FEVEREIRO 2006

Scania contrata mais 60
A Scania Latin America iniciou ontem a contratação de mais 60 funcionários para a fábrica de São Bernardo. Eles eram estagiários de um programa de treinamento mantido pela montadora. As admissões são parte dos planos de aumento da produção de caminhões e ônibus neste ano, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (filiado à CUT). Este é o segundo período de contratações na montadora neste ano. Em janeiro, a fabricante efetivou outros 75 trabalhadores desse mesmo projeto. Segundo o diretor do sindicato na Scania, Daniel Calazans, a empresa tem a meta de fabricar 20 mil veículos em 2006, contra os 17,5 mil produzidos no ano passado – um aumento de 14,28% (Diário do Grande ABC, 24 de fevereiro).

Vipal renova patrocínio com a Fórmula Truck
A Borrachas Vipal renovou o seu contrato de patrocínio com a Fórmula Truck. A empresa assinará três das nove etapas programadas para este ano, os chamados “GP Vipal” de Fortaleza (CE) em 16 de abril, Guaporé (RS) em 11 de junho e Curitiba (PR) em 8 de outubro. A temporada 2006 da Fórmula Truck começa no próximo dia 19 de março no Autódromo Internacional de Caruaru, em Pernambuco (Folha de SP, 24 de fevereiro).

Bardahl lançará loja virtual
A partir de março, a Promax Bardahl vai disponibilizar mais de 70 produtos de sua linha de 152 itens em sua loja virtual, no site www.bardahl.com.br. Através dele serão comercializados produtos das linhas automotiva, náutica, agrícola e motocicleta, além de acessórios da Griffe Bardahl. Os artigos da grife só poderão ser comprados na loja virtual ou em eventos. A loja também vai oferecer ao internauta kits de produtos a preços promocionais. Inicialmente, a loja virtual da Promax Bardahl vai atender aos consumidores do Estado de São Paulo. Nos outros Estados, o mesmo serviço estará disponível em breve (Folha de SP, 24 de fevereiro).

DaimlerChrysler registra recorde de vendas
Em janeiro, a DaimlerChrysler do Brasil registrou seu melhor resultado de vendas no mercado brasileiro nos últimos 12 anos, com a comercialização de um total de 526 automóveis, sendo 350 unidades das marcas Chrysler, Dodge e Jeep, e 176 veículos da marca Mercedes-Benz. Os principais destaques de vendas no período foram os modelos C200 Kompressor, SLK 200 e as novas versões da ML dentro da linha Mercedes-Benz, a Picape Dodge RAM com facelift foi o destaque na Dodge, o Pt Cruiser Classic e o 300 C na Chrysler, e o Cherokee Sport na linha Jeep (Folha de SP, 24 de fevereiro).

MWM-International chega ao México
O motor Acteon eletrônico de 4 cilindros vai equipar o ônibus da International. A MWM-International vai começar exportar no primeiro semestre deste ano o motor MWM para o México, para equipar o ônibus da International que é produzido naquele país. É a primeira exportação direta de motor automotivo e o primeiro caso de integração colocado em prática, após a aquisição da MWM Motores Diesel pela International Engines South America em abril do ano passado. A estimativa é que as exportações totalizem neste ano US$ 200 milhões com o embarque de 35 mil motores. A quantia, que é 10% superior aos US$ 181 milhões registrados em 2005, representará 27% da receita da empresa, que neste ano deverá atingir US$ 750 milhões (Gazeta Mercantil, 24 de fevereiro).

Continental lucra 30% mais
A fabricante alemã de componentes automotivos Continental teve lucro líquido em 2005 de € 929,6 milhões (US$ 1,1 bilhão), o que representa um valor 29,8% maior que o registrado em 2004, graças à redução de custos. Segundo a companhia, o faturamento também cresceu no ano passado, em 9,8%, chegando a € 13,84 bilhões (US$ 16,46 bilhões), em comparação com o exercício anterior e incluindo os números da Phoenix. O lucro operacional da Continental cresceu 30,2% no ano passado, a € 1,5 bilhão (US$ 1,78 bilhão), levando em comparação com 2004 (Gazeta Mercantil, 24 de fevereiro).

Receita da Cargolift sobe 60%
A Cargolift, empresa de logística e transportes com 60% dos seus negócios concentrados na área automobilística registrou, em 2005, aumento de 70% no faturamento em relação a 2004. Foram R$ 46,2 milhões apurados em 2005, ante R$ 27,1 milhões no ano anterior. Para 2006 a expectativa é mais modesta: crescer 13%. "Estamos no mesmo ritmo do segundo semestre de 2005 quando os negócios caíram 15%. Então ainda não dá para imaginar crescer mais", afirma o presidente da empresa, Markenson Marques. O bom resultado do ano passado é creditado a investimentos em frota, tecnologia da informação e aperfeiçoamento do quadro funcional realizado ao longo dos dois últimos anos. Descontando a inflação registrada no ano passado, o crescimento foi de 57% (Gazeta Mercantil, 24 de fevereiro).

Marcopolo produzirá ônibus na Rússia
A sexta subsidiária da Marcopolo fora do Brasil começa a operar no início de setembro na Rússia, numa joint venture constituída entre a controlada Ciferal e a Ruspromauto, maior fabricante de ônibus daquele país. O investimento anunciado é de US$ 6,5 milhões, dividido em partes iguais entre os dois sócios, e deve gerar uma receita de US$ 15 milhões a US$ 20 milhões até o fim deste ano. A nova unidade produzirá modelos rodoviários para ocupar parte do mercado hoje abastecido por veículos usados importados da Europa, em especial da Alemanha, na faixa de 5 mil unidades por ano, além das 300 a 500 produzidas no país, explica José Rubens de La Rosa, diretor geral da Marcopolo. Nos últimos quatro meses de 2006, a fábrica deverá produzir 200 ônibus para suprir uma demanda reprimida e chegar a até 1 mil por ano num prazo de três anos, atendendo também a países vizinhos (Valor, 24 de fevereiro).

Honda lança novo modelo compacto
Disponível no Japão a partir de 1º de março, o Zest é o mais novo modelo compacto da Honda. O carro utiliza tecnologia de plataforma baixa, recurso que, ao lado da altura elevada, cria um bom compartimento de carga para o segmento. Com os bancos traseiros rebatidos, o veículo pode transportar até 739 litros de bagagem. O Zest será equipado com duas opções de motorização, i-Dsi e i-Dsi turbocharger. Suas especificações só serão divulgadas em 1º de março. Haverá uma única opção de câmbio, automático de quatro marchas. O modelo é o primeiro da categoria, no Japão, a contar com airbags frontais e laterais. A Honda oferecerá também freios ABS com EBD (Carsale, 24 de fevereiro).

Punto é o carro mais vendido da Europa
No mês passado, o Fiat Punto conquistou a liderança no ranking da Europa Ocidental. As vendas alcançaram 38 mil unidades. O segundo lugar ficou com o Renault Clio, cujos emplacamentos registraram 36 mil modelos, seguido por Ford Fiesta, com 31,5 mil carros. O Fiat superou também os tradicionais líderes de mercado Volkswagen Golf e Renault Mégane. A liderança do Punto foi impulsionada pelo lançamento, no final do ano passado, do Grande Punto, versão maior e mais sofisticada do modelo. Com isso, a Fiat alcançou em janeiro vendas de 100 mil unidades (considerando a Europa como um todo), 17,9% a mais do que no mesmo mês de 2005 (Carsale, 24 de fevereiro).

Lucro do grupo Audi cresce 14,6%
O grupo Audi registrou lucro bruto de 1,31 bilhões de euros em 2005, crescimento de 14,6% ante o ano fiscal de 2004. O valor representa recorde histórico para a empresa alemã. O faturamento antes dos impostos chegou a 26,6 bilhões de euros, alta de 8,5% ante o ano anterior. A receita líquida ficou em 824 milhões de euros. Para este ano, a empresa vai aumentar a freqüência de lançamentos de novos modelos. Além disso, no período 2005-2010, o pacote de investimentos anunciado pelo grupo é de 10,8 bilhões de euros, com 75% do total destinado a novos produtos. Em 2005, foi consumido 1,7 bilhão dos 10,8 bilhões de euros. A previsão da empresa é que no período 2006/2007 sejam investidos 2 bilhões de euros por ano. As vendas globais do grupo, que inclui as marcas Audi, Seat e Lamborghini, cresceram 6,4% em 2005, para 829.109 carros. Os principais mercados consumidores, fora da Alemanha, foram respectivamente Estados Unidos, Inglaterra e China (Carsale, 24 de fevereiro).

Biturbo na BMW
Existem rumores de que a famosa marca da Bavária BMW esteja desenvolvendo um motor biturbo para sua série 3. O motor que deve ter algo em torno de 300 cv de potência e 40 kgfm de torque, virá para equipar um novo modelo, que poderá ser chamado de 335i, já que entrará entre os BMW 330i e M3. A apresentação desse propulsor, que será feita no Salão de Genebra, acontece cerca de 26 anos depois que último motor a gasolina biturbo da marca foi descontinuado. O último modelo a ser produzido pela BMW que utilizava esse tipo de equipamento foi o 745i de 1980. A BMW para esse motor usa um bloco de uma liga especial de alumínio para ter maior resistência à alta fricção interna. Além disso o motor do 335i deverão ter um sistema de injeção direta de combustível, com injetores similares aos utilizados na 535 com motor a diesel (Terra, 24 de fevereiro).

Focus CC, diversão ao ar livre
O novo Ford Focus Cupê-Cabriolet estreará no Salão de Genebra e será um dos destaques da montadora. Com uma produção anual estimada em 20 mil unidades, somente na Europa (por enquanto), o Focus CC tem design muito semelhante ao do hatch europeu – no qual seu modelo foi baseado. O conversível terá uma capota elétrica que, quando aberta, deixa o carro com cara esportiva – fazendo-o pecar, inclusive, com a capacidade do porta-malas; já com ela fechada, a capacidade de carga do Focus CC passa dos 500 l. Inicialmente, o modelo virá com três opções de motor, dois à gasolina (1.6 e 2.0) e um 2.0 TDCi Turbodiesel. A previsão para comercialização é ainda no primeiro semestre de 2006 (Terra, 24 de fevereiro).

Volks pode gerar 948 novas vagas
Um levantamento divulgado ontem pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (filiado à CUT) aponta a necessidade de novas contratações na Volkswagen de São Bernardo. O estudo tem por base o volume de horas extras realizado em 2005 e mostra que poderiam ser gerados até 948 novos empregos na fábrica caso a montadora optasse por novas contratações – ao invés de adotar essa jornada extraordinária. A uni
dade conta hoje com 12,4 mil funcionários. Segundo essa análise, o montante gasto pela Volks no pagamento de horas extras no ano passado, de R$ 39 milhões, poderia ser utilizado na admissão de 948 pessoas. Para chegar a esse número, a entidade levou em consideração o salário médio pago na linha de produção – de R$ 2,4 mil –, mais os encargos trabalhistas pago pela empresa (Diário do Grande ABC, 23 de janeiro).

SP suspende rodízio no Carnaval

O rodízio municipal de veículos na cidade de São Paulo será suspenso entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março, em virtude do feriado de Carnaval. O rodízio volta a valer a partir do dia 2 de março (quinta-feira). Nesse dia não circulam os veículos com placas de finais 7 e 8, das 7h às 10h e entre as 17h e 20h (Carsale, 23 de fevereiro).

Ferrari F430 Spider chega ao Brasil
O mais recente lançamento da Ferrari, a F430 Spider, acaba de chegar ao Brasil. A Via Europa, importadora oficial da marca para o mercado brasileiro, iniciou a comercialização do modelo que não sai da concessionária por menos de R$ 1,5 milhão. A F430 Spider faz parte da nova geração de modelos de 8 cilindros, cujas características são as inovações técnicas dos carros de corrida da Fórmula 1, desenvolvidas pela gestão esportiva da escuderia Ferrari. O ponto alto é a relação de peso/potência de somente 2,96 kg/cv, que faz do carro o mais leve entre todos os modelos Ferrari em produção, devido à utilização de alumínio em sua construção. Mesmo com o aumento da cilindrada de 3.585 cm³ para 4.308 cm³ (cerca de 20%) o peso do motor V8 todo redesenhado aumentou apenas 4 quilos. Porém, obteve-se 24,7% a mais de torque (de 38 kgfm para 47,4 kgfm) e quase 23% a mais de potência (de 400 cv para 490 cv). O novo modelo da Ferrari vai de 0 a 100 km/h em apenas 4,0 segundos e ultrapassa a marca dos 315 km/h de velocidade máxima (Carsale, 23 de fevereiro).

GM encerrará produção do Pontiac GTO
O Pontiac GTO sairá de linha até o final deste ano, afirma a imprensa norte-americana. Segundo as mesmas publicações, a General Motors, que controla a marca Pontiac, está insatisfeita com as vendas do modelo. Na data de seu lançamento, a projeção era comercializar 18 mil unidades por ano. Entretanto, no ano passado foram vendidas apenas 11.590 unidades do GTO nos EUA, queda de 14,6% na comparação com 2004. Ainda de acordo com a imprensa norte-americana, as vendas fracas do modelo são resultado de seu estilo, que não emplacou. Antes de encerrar sua produção, a GM deve fabricar entre 10 mil e 12 mil novas unidades do GTO (Carsale, 23 de fevereiro).

Superamerica chega à América Latina
A edição especial do conversível Ferrari Superamerica, limitada em 599 unidades, chegou à América Latina. A Venezuela recebeu a primeira das quatro unidades que serão destinadas à região. O modelo foi entregue a seu proprietário, que vive a leste do país, pela Maranello Motorsport. A empresa é representante e importadora dos produtos Ferrari para Venezuela, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Panamá, Porto Rico e República Dominicana. A Ferrari Superamerica foi revelada durante a edição 2005 do Salão de Detroit (EUA). O modelo, baseado no 575 Maranello, foi concebido para celebrar os 50 anos de atuação do fabricante italiano no mercado norte-americano. Esta supermáquina traz sob o capô motor V12, de 540 cavalos, capaz de levá-lo à velocidade máxima de 320 km/h (Carsale, 23 de fevereiro).

4ª edição do VW Gol Copa
A VW apresentou a 4ª edição do Gol Copa, série especial limitada em 16.000 unidades, disponível nas cores sólidas vermelho Flash, amarelo Solar (exclusiva) e branco Glacial; e nas metálicas cinza Cosmos e prata Light, e com duas opções de motorização, 1.0l 8V Total Flex (68cv - 71cv)) e 1.6l 8V - Total Flex (97cv - 99cv). Com quatro portas e um conjunto completo de itens de série como logomarca aplicada nas portas e na tampa traseira, soleira e colunas "B" e "C" na cor preta, grade frontal em "V" pintada de preto fosco, quadro de instrumentos com fundo branco, acabamento interno dos bancos em Tear Active cobre, bancos dianteiros com o logo "Copa" bordado, rede de porta-objetos nas laterais dos bancos dianteiros, sobre-tapetes de borracha, detalhes em Satim Cross, aerofólio traseiro preto, roda de aço 14" com supercalotas Abrolhos (na versão 1.0l) e roda de liga-leve 15" Timbaú (na versão 1.6l), ele tem preço sugerido de R$26.450,00 (1.0L) e, para a versão 1.6l, de R$34.390,00 (Folha de SP, 23 de fevereiro).

Trios Elétrico à Biodiesel na BA
Onze trios elétricos de Salvador, BA, serão movidos a Biodiesel neste carnaval. A ação é fruto da união da Degussa, fabricante de especialidades químicas, prefeitura da cidade, governo estadual, Universidade Salvador e Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus, BA, que vêem no evento uma grande oportunidade de divulgar o combustível (Folha de SP, 23 de fevereiro).

Cummins elevará produção de cabeçotes

A grande demanda do mercado externo está levando a Cummins Latin America a reprogramar a produção de componentes na fábrica de Guarulhos, na Grande São Paulo. "A linha de cabeçotes está operando à plena capacidade, com 70 mil unidades por ano, e a meta é elevar esse volume para 100 mil unidades até 2007", disse Luis Pasquotto, diretor de marketing, vendas e engenharia. A estratégia da companhia é compensar a redução das exportações de motores com o aumento de embarques de cabeçotes para abastecer as fábricas da Cummins na Europa, Estados Unidos e Japão. Dos US$ 95 milhões que a Cummins contabilizou com exportações, o que corresponde a 13,2 mil motores, 9 mil unidades foram para o mercado americano. Em 2004 a empresa exportou 10,3 mil unidades e o saldo foi de US$ 85 milhões. A empresa não tem previsões em valores, mas calcula que neste ano os embarques de motores caiam para 11.235 unidades. Essa retração, no entanto, não refletirá na produção da companhia que prevê fechar 2006, com 71 mil unidades, mil unidades a mais que no ano passado (Gazeta Mercantil, 23 de fevereiro).

Vendas de consórcios em alta - 1

As vendas de consórcios registradas em 2005 foram as maiores dos últimos seis anos. Em dezembro de 2005, havia 3,4 milhões de participantes ativos, 6,3% mais que os 3,2 milhões de 2004. Também as contemplações acumuladas nos doze meses do ano passado cresceram. Com alta de 4,7%, chegaram a 859,4 mil, enquanto um ano antes somaram 821,1 mil. O segmento de veículos automotores, o qual inclui automóveis, motos, veículos pesados, novos e usados, principal mercado do sistema com 81,2%, atingiu, em dezembro de 2005, a marca de 2,76 milhões de consorciados, marca 0,4% superior a 2004, quando eram 2,75 milhões. A comercialização de novas cotas superou 1,40 milhão de unidades, acumulada entre janeiro e dezembro de 2005, enquanto no mesmo período de 2004 somaram 1,38 milhão, crescimento de 1,4%. As contemplações nos doze meses do ano passado totalizaram 677,4 mil, 4,1% menos que as 706,4 mil de um ano antes. O total de participantes ativos em consórcios de veículos leves novos (automóveis, utilitários e camionetas) teve retração de 0,6%. Em dezembro do ano passado havia 812,3 mil consorciados, total abaixo dos 817,5 mil de 2004.

Vendas de consórcios em alta – 2
A participação nas vendas do mercado interno fixou-se em 12,3%, com 188 mil unidades, percentual expressivo considerando os números recordes da indústria automobilística, o que corresponde a aproximadamente um veículo por consórcio em cada sete comercializados no País. Entre os veículos pesados (caminhões, ônibus, semi-reboques, tratores entre outros) o volume de participantes ativos cresceu 5%, chegando aos 134,6 mil em 2005, superior aos 128,2 mil de 2004. A comercialização de novas cotas mostrou retração de 3,6%, descendo de 44,1 mil para 42,5 mil. Já as contemplações cresceram de 20,2 mil para 21,2 mil, elevação de 5%. O setor de motocicletas e motonetas, que há vários anos lidera as vendas de consórcios, continuou na frente também em 2005, com 972,7 mil novas cotas comercializadas entre janeiro e dezembro, 4,6% mais que o registrado na somatória de 2004, quando acumularam, no mesmo período, 929,5 mil (Gazeta Mercantil, 23 de fevereiro).

Mercedes estréia exportações para Coréia
Além da América Latina, África e Oriente Médio, a subsidiária brasileira da DaimlerChrysler, maior exportadora de caminhões e ônibus do País, começa a conquistar a Coréia do Sul. Um lote de 100 caminhões do extrapesado Axor, modelo 2540 versão 6x2, desenvolvido no Brasil, já está chegando ao país asiático. Dois Axor brasileiros vão percorrer várias cidades sul-coreanas para demonstrar o produto a clientes. O modelo tem preço de lista de R$ 336 mil no Brasil, onde é vendido desde 2005. "Esta é a primeira vez que estamos exportando caminhões brasileiros para a Coréia do Sul", disse Klaus Goede, gerente de vendas ao mercado externo da DaimlerChrysler, dona da marca Mercedes-Benz e que completa em 2006 cinqüenta anos desde que se instalou em São Bernardo do Campo, no ABC paulista (Gazeta Mercantil, 22 de fevereiro).

Vendas de consórcios em alta
As vendas de consórcios registradas em 2005 foram as maiores dos últimos seis anos. Segundo Rodolfo Montosa, presidente nacional da ABAC, Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, os brasileiros estão fazendo contas, comparando e planejando suas compras de veículos, imóveis ou eletroeletrônicos. O segmento de veículos automotores, que inclui automóveis, motos, veículos pesados, novos e usados, principal mercado do sistema com 81,2%, atingiu, em dezembro de 2005, a marca de 2,76 milhões de consorciados, marca 0,4% superior a 2004, quando eram 2,75 milhões. Entre os veículos pesados (caminhões, ônibus, semi-reboques, tratores entre outros) o volume de participantes ativos cresceu 5%, chegando aos 134,6 mil em 2005, superior aos 128,2 mil de 2004. O setor de motocicletas e motonetas, que há vários anos lidera as vendas de consórcios, continuou na frente também em 2005, com 972,7 mil novas cotas comercializadas entre janeiro e dezembro, 4,6% mais que o registrado na somatória de 2004, quando acumularam, no mesmo período, 929,5 mil (Webtranspo, 22 de fevereiro).

Marcopolo definirá sua nova fábrica
Depois de mais de dois anos de estudos e negociações com potenciais parceiros, a Marcopolo, maior fabricante brasileira de carrocerias de ônibus, anuncia em 2006 a localização da sua sexta subsidiária no exterior. A nova unidade será instalada na Rússia, Índia ou China como parte da estratégia de internacionalização da companhia, que pretende também aumentar o índice de conteúdo local nas linhas de produção fora do país e buscar novos fornecedores globais de peças e componentes para escapar do câmbio apreciado no Brasil, disse ontem o diretor e relações com investidores, Carlos Zignani. A Marcopolo tem sede em Caxias do Sul (RS) e unidades no Rio de Janeiro, Colômbia, México, África do Sul, Portugal e Argentina, esta última desativada desde 2001 em função da retração da demanda local. A aposta do mercado era que a próxima controlada externa seria na China, mas, conforme Zignani, outro país (Índia ou Rússia) poderá ser anunciado "antes" em função do ritmo das negociações, pois o plano é colocar uma fábrica com um sócio local. Na China, a empresa pretende comprar, a partir de agora, peças metálicas, elétricas e eletrônicas para abastecer tanto as fábricas no Brasil quanto no exterior. A Marcopolo também buscará novas fontes de suprimento, inclusive para o Brasil, nos países onde já atua. Em especial no México, cuja fábrica tem hoje um índice de nacionalização quase nulo (Valor, 22 de fevereiro).

Moody's reduz classificação da GM
A agência de classificação de risco Moody's reduziu a classificação principal da General Motors de "B1" a "B2". Segundo comunicado publicado nesta terça-feira, a Moody’s manteve a GM, porém, na categoria de investimentos especulativos. As perspectivas da GM são negativas, destacou a Moody's. A agência havia colocado, em 26 de janeiro, a nota principal do grupo e a classificação de sua dívida em "B1", com tendência à baixa (Diário do Grande ABC, 22 de fevereiro).

Fiat Doblò também vira flex
O novo Fiat Doblò incorporou a tecnologia flex em seu motor 1.8. Além disso, também recebeu mudanças externas e novos equipamentos. O Doblò 1.8 está disponível nas versões ELX, Adventure e Cargo. O preço parte de R$ 41 mil (Cargo), R$ 44.500 (ELX) e R$ 55 mil (Adventure). O motor 1.8 flex gera 112 cavalos de potência com gasolina, 9 cv a mais que o modelo anterior. Com álcool, a potência é de 114 cv a 5.500 rpm. O torque máximo de 17,8 mkgf (gasolina) e 18,5 mkgf (álcool) é atingido aos 2.800 giros (Diário do Grande ABC, 22 de fevereiro).

Kia Cerato chega ao mercado nacional
A coreana Kia começou a vender no país o sedã médio Cerato, em duas versões: 1.6 16V (de 104 cv de potência) com câmbio mecânico e 2.0 16V (de 141 cavalos) com transmissão automática de quatro marchas. De um pára-choque a outro, este sedã mede 4,48 metros. A versão 1.6 tem preço sugerido de R$ 49,9 mil e a 2.0 de R$ 59,9 mil. Entre os concorrentes do modelo estão Chevrolet Astra Sedan, Ford Focus Sedan, Honda Civic e Toyota Corolla (Diário de São Paulo, 22 de fevereiro).

Redes operam lojas virtuais

Algumas lojas, redes e hipermercados automotivos decidiram investir no comércio eletrônico e passaram a vender produtos pela internet. É o caso da MercadoCar, que exibe em sua página uma variedade de produtos, como aparelhos de som, alto-falantes, volantes, entre outros. Já a DPaschoal oferece a sua linha de pneus, baterias, amortecedores e outros itens. No primeiro caso, os produtos são apenas para consulta, no outro, o cliente pode fazer o pedido e retirar (ou montar) o produto na loja da empresa. Mas há empresas que efetuam o processo completo, com catálogo e opção de compra on-line e até a entrega do produto em domicílio. Na Americanas.com, os clientes encontram toca-CDs, alto-falantes, pneus, manoplas de câmbio e de freio de mão, pedaleiras, soleiras, extintores de incêndio, aromatizantes, chaveiros e conta-giros, entre outros itens (Diário de São Paulo, 22 de fevereiro).

Stock Car terá telemetria na nova temporada
A Stock Car terá uma mudança importante nas suas regras na temporada 2006: será permitido o uso de telemetria, recurso que até o ano passado não era usado na categoria. A inclusão da telemetria, que oferece uma detalhada análise eletrônica da performance de cada parte do carro, está causando boas impressões dentro da categoria. "Os pilotos que estão acostumados com a telemetria poderão tirar mais proveito nas primeiras corridas", afirmou Gualter Salles, que já trabalhou com o recurso. "O que vai acontecer é que alguns problemas crônicos serão detectados com mais facilidade". O piloto e empresário especula que a novidade técnica custará cerca de US$ 20 mil por temporada. "Não é um custo tão alto, o problema é que ele surgiu depois de a maioria das equipes terem fechado seus budgets", observou (Folha de SPaulo, 22 de fevereiro).

Strada Adventure tem ar condicionado de série
O Fiat Strada Adventure ganha ar condicionado como equipamento de série, com um acréscimo no preço final de apenas R$ 1.000,00. Vale lembrar que o preço médio do ar condicionado, como opcional, é de R$ 3.644,00 (Folha de SPaulo, 22 de fevereiro).

Fim de linha para o GTO
A divisão do Índio, a Pontiac, anuncia que vai descontinuar o modelo GTO, lançado nos Estados Unidos em 2003. O produto não atingiu suas metas em vendas (18 mil unidades/ano), emplacando em 2005 pouco mais de 11 mil carros – 14,6% menos que em 2004. Entre as justificativas para o fracasso do modelo, a diferença cambial (o dólar australiano mais forte em relação ao americano – o GTO usa plataforma Holden) e a iminente substituição da plataforma sobre a qual o GTO é montado. Um novo produto deverá ser encaixado neste segmento, usando a nova arquitetura de tração traseira da GM (Zeta). Pelas dimensões vistas no conceito, o eterno primo-irmão do Camaro, o Firebird, seria o melhor candidato (Folha de SPaulo, 22 de fevereiro).

Smart roadster pode voltar
Pouco menos de quatro meses após a DaimlerChrysler anunciar o encerramento da produção do Smart roadster, surgem indícios de que ele pode voltar a ser fabricado. O grupo alemão, em princípio, concordou em ceder os direitos e as ferramentas da linha de montagem do modelo ao consórcio britânico Project Kimber, que pretende produzir o conversível na Inglaterra. As empresas assinaram um memorando de entendimento para um futuro contrato a ser firmado nos próximos meses (Carsale, 22 de fevereiro).

Mini terá série especial em Genebra
A Mini, marca britânica controlada pelo grupo BMW, apresenta o Mini GP, série especial baseada no Mini Cooper S. O modelo será oferecido no mercado europeu a partir de meados de 2006, com edição limitada em 2.000 unidades. Trata-se do modelo mais rápido e forte já desenvolvido pelo fabricante. Seu motor, de 218 cavalos e 24,5 kgfm, apresenta potência específica de 136 cv/l. Segundo a Mini, os números são suficientes para levar o carro da imobilidade a 100 km/h em apenas 6,5 segundos. A velocidade máxima é de 235 km/h. O desempenho é auxiliado pela redução de 40 kg na série GP, na comparação com o Mini Cooper S convencional (Carsale, 22 de fevereiro).

Mecânico inglês é mais caro que médico
O custo para consertar um carro na Inglaterra é mais caro que uma consulta no médico ou os serviços de um advogado. É o que diz uma reportagem da revista britânica What Car?. Segundo a publicação, muitos mecânicos cobram entre US$ 174 e US$ 244 por uma hora de trabalho, enquanto um advogado recém-formado pede entre US$ 52 e US$ 174 pelo mesmo tempo de serviço. Já uma consulta com um médico sai entre US$ 77 e US$ 110. Ainda de acordo com a revista, a região onde a oficina se encontra e a marca do automóvel também influenciam na conta final (Carsale, 22 de fevereiro).

Força reage à redução de salários na GM
A Força Sindical condenou segunda-feira a proposta do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano de reduzir a jornada de trabalho, com corte nos salários, dos funcionários da General Motors. O sindicato é filiado à própria central. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) também reagiu contra a idéia, apresentada em negociação com a montadora com o objetivo de evitar demissões de funcionários excedentes. Na avaliação das duas centrais, a medida deve ser descartada como saída para afastar a ameaça de demissão em massa na ferramentaria da fábrica de São Caetano porque abrirá precedente para se reduzir o nível salarial em outras áreas da GM ou até nas demais empresas do segmento. O problema ocorre devido à ociosidade motivada pela falta de contratos. A ferramentaria fabrica ferramentas usadas na produção de veículos para a própria companhia e para outras montadoras (Diário do Grande ABC, 21 de fevereiro).

Moto Honda com “Garantia Estendida”
Agora, quem comprar uma moto Honda 0 Km da linha nacional, de até 250 cm3, por um financiamento do Banco Honda contará com a “Garantia Estendida”, que tem a duração de um ano, e passa a vigorar após o término do prazo estipulado pela montadora, com as mesmas coberturas proporcionadas pela Moto Honda da Amazônia (Folha de SPaulo, 21 de fevereiro).

Janeiro: produção de motos supera 100 mil unidades
De acordo com dados da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) foram produzidas 102.177 motocicletas no mês de janeiro, enquanto no mesmo período, em 2005, o número chegou a 80.000. Deste total 86.884 foram adquiridas pelo mercado interno, e 13.388 exportadas (Folha de SPaulo, 21 de fevereiro).

Setor de tintas cresce com a indústria automobilística
De acordo com os dados divulgados pela Abrafati – Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas, graças ao bom desempenho do setor automobilístico em 2005, que teve um crescimento em sua produção de 10,7% (Anfavea), as vendas de tintas automotivas subiram em 8%, em relação ao ano anterior. Segundo o presidente-executivo da entidade, Dílson Ferreira, o crescimento do segmento de tintas automotivas só não foi igual ao registrado pela indústria automobilística porque uma parte dos carros exportados não é pintada no Brasil. Observa-se, também, que o aprimoramento tecnológico propiciado pelos fabricantes de tintas tem permitido que se pinte um automóvel com menos tinta do que se fazia antes. Esse segmento ajudou a indústria de tintas a conseguir um crescimento de 3% em 2005, uma vez que as tintas imobiliárias (dirigidas à construção civil), responsáveis por cerca de 60% do faturamento da indústria, tiveram desempenho aquém do esperado (Folha de SPaulo, 21 de fevereiro).

Genebra terá nova geração do Galaxy
A nova geração do Ford Galaxy terá estréia mundial no Salão de Genebra (Suíça), que abre suas portas para o público no dia 2 de março. O modelo pertence à mesma família do S-Max, novidade a ser apresentada também na mostra suíça. Ambos chegam ao mercado europeu em meados do ano e serão produzidos na planta de Genk (Bélgica). Apesar dos estilos semelhantes, o S-Max tem apelo mais esportivo que o Galaxy (Carsale, 21 de fevereiro).

Mitsubishi cria plástico à base de bambu
A fábrica japonesa acaba de anunciar que desenvolveu um tipo de plástico à base de resina vegetal PBS - uma espécie de poliéster biodegradável - e fibra de bambu. Esse material será utilizado na fabricação de peças que equiparão o interior de um protótipo compacto a ser lançado no mercado japonês, no ano que vem. O "plástico verde", como o produto vem sendo chamado pela Mitsubishi, foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a montadora e o Instituto de Tecnologia Industrial da província japonesa de Aichi. Segundo a Mitsubishi, o desenvolvimento do "plástico verde" faz parte de um esforço da empresa no combate ao avanço do aquecimento global, na redução da dependência do petróleo e na conservação das florestas. A montadora pretende substituir gradualmente o uso madeira e de resinas derivadas de petróleo no interior dos carros. A produção da resina também deve reduzir as emissões de CO2 na atmosfera. O PBS é obtido por meio da fermentação do açúcar da cana ou do milho. O bambu, por sua vez, cresce rapidamente e em poucos anos atinge seu amadurecimento, tornando-se uma fonte renovável de matéria-prima em potencial (Carsale, 21 de fevereiro).

Subaru já produz um milhão de Forester
A montadora japonesa Subaru celebrou na semana passada a produção do Forester número um milha. O modelo é fabricado na planta da marca em Gunma Yajima (Japão). O marco histórico foi alcançado nove anos e seis meses depois do início da fabricação em série do jipe. O Forester foi lançado no Japão em 1997, como uns dos produtos da estratégia global da Subaru. Em 2002, a montadora iniciou as vendas da segunda geração do jipe no mercado japonês. O mesmo modelo chegou ao Brasil no ano seguinte, e ainda é comercializado por aqui (Carsale, 21 de fevereiro).

Volvo do Brasil investe em produtos e fábrica

A Volvo do Brasil investirá US$ 75 milhões em atualização de produtos e melhorias na fábrica de Curitiba. A empresa, que fechou 2005 com faturamento de R$ 3,5 bilhões - 30% a mais que em 2004 -, com forte participação das exportações, prevê vendas externas menores em 2006 por causa do câmbio desfavorável (Gazeta Mercantil, 21 de fevereiro).

Daimler nomeia parceiro para montar o Smart
A DaimlerChrysler chegou a um acordo preliminar com a Project Kimber, grupo do Reino Unido para reprojetar e construir dois modelos de roadster (conversível esportivo para duas pessoas) da divisão Smart, com nomes de marca diferentes. A montadora não revelou em seu comunicado os nomes dos investidores nem forneceu os termos financeiros da transação. Os principais modelos da Smart são os carros For Two, de dois lugares, e o ForFour, de quatro lugares (Gazeta Mercantil, 21 de fevereiro).

A contra-ofensiva do Meriva
Chega ainda este ano a versão menos potente do Meriva para dar combate ao Idea. A idéia, sem trocadilho, é oferecer o motor de 1.400 cm³ flex como opção mais barata ao de 1.800 cm³, mesmo que isso se reflita em desempenho modesto demais. O monovolume compacto da Fiat oferece as duas opções e ganha espaço rapidamente. Mercado é assim: compra preço (Fernando Calmon, Alta Roda, 21 de fevereiro).

Uma aposta da Renault no Logan
Aposta forte da Renault no compacto Logan, de sua subsidiária Dacia. Produções somadas na Romênia, Rússia, Marrocos, Colômbia e Brasil, deverão responder por metade do crescimento do grupo francês até 2009. Significaria quase triplicar o volume atual. Dentro de um ano estará aqui, a preço mais em conta que o Clio, na faixa do Mille e do novo modelo econômico da Ford (Fernando Calmon, Alta Roda, 21 de fevereiro).

Engenheiros avaliam as nossas rodovias
Fórum Rodoviário Nacional, que se realiza no Rio desde novembro passado, alcança seus objetivos nesse momento de operação-remendo das rodovias. São sete rodadas mensais de debates por iniciativa da Associação Brasileira de Engenheiros Rodoviários e mais 11 entidades setoriais. Em março se discutirão investimentos; em abril, meio ambiente e em maio, novas tecnologias (Fernando Calmon, Alta Roda, 21 de fevereiro).

Veículos híbridos também serão flex
Veículos híbridos com motores a combustão e elétricos passarão a ter também tecnologia flex álcool-gasolina, anunciou a Ford nos EUA. Ela e a GM estão estimulando ampliação da rede de postos de álcool em estados produtores do meio-oeste. Flex existem lá desde 1991, no início apenas como compensação prevista em lei a motores de alto consumo de gasolina (Fernando Calmon, Alta Roda, 21 de fevereiro).

Reavaliando as vantagens do gás
A viabilidade de adaptação de gás aos motores deve considerar que a economia vem acompanhada de grande perda de desempenho. Comparação correta seria repor a potência perdida e aí sim fazer comparações de custo/km. Feitas as contas certas, vantagem passa bem longe de 60% e obrigaria a longos percursos diários, reduzindo bastante o benefício (Fernando Calmon, Alta Roda, 21 de fevereiro).

A resistência da Argentina ao acordo - 1
Na reta final para um acordo provisório de extensão do atual acordo sobre o setor automotivo, o governo argentino vem resistindo a duas reivindicações brasileiras, segundo pessoas que acompanham de perto a negociação. Os termos finais do acordo entre os dois países serão negociados nesta semana, para entrar em vigor entre março e junho. Os argentinos resistem a manter no acordo dois itens desejados pelo governo brasileiro: medidas em favor da "competitividade" (texto propositadamente vago formulado para tratar da exigência das montadoras de extensão de todo ou parte do desconto de 40% na tarifa de importação de autopeças) e a idéia de prever a fixação de datas para o livre comércio no setor.

A resistência da Argentina ao acordo - 2

O acordo em negociação tem de estar firmado até 28 de fevereiro, quando acaba o regime automotivo em vigor (o regime deveria acabar em 1º de janeiro e foi estendido até o fim deste mês). Basicamente quatro pontos estão em discussão: a decisão, já tomada, de não estabelecer agora o livre comércio para o setor automotivo; a decisão de manter o sistema de "flex", pelo qual as vendas de um país ao outro estão limitadas a uma proporção do que é comprado pelo parceiro; as linhas gerais para orientar a negociação do acordo definitivo; e uma fórmula para acomodar a reivindicação das montadoras de redução em 40% das alíquotas de importação de autopeças no Brasil (Valor, 21 de fevereiro).

Os novos cortes na mira da GM
Menos de três meses depois de a General Motors anunciar planos para cortar 30 mil empregos e fechar cinco fábricas - decisão descrita como um "duro remédio" pelo executivo-chefe Rick Wagoner -, a montadora volta ao médico em busca de um nova receita. Desta vez, pelo visto, poucos deixarão de sentir os sacrifícios. A GM planeja reduzir os dividendos pela metade e limitar a cobertura de planos de saúde para alguns funcionários aposentados. Os próximos planos de aposentadoria terão forte redução. Os salários dos executivos serão cortados em pelo menos 10%. Wagoner perderá metade da remuneração (Valor, 21 de fevereiro).

Contrato faz Volvo bater recorde em 2005

A venda de ônibus urbanos para o sistema de transporte em Santiago, no Chile, o maior contrato de exportação de coletivos já fechado pela Volvo em todo o mundo, ajudou a filial brasileira da companhia sueca a bater recorde de produção e faturamento em 2005. Mas com a desvantagem cambial e a ausência de uma venda com o mesmo volume, a montadora, que fabrica caminhões e ônibus, não conta com crescimento este ano. Com 30% de aumento em comparação com o exercício anterior, a empresa obteve receita de R$ 3,5 bilhões no ano passado. O volume de produção também cresceu 32,5%, com um total de 12.144 veículos. No início do ano passado, a Volvo do Brasil fechou contrato de venda de 1.779 ônibus para praticamente cobrir todo o novo sistema de transporte urbano em Santiago. A encomenda rendeu cerca de US$ 400 milhões. As entregas estão na fase final. Neste ano, a montadora já fechou outro contrato para atender a sistema de transporte semelhante em Caracas, na Venezuela. Mas os volumes são mais modestos. A C.A. Metro de Caracas, empresa pública venezuelana que opera o metrô, encomendou 220 veículos. O contrato com os chilenos fez a participação das exportações na produção da fábrica instalada em Curitiba (PR) passar de 20% para 40% (Valor, 21 de fevereiro).

Comercialização do flex tem apoio da AEA
De acordo com o presidente da AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva), Marcos Saltini, “o aumento no preço do álcool não deve ser considerado um problema para os proprietários de veículos bicombustível. Pelo contrário, ao adquirir um veículo Flex Fuel o consumidor garante a sua liberdade de escolha ao entrar num posto de combustível”. O executivo considera a versatilidade do Flex Fuel uma grande vantagem para o usuário. Na avaliação da entidade, o proprietário do veículo com esta tecnologia deixa de ser um refém dos preços dos combustíveis (Webtranspo, 21 de fevereiro).

Araçatuba tem novo diretor de vendas
O Expresso Araçatuba acaba de contratar Geraldo Corrêa como novo diretor de vendas. Com mais de 30 anos de experiência em transporte de cargas e mais de 10 anos no comando de funções comerciais, o executivo será responsável pelas três áreas de negócios da empresa: o Rodoviário Nacional, Internacional e Air Cargo (Webtranspo, 21 de fevereiro).

Ociosidade na GM é exceção à regra
A ociosidade na ferramentaria da General Motors de São Caetano está na direção contrária à dos concorrentes. Enquanto a GM enfrenta dificuldades de manter ou fechar novos negócios para fornecer ferramentas usadas na produção de veículos, seja devido à forte concorrência, seja pelo dólar baixo, outras três fabricantes com o mesmo tipo de serviço no Grande ABC – Volkswagen, DaimlerChrysler (dona da Mercedes-Benz) e Karmann-Ghia – permanecem imunes a essa influência negativa. Pelo contrário, trabalham com capacidade máxima. Diferentemente da GM, que tem 243 funcionários excedentes num universo de 506 trabalhadores na ferramentaria, as três montadoras – ambas em São Bernardo – fazem horas extras e contrataram profissionais com o objetivo de atender pedidos e contratos. As outras empresas do ramo (Ford e Scania) não têm esse tipo de serviço na região. A GM é a única montadora do Grande ABC que ameaça demitir funcionários neste setor. Para atenuar a situação, a abriu um PDV (Diário do Grande ABC, 20 de fevereiro).

Sindicato faz protesto na Tritec
O Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba prepara um protesto amanhã na frente da Tritec, fabricante de motores em Campo Largo (PR), cuja atividade pode estar ameaçada pelo fim de contrato de exportação para a Europa. A idéia da mobilização surgiu sexta-feira, quando o jornal "The New York Times" publicou que a chinesa Lifan, fabricante de motocicletas, estaria interessada em comprar os equipamentos da Tritec. Em comunicado, a Tritec disse que as informações do jornal americano "são inverídicas". Com 780 funcionários, a Tritec surgiu no Brasil em 1996 como resultado de uma aliança entre Chrysler , dos EUA, e a alemã BMW. A parceria ocorreu antes da fusão da também alemã Daimler com a Chrysler. Totalmente destinados à exportação, os motores Tritec se são usados em dois modelos de carros feitos fora do Brasil: o Mini, da BMW, e o PT Cruiser, da Chrysler. Mas o Mini tende a deixar de ser equipado com o motor brasileiro, o que representaria drástica redução na atividade da Tritec. A Lifan estaria interessada em produzir automóveis e, por isso, está de olho na tecnologia desenvolvida no Brasil (Valor, 20 de fevereiro).

BMW e DC estudam opções para Tritec
O BMW Group está avaliando em conjunto com a DaimlerChrysler opções para o futuro da fábrica de motores no Paraná, que criaram em 1996 com investimentos de 500 milhões de dólares. A fábrica Tritec, considerada uma das mais eficientes do mundo, emprega cerca de 400 funcionários e começou a produzir no final dos anos de 1990 motores 1.4 e 1.6 litro para os veículos da marca Mini, do grupo BMW, e para os carros PT Cruiser e Neon da norte-americana Chrysler. A unidade é a única a produzir motores para as duas montadoras na América do Sul. Fonte próxima às empresas informou à Reuters que o contrato que criou a joint-venture expira no próximo ano. Procuradas, tanto BMW quanto a DaimlerChrysler informaram que "avaliam várias opções" para a fábrica, que enfrenta o problema do fim da produção do modelo Neon e o desenvolvimento de um novo motor pela BMW junto com o grupo PSA Peugeot Citroen, que será produzido na França. Nesta sexta-feira, o jornal New York Times publicou reportagem na qual afirma que a Tritec, localizada na cidade paranaense de Campo Largo, recebeu uma proposta de compra da fabricante chinesa de veículos Lifan, que estaria interessada em levar a planta para a China. A informação foi negada esta tarde pela Tritec e não foi confirmada por BMW e DaimlerChrysler. Representante da Lifan no país não retornou ligações (Folha de SPaulo, 20 de fevereiro).

Sedã Jetta vai custar R$ 85 mil
Chega ao Brasil no segundo semestre o Volkswagen Jetta importado do México. O sedã tem a plataforma da quinta geração do Golf e virá com motor de cinco cilindros, 2.5 e 150 cv. O câmbio será automático de seis marchas. A previsão é de vender cerca de 600 unidades por mês, por preços em torno de R$ 85 mil. Mesmo com a chegada do Jetta, o Bora continuará sendo importado, para brigar numa faixa de preço mais baixa (Diário de São Paulo, 20 de fevereiro).

Volkswagen fica fora da onda 1.4
Nem tão cedo a Volkswagen incluirá os Gol e Fox na onda dos motores 1.4. A justificativa é de que a produção do motor custa exatamente o mesmo que a do 1,6 litro. Para executivos da montadora, a “tendência dos 1.4” não existe — fala-se nisso apenas porque a Fiat aumentou a cilindrada do Fire 1.3 e o Peugeot 206 perdeu o motor 1.0 que era fornecido pela Renault (Diário de São Paulo, 20 de fevereiro).

Perua Parati não sairá de linha
Mesmo após a chegada da sportvan SpaceFox, em abril, a Parati continuará em linha. A idéia é que a veterana perua sobreviva com motor 1.6 e acabamento simples (a versão 2.0 Crossover morreu). Já a SpaceFox, derivada do Fox, terá a missão de brigar com minivans e peruas modernas, topo de linha. A linha Gol de quinta geração, a ser lançada em 2008, incluirá uma nova Parati, uma picape Saveiro e um sedã, herdeiro do Voyage (Diário de São Paulo, 20 de fevereiro).

Toyota RAV4 chega em março
A nova geração do Toyota RAV4 chegaráao Brasil em março.O modelo está bemmaior: deixou de lado a aparência de jipinho urbano para ganhar ares de utilitário-esportivo. Na versão a ser importada,a cilindrada pulará dos atuais 2,0 para 2,4 litros, elevando a potência de 150 cv para 168 cv. Seus rivais diretos serãoo Land Rover Freelander e o Honda CR-V (Diário de São Paulo, 20 de fevereiro).

Bridgestone oferece o material escolar
Mais de 2.000 estudantes, filhos de funcionários da Bridgestone Firestone, a maior fabricante mundial de pneus e artefatos de borracha, estão recebendo durante o mês de fevereiro o kit de material escolar. A iniciativa da empresa está em seu quarto ano consecutivo no Brasil e atende alunos que freqüentam desde a pré-escola até a 8ª série do Ensino Fundamental (Webtranspo, 20 de fevereiro).

Daimler lucrou 84% a mais no 4º trimestre
A DaimlerChrysler AG , a quinta maior montadora mundial, informou que seus lucros cresceram 84% no quarto trimestre de 2005, puxados pelo aumento da atividade de financiamento de veículos e pela alta das vendas dos automóveis da Chrysler, como o modelo 300. O lucro líquido da montadora aumentou para 966 milhões de euros (US$ 1,15 bilhão), ou 0,95 euro por ação, a partir dos 526 milhões de euros, ou 0,52 euro, revelou a empresa. Os analistas consultados pela Bloomberg previam um lucro líquido de 643 milhões de euros. A receita cresceu 9,8%, para 41,5 bilhões de euros (Webtranspo, 20 de fevereiro).

VW mostra utilitário esporte baseado no Golf
Um utilitário esporte conceitual da Volkswagen estará no Salão de Genebra, que acontece entre 28 de fevereiro e 13 de março. Segundo a fábrica, o modelo, chamado 2007 Concept A, é uma base de como será o design de uma versão do Golf a ser lançada no ano que vem para concorrer com o Toyota RAV4 e o Honda CR-V, entre outros. Com um motor TDI de 152 cv e transmissão automática de seis velocidades, o Concept A tem cara de carro esportivo, porém com dimensões maiores. É azul, mas cheio de detalhes em cinza, tanto externamente, na parte dianteira, como internamente, nos bancos, no volante e no painel (Webmotors, 20 de fevereiro).

Indústria cresce 17,14% na quinzena
As vendas de automóveis e comerciais leves no mercado interno totalizaram 67.812 unidades nos quinze primeiros dias de fevereiro, informa a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). O número representa alta de 17,14% na comparação com igual período do ano passado, quando os emplacamentos ficaram em 57.888 modelos. Já em relação à primeira quinzena de janeiro, que registrou 59.845 licenciamentos, o crescimento ficou em 13,31%. Considerando apenas automóveis, foram vendidas 57.997 unidades, 19,58% a mais do que em igual período de 2005 (48.500) e alta de 14,65% na comparação com os quinze primeiros dias de janeiro (50.586). Os comerciais leves registraram emplacamentos de 9.815 modelos, crescimento de 4,55% ante a primeira metade útil de fevereiro de 2005 (9.388) e de 6% em relação ao mesmo período de janeiro (9.259). A Fiat fechou a quinzena na liderança entre os automóveis, com 25,49% de participação, seguida respectivamente pela VW (24,43%) e pela GM (22,76%). No ranking de comerciais leves, a primeira posição ficou com a Ford, que obteve 26,26% do mercado. Fiat (22,53%) e GM (14,93%) foram segunda e terceira colocadas (Carsale, 20 de fevereiro).

Venda de importados cresce 6%
As empresas filiadas à Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) - BMW, Ferrari, Kia, Maserati, Porsche, Ssangyong - venderam 387 unidades em janeiro. Esse resultado representa um crescimento de 6,03% em relação ao mesmo mês de 2005. Já em comparação a dezembro do ano passado, a vendas tiveram queda de 23,73%. Porém, o presidente da Abeiva, José Luiz Gandini, considera natural a queda em janeiro tanto para os importados como para os nacionais. Segundo ele, a expectativa é de bons resultados para 2006. Para Gandini, a expectativa é de que com o câmbio estável e os juros em tendência de queda, as vendas a partir de março devem retomar os patamares dos últimos meses de 2005. Assim, a previsão é de que o volume de vendas para 2006 (5.900 unidades) deve crescer cerca de 10% sobre as de 2005 (5.400 unidades) (Carsale, 20 de fevereiro).

Seat: 62,5 milhões de euros de prejuízo
A Seat, fabricante espanhola pertencente ao grupo Volkswagen, anunciou prejuízo de 62,5 milhões de euros em 2005. De acordo com o grupo, as receitas do ano passado ficaram em 5,27 bilhões de euros, enquanto em 2004 alcançaram as cifras de 5,86 bilhões de euros. A produção também caiu. Foram 385 mil unidades produzidas em 2005 na planta de Martorell, na Espanha, contra 416 mil fabricadas do ano anterior. Apesar do mau resultