída hoje pela entidade. "Ou seja, em plena crise internacional do aço, as importações estão caindo e não há como alegar aumento de oferta - via aquisições no exterior- no mercado brasileiro como razão para a adoção de elevação tarifária" (Estadão, 24 de abril).

Ford cresce nos caminhões
A Ford apresentou um crescimento de 62,8% em vendas no mercado de caminhões em março. A indústria cresceu 26,9%. De acordo com a montadora, foram comercializadas 1.407 unidades no mês passado, o segundo melhor resultado de sua história, o que representou um aumento de 5,2% na participação de mercado - de 18,1% em fevereiro, para 23,3% em março. "Com esse resultado, atingimos um patamar de vendas que é compatível com a importância da marca Ford", afirma Flávio Padovan, diretor de Operações da Ford Caminhões (24 de abril).

Brasil é o 10º fabricante de carros
O Brasil conseguiu voltar ao grupo dos dez maiores produtores mundiais de veículos em 2001. Segundo a Oica, organização internacional das montadoras, com os 1.798.472 veículos fabricados no ano passado, o Brasil ocupou o décimo lugar no ranking mundial. Em 2000, o País tinha ficado em 12º lugar (www.autoz.com.br).

Acordo trabalhista para o VW 249
A Volkswagen fechou acordo trabalhista antecipado com o Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba para a produção do VW 249, modelo de grande volume de produção voltado para o mercado interno. A família do novo veículo teria ainda uma versão voltada para a exportação, que pode ser produzida em outra planta. Considerada a fábrica mais moderna da VW no mundo, a unidade do Paraná opera com ociosidade de 42,8%. São montados 400 carros por dia, embora a capacidade seja para 700 unidades (Gazeta Mercantil, 24 de abril).

Picape Nissan Frontier em produção
A primeira fábrica de veículos comerciais leves da Aliança Renault-Nissan deu início à produção da picape Nissan Frontier. O primeiro veículo a ser fabricado nesta nova unidade, que fica ao lado da fábrica da Renault, foi o furgão Master, com a marca Renault. Este ano devem ser produzidos 2,5 mil Master e 4,5 mil Frontier. A fábrica tem capacidade para 40 mil unidades/ano, metade de cada tipo de veículo (Gazeta Mercantil, 24 de abril).

Scania perde participação no Brasil
A Scania informou que seu lucro mundial no primeiro trimestre recuou um terço em razão da queda na demanda por veículos novos. A empresa pretende eliminar 600 empregos. As perdas no Brasil foram expressivas. De terceiro maior mercado mundkal da Scania no primeiro trimestre do ano passado, o Brasil caiu para a sexta colocação, depois que as vendas de caminhões recuaram 45%, para 703 veículos (Gazeta Mercantil, 24 de abril).

Inspeção Veicular nem em 2003?
Possivelmente nem em 2003 a Inspeção Técnica Veicular vinga no Brasil. Para isso seria necessário que o Contran, presidido pelo ministro da Justiça, tivesse estabelecido a forma e as condições de implantação deste programa previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Entre as tempestades no horizonte está a possibilidade de acontecer, separadamente, a checagem de segurança e de emissões com grande desperdício de tempo e dinheiro. O Ministério do Meio Ambiente, membro do Contran, criou um absurdo cronograma de implantação descasado. Já existe o mau exemplo do Estado do Rio de Janeiro, onde se cobra R$ 51,29 pela avaliação de gases, seguida por visualização superficial dos itens de segurança. Esta operação (estatizada) pelo Detran com ajuda de estagiários deveria custar, quando muito, R$ 20,00. Suspeita-se que a "diferença" serviu para reequipar a polícia à custa do bolso dos motoristas. No fundo, um imposto disfarçado. A cidade de São Paulo criou um programa específico de controle ambiental previsto para 2003. Quer começar justamente pela frota de carros mais novos, isto é, que quase não poluem, mas podem rechear os cofres da Prefeitura. O governo paulista tenciona, corretamente, fazer a ITV unificada, embora dependa da regulamentação federal (Fernando Calmon, Coluna Alta Roda, 22 abril).

O mercado, segundo os metalúrgicos
O Sindicato dos metalúrgicos do ABC paulista fez análise pragmática da indústria nos próximos anos. Em 2006, prevê produção de 3,2 milhões de unidades, sendo 2,2 milhões para mercado interno (30% de crescimento) e 1 milhão para exportação (120% de expansão). Conta para isso com um programa de ITV e de renovação da frota. Nível de emprego nas fábricas ficaria constante, aumentando entre fornecedores (Fernando Calmon, Coluna Alta Roda, 22 abril).

GM quer redefinir conceito do popular
José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM, afirma que o conceito do carro popular precisa ser redefinido. "Temos carros de quase R$ 30 mil que só faltam voar de tantos equipamentos agregados a eles", analisou. O executivo ponderou que o carro popular precisa sofrer limitações, que deveriam ser discutidas pelas montadoras. Ele lembrou que a GM tem uma fábrica em Gravataí, RS, destinada à produção de carros populares (Celta), para ressaltar que as possíveis limitações também atingiriam a empresa (Estadão, 19 de abril).

O difícil consenso sobre o IPI
Em relação à incidência do IPI sobre os automóveis, Pinheiro Neto disse que como não há consenso entre as montadoras: cada uma está defendendo um ponto de vista junto ao governo. O executivo disse, ainda, que mudança no IPI poderia atingir a escala produtiva, que passaria a considerar as unidades exportadas, e a capacidade ociosa. (Estadão, 19 de abril).

Polo vai custar até R$ 32.990
A Volkswagen promoveu no Guarujá, litoral de São Paulo, o lançamento do Polo. O modelo chegará às lojas no início do próximo mês, com preço a partir de R$ 28.990, para a versão 1.6 e de R$ 32.990, para a 2.0. Característica marcante do veículo são seus duplos faróis redondos, diferentes de qualquer modelo da marca conhecido por aqui. A parte traseira lembra um pouco o Golf, mas as formas redondas das luzes na lanterna dão o toque especial. O automóvel sairá de fábrica equipado com direção hidráulica e ar-condicionado de série. O Polo conta com regulagem de profundidade e altura do volante e ajuste do banco do motorista (Jornal da Tarde, 19 de abril).

Trabalhadores aceitam proposta da Ford
Os 1.200 trabalhadores da Ford de Taubaté aceitaram proposta da montadora de pagar R$ 2.500 de Participação nos Lucros e Resultados referente a este ano. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, o valor negociado é superior ao pago pela empresa em 2001, quando os trabalhadores receberam R$ 2.200 de PLR. Segundo o sindicato, o benefício será pago se a unidade Taubaté atingir 100% das metas de produção estabelecidas pela empresa. (Folha S. Paulo, 19 de abril).

O seguro do carro vai subir
Atualmente, a maior alíquota de IOF é cobrada sobre os seguros - para residência, automóvel, plantas industriais e vida em grupo, feito geralmente por empresas. A tributação de 7% já é considerada exagerada pelo setor. Com o aumento da alíquota, quem pagará mais será o consumidor. "O tributo é cobrado sobre o valor total do serviço", justifica o presidente da Federação Nacional das Seguradoras, João Elísio Ferraz de Campos (Jornal da Tarde, 18 de abril)

Zafira levará oito pessoas
Para diferenciar a Zafira dos concorrentes, a Opel, marca que desenvolve o veículo na Europa, pretende lançar uma nova versão com espaço para até oito ocupantes. Para isso, será feita a inclusão de mais um banco entre o motorista e o passageiro da frente. Atualmente, a Zafira transporta sete pessoas. Para viabilizar a nova disposição interna, a caixa de câmbio será colocada no painel e a alavanca do freio de mão deverá desaparecer em favor de um freio de estacionamento com acionamento elétrico (www.autohoje.com, 18 de abril)

Iveco continua na Argentina
A Iveco congelou o plano de transferir a linha de caminhões pesados da marca de Córdoba, Argentina, para a fábrica de Sete Lagoas, MG. Em setembro do ano passado a empresa chegou a anunciar a mudança e os investimentos mas logo depois assumiu a presidência da Iveco América Latina o engenheiro Pier Luigi Zanframundo, que preferiu esperar o rumo das mudanças implementadas no país vizinho (Ariverson Feltrin, Gazeta Mercantil, 17 de abril).

Brasileiro comanda qualidade da VW
Paulo Guino, engenheiro brasileiro, vai assumir o cargo de gerente mundial do departamento de fomento da qualidade dos carros mais vendidos da Volkswagen. Até julho do ano passado ele gerenciava o setor da Qualidade Assegurada na fábrica da VW em Taubaté, SP, e já havia sido indicado pela montadora para coordenar uma equipe de especialistas em qualidade na Alemanha nos últimos oito meses (Virginia Silveira, Gazeta Mercantil, 17 de abril).

Cresce produção do Peugeot 206
A PSA Peugeot-Citroën iniciou o segundo turno de trabalho na linha de montagem do 206. O modelo já é o sexto mais vendido no país entre os carros de passeio. A fábrica de Porto Real, RJ, também produz a minivan Picasso e um ano e dois meses após sua inauguração já opera no limite de sua capacidade para dois turnos de trabalho, que é de 280 unidades ao dia, ou 70 mil ao ano. No início do ano, a empresa também retomou o segundo turno para a linha do Picasso, suspensa no segundo semestre do ano passado por causa da queda das vendas com o racionamento de energia e os atentados nos Estados Unidos. Na ocasião, foram demitidas cerca de 80 pessoas, que agora tiveram prioridade na recontratação de igual número de funcionários. O grupo emprega 1,6 mil trabalhadores. Segundo o presidente da PSA do Brasil, Pierre Michel Fauconnier, a empresa prioriza o mercado interno e, por enquanto, não têm planos ambiciosos de exportar seus modelos (Jornal da Tarde, 17 de abril).

Megarecall da Chrysler nos Estados Unidos
O Grupo DaimlerChrysler anunciou nos Estados Unidos um megarecall de três de seus modelos da marca Jeep de motor V6 4.0, a gasolina. Devem passar por revisão um total de 182.044 Wranglers, produzidos entre 2000 e 2002; 296.968 Cherokees, feitos entre 2000 e 2001; e 639.310 Grand Cherokees, de 1999 a 2001. No total, são 1.118.322 veículos convocados. Com esse novo chamado, sobe para quase três milhões os Chrysler que necessitam reparo só neste ano nos EUA, número superior à previsão total de vendas da marca para 2002 naquele país. No Brasil, a montadora informou que está em contato com a matriz e deve divulgar hoje uma posição sobre o recall no País (Jornal da Tarde, 17 de abril).

Os termos do acordo com o México
Sindipeças e Anfavea têm grande interesse na prorrogação do acordo automotivo com o México firmado em 1999, que permite o embarque recíproco de 50 mil veículos com tarifa reduzida. Acima desse limite é aplicada alíquota oficial, de 23% no México e 35% no Brasil. A nova etapa valerá a partir de maio e estipula cota de 150 mil unidades com tarifa de 1%. O encontro entre governos ocorrerá em 25 e 26 de abril, na Cidade do México (Estadão, 16 de abril).

Autopeças contra nova alíquota para o aço
O protecionismo no comércio exterior volta à pauta, desta vez agitando o setor de autopeças, preocupado com eventual elevação de tarifas na compra de aço no Exterior como resultado das pressões do segmento de matérias primas. O pedido das usinas siderúrgicas teria o objetivo de evitar uma invasão do mercado brasileiro por concorrentes barrados pelas salvaguardas impostas pelos Estados Unidos e União Européia (Estadão, 16 de abril).

Novo estímulo ao carro a álcool?
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Sérgio Amaral, solicitou às montadoras que analisem a possibilidade de ampliar a produção de veículos e motores a álcool para o mercado nacional e principalmente para exportação. O pedido ocorreu durante encontro com Ricardo Carvalho, presidente da Anfavea, e oito representantes de montadoras e autopeças (Estadão, 16 de abril).

Smart polui menos
O Smart, da DaimlerChrysler, é o veículo movido a gasolina menos poluente comercializado na França. O modelo consome apenas 4,9 litros por 100 km e emite 118 gramas de CO2 por cada quilômetro percorrido. O resultado faz parte de um estudo que acaba de ser concluído pela agência francesa de Meio Ambiente e Controle de Energia (Ademe), com a classificação dos níveis de poluição emitidos por cada um dos 3.643 modelos à venda no mercado francês em 2001. A segunda posição ficou com o Toyota Prius, veículo com um motor a gasolina e outro elétrico. (www.autohoje.com)

Exportação de componentes do Polo
A produção do Polo no Brasil vai abrir exportações para empresas locais. A Kautex, fabricante de tanques de combustível, e a Rütgers, responsável pela parte frontal do carro, já fecharam contratos de abastecimento para a Espanha e a China, onde a produção do Polo teve início recentemente. A Eslováquia abrigará a quarta linha de montagem do veículo. No Brasil, chega com altos índices de nacionalização de peças, tendo 72% de componentes fabricados no País. Em seis meses, esse porcentual deve chegar a 90%, diz o diretor de Qualidade da Volkswagen do Brasil, Stefan Ketter. O Golf, até então o último lançamento da montadora, começou a ser fabricado em 1999 com 35% de componentes nacionais. Hoje tem 70%. Nos dois casos, a maior parte do que se importa é de componente eletrônico. De acordo com Ketter, normalmente são equipamentos sem produção local. A demanda, em muitos casos, não justifica o alto investimento necessário para a nacionalização. As peças importadas equivalem a 30% do custo dos componentes do Golf. No Polo, a participação cai para 9%. Ketter diz que a Volks aumentou em 26% as compras internas no ano passado (Cleide Silva, Estadão, 16 de abril).

Em busca de tecnologia
A fase de apenas copiar projetos acabou, afirmou José Hélio Contador Filho, vice-presidente de tecnologia do Sindipeças,. Para ele, é hora de usar tecnologias avançadas e viabilizá-las com criatividade e acessibilidade para mercados emergentes, tornando o país uma plataforma exportadora importante. Ganhos de escala acabariam por beneficiar também o consumidor nacional (Coluna Alta Roda, Fernando Calmon, 15 de abril).

Escolha gasolina ou álcool
O uso flexível de injeção eletrônica para álcool ou gasolina, já utilizado nos EUA, estará disponível dentro de 15 meses no Brasil, adiantou Carlos Damasceno, da Magneti Marelli, no seminário As Novas Tecnologias Automotivas. Com álcool nas bombas custando até menos da metade da gasolina em várias cidades, pode ser impulso que afastaria temores quanto ao abastecimento. Falta, ainda, entusiasmo maior por parte dos fabricantes (Coluna Alta Roda, Fernando Calmon, 15 de abril).

A boa fase da Volvo no Brasil
Peter Karlsten, presidente da Volvo do Brasil, não tem do que reclamar. Há pouco mais de um ano no comando da companhia sueca fabricante de caminhões e ônibus reduziu custos em 10%, faturou R$ 1 bilhão em 2001 (9,2% mais do que em 2000) e distribuiu a maior participação nos lucros e resultados da história da empresa no país (1,6 a 3 salários por funcionário). Tudo isso graças a um programa de reestruturação que enxugou quadros, agrupou cinco cargos de direção e terceirizou setores administrativos (Cristina Rios, Gazeta Mercantil, 15 de abril).

Conflitos em Camaçari
O Sindicato dos Metalúrgicos da Bahia, ligado à CUT, pedirá esta semana ao Ministério Público do Trabalho que apure o conflito entre sindicalistas e policiais militares ocorrido na porta da fábrica da Ford de Camaçari, quinta-feira, resultando em pelo menos 16 feridos. Dois sindicalistas feridos no confronto, Aurino Pedreira (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos) e Emanuel Caldas Brandão (técnico em eletrônica da Ford), querem processar o Estado pelas agressões. Representantes do sindicato pedirão hoje um encontro com diretores da Ford para discutir a pauta de reivindicações encaminhada pela entidade há um ano e meio. Os principais pontos a serem discutidos são o baixo salário pago na unidade e a jornada de trabalho, a maior entre todas as montadoras do País: 44 horas semanais (Jornal da Tarde, 15 de abril).

Receita cobra imposto das montadoras
O secretário-adjunto da Receita Federal, Ricardo Pinheiro, informou que as montadoras ainda não recolheram o Imposto de Importação que devem à Receita pelo "excesso" de importação de carros da Argentina. De acordo com estimativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, esse valor é de cerca de R$ 900 milhões (Estadão, 12 de abril).

Quem compra nossas autopeças
Não há números conclusivos, mas o Sindipeças estima que o México tenha comprado do Brasil, em 2001, um volume superior a US$ 200 milhões em autopeças, soma sem precedentes na história do comércio entre os dois países (Revista Sincopeças, março de 2002).

Ainda a questão da liderança nas vendas
A Volkswagen tenta passar para o mercado a imagem de que não está preocupada com a perda da liderança nas vendas de automóveis e comerciais leves. Herbert Demel, o presidente, quer mostrar que a Volks "apenas deixou as outras se aproximarem bastante". Com base em números do Renavan, órgão que registra o licenciamento de carros novos, Demel mostrou que a Volks vendeu 83.370 unidades no primeiro trimestre (sem incluir a Audi), 506 a menos que a Fiat. Mas, em termos de participação no mercado, deixou claro que só perdeu 0,1 ponto em relação ao ano passado, encerrando o período com 26,5% das vendas. Já a principal concorrente, que ficou com fatia de 27,2%, perdeu 1,3 ponto na comparação com o desempenho de 2001. Foi a maior baixa entre as montadoras (Marli Olmos, Valor, 11 de abril).

Marcha lenta nas vendas on-line
Dois anos depois do estardalhaço criado em torno da venda de veículos pela internet, o consumidor continua comprando carros da maneira tradicional: indo à concessionária. O objetivo maior da GM não é fazer o consumidor navegar em casa, mas usar a internet para o faturamento direto, excluindo uma das etapas de cobrança de PIS e Cofins - a que incide do concessionário para o consumidor. Isso representa 3,67% menos no preço. À frente do movimento pela venda direta, a GM traçou na internet o sistema de vendas do Celta e parou por aí. A Fiat só vende dois modelos pela internet: Palio Young e Mille Fire. O sistema funciona da mesma forma que o da GM com o Celta: o consumidor não precisa nem ter computador; vai à concessionária e pede o carro. A Ford restringe a venda on-line aos modelos Fiesta e F-250 e a participação é pequena: 1% do total. A VW começou com a venda direta do Passat e Beetle e começou a fazer experiências com o Gol no Nordeste. (Marli Olmos, Valor, 8 de abril).

Juro zero reduz vantagens na compra
Mais uma vez o consumidor será induzido a acreditar que vai fazer um bom negócio. VW, Ford, Fiat e GM lançaram financiamentos sem juros. Desta vez, porém, a indústria tratou de aumentar os preços antes. Os juros zero chegaram um dia depois de reajustes de preços que beiraram 1%. Além disso, o consumidor deve ficar atento porque sem juros ele perde descontos. Segundo as montadoras, haverá descontos. Mas, a taxa zero é subsidiada de alguma forma. Em alguns casos, se reduz margem do concessionário, que acaba diminuindo os descontos que daria ao cliente em planos de financiamento com juros. Além disso, para não pagar com juros, o consumidor tem que dar uma entrada elevada - de 50% a 65%. E os prazos são curtos - 12 meses em média, com poucos casos de 24 prestações. (Marli Olmos, Valor).

Mitsubishi em Juiz de Fora?
A Mitsubishi voltou a ser alternativa à Hyundai para solução da enorme capacidade ociosa da fábrica de automóveis Mercedes-Benz, em Juiz de Fora, MG. Fontes bem próximas às negociações indicam: estaria inviabilizado acordo entre DaimlerChrysler e a marca coreana associada, possuidora de um compacto moderno a ser lançado em breve no mercado mundial e que iria bem no Brasil (Fernando Calmon, Alta Roda, 8 de abril).

Altos e baixos do Civic
O Civic continua com boa trajetória de vendas. Não é à toa. A nova geração acertou no estilo e na ampliação de espaço interno. Assoalho plano traseiro, inédito em sedãs atuais, é recurso que todos deveriam ter para aumento do conforto. Câmbio automático, no entanto, faz trocas bruscas; para buscar desempenho, o motor torna-se mais ruidoso do que o ideal; suspensão ficou um pouco menos eficiente e áspera em relação ao modelo anterior (Fernando Calmon, Alta Roda, 8 de abril).

R$ 200 milhões do BNDES para a Toyota
O BNDES liberou R$ 200 milhões para a Toyota do Brasil concluir plano de investimento de R$ 667 milhões direcionado à produção da nova versão do Corolla, que passará a ser mais brasileira que a atual. Hoje 40% das peças são importadas, índice que cairá para 20%. A fábrica de Indaiatuba terá capacidade para 57 mil Corolas/ano, incluindo exportações CKD. No ano passado a capacidade era de 15 mil unidades (Cleide Silva, Estadão, 6 de abril).

Chega o Clio 2002/2002
Com atraso de três meses em relação à maioria dos concorrentes, a linha 2002/2002 do Renault Clio começa a chegar às concessionárias com redução de 2,2% no preço. O hatch foi o 11º colocado no ranking dos mais vendidos em 2001 no atacado e o sedan ficou apenas como 20º (Estadão, 4 de abril).

Marcopolo produz no México para os EUA
Líder na fabricação de carrocerias para ônibus rodoviários, urbanos e microônibus no Brasil, a Marcopolo vai exportar ônibus rodoviários para os Estados Unidos e Canadá em 2003. Os veículos serão montados na unidade da empresa no México, com partes fornecidas pelo Brasil. Os ônibus terão chassi Mercedes-Benz. Segundo Carlos Zignani, diretor comercial, a meta da empresa é obter de 10% a 15% do mercado norte-americano de ônibus rodoviários, que representa 3 mil unidades por ano. A fábrica da Marcopolo no México foi responsável por faturamento de R$ 199,5 milhões em 2001, com 1.423 unidades produzidas. A meta é um aumento de 20% na produção este ano (Carla Franco, Agestado, 6 de abril).

Começa a retomada para as montadoras
A tendência é de melhora daqui para frente. A frase é de Ricardo Carvalho, presidente da Anfavea, durante a reunião da entidade com os jornalistas para análise da performance da indústria automobilística no primeiro trimestre do ano. Embora os resultados acumulados mostrem um recuo de 14% em relação ao mesmo período de 2001, houve em março um avanço sobre a produção e as vendas em janeiro e fevereiro. Foram fabricados 155,4 mil veículos em março, mesmo número de agosto de 2001. A Anfavea projeta produção no ano de 1,9 milhão de unidades (crescimento de 5%) e vendas de 1,65 milhão (aumento de 3% sobre 2001). As exportações devem crescer 10% e atingir US$ 4,5 bilhões (Cleide Silva, Estadão, 5 de abril).

GM vende mais que a VW
Depois de perder a liderança do mercado para a Fiat no ano passado, a VW perdeu a segunda colocação neste primeiro trimestre para a GM. Com 84.179 automóveis e comerciais leves vendidos no atacado (da fábrica para as concessionárias), a GM assumiu a segunda posição no acumulado do ano, passando à frente da Volks, que vendeu 83.833 unidades. A liderança continua com a Fiat, que faturou 85.925 carros de janeiro a março. A Ford ficou em quarto lugar, com 24.460 unidades. Em março, as posições se mantiveram: Fiat (32.408 unidades vendidas), GM (32.258), VW (31.675) e Ford (8.785). Os números não consideram os veículos vendidos pelas subsidiárias das montadoras - Alfa Romeo (Fiat), Audi e Seat (VW). (Jornal da Tarde, 5 de abril).

Polo sai na frente do Amazon
A Volkswagen marcou o lançamento do Polo para os próximos dias 18, 19 e 20. Assim, a montadora apresentará seu carro cerca de dez dias antes da concorrente, a Ford, que lançará a versão brasileira do novo Fiesta no início de maio. Em meio a essa guerra, estão sendo lançadas várias séries limitadas de modelos já existentes, como a Renault, que acaba de apresentar o Clio Jovem Pan. A idéia geral é ganhar espaço na mídia e atrapalhar ao máximo o concorrente. Apesar de se tratar de um setor aparentemente coeso, o mercado está em baixa. Para confundir as outras marcas, a Volks reservou duas datas na agenda de eventos do setor - abril e junho. O mercado aguardava a chegada do Polo em junho. Mas a empresa decidiu apresentar o carro em abril (Valor, 5 de abril).

GM abre PDV em São José e São Bernardo
A GM anunciou a abertura de um plano de demissões voluntárias para os trabalhadores das unidades de São José dos Campos e São Bernardo do Campo. O plano deve atingir os funcionários que não trabalham diretamente na linha de produção da montadora. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José, a medida foi aberta aos 1.200 trabalhadores dos setores de mecânica, elétrica e funilaria. A adesão ao PDV não deve afetar a cadeia produtiva da GM, que chegou a aumentar a jornada para produzir o novo Corsa. Quem aderir ao PDV terá quatro meses de convênio médico e o pagamento de salários adicionais que variam de três a seis, dependendo do tempo de serviço do metalúrgico. Quem trabalha há quatro anos na empresa terá direito a três salários a mais. O funcionário com até 23 anos na GM recebe seis salários se aderir ao PDV (Folha de S. Paulo, 5 de abril).

Perda na Argentina reduz lucro da Fiat
A Fiat Automóveis fechou 2001 com lucro de R$ 171,7 milhões. O resultado seria melhor se a empresa não tivesse acusado perdas na Argentina da ordem de R$ 141 milhões. O lucro foi 26,23% inferior ao lucro apurado em 2000 (R$ 232,8 milhões) (Gazeta Mercantil, 3 de abril).

Banco Fiat, o bom negócio
Um dos melhores negócios do grupo Fiat no Brasil é o Banco Fiat, que teve lucro líquido de R$ 132,3 milhões em 2001. Em dezembro o controle do banco foi transferido da montadora brasileira à Fiat Auto, de Turim. (Gazeta Mercantil, 3 de abril).

Volkswagen vai investir US$ 440 milhões no Brasil
A Volkswagen vai investir US$ 440 milhões nos próximos cinco anos na unidade de veículos comerciais no Brasil. A informação foi dada pelo diretor da divisão de veículos comerciais do grupo alemão, Bernd Wiedemann, em entrevista ao jornal Financial Times Deutschland. As vendas de veículos comerciais da Volskswagen no país duplicaram nos últimos dois anos e os investimentos têm o objetivo de reforçar a sua fatia do mercado, que é de cerca de 33%. Wiedermann frisou que o segmento de veículos comerciais no Brasil cresceu 5,4% no ano passado. A queda das exportações de veículos comerciais para a Argentina foi compensada pelo crescimento das vendas para outros países da região. A montadora alemã pretende aumentar as suas exportações de veículos fabricados no Brasil dos atuais 10% para 25% nos próximos três anos (Estadão, 2 de abril).

Kasinski ataca de novo
Abraham Kasinski, 84 anos, é capa da revista Isto É desta semana. Depois de criar a indústria de autopeças brasileira e lançar-se ao mercado de motocicletas e triciclos, ele agora vai fazer carros populares, que custem no máximo R$ 10 mil. "O Brasil é um país de criadores e eu sempre inventei coisas nova" - disse o empresário (1 de abril).

HP quer desenvolver mercado para telemática
A HP, fornecedora mundial de soluções em telemática, está investindo na conquista de novos mercados e trouxe ao Brasil Enric Bernal, responsável pela área nas Américas, com uma missão básica: fazer contato com montadoras, sistemistas e empresas de comunicação para divulgar e iniciar o desenvolvimento de aplicações do conceito, que envolve comunicação sem fio. A empresa, que já implantou o sistema no Japão, Europa e Estados Unidos, escolheu o Brasil como o primeiro país emergente para desenvolver esse conceito tecnológico. A idéia da HP é desenvolver soluções específicas na aplicação da telemática nos veículos brasileiros (Agência AutoData, 28 de março).

voltar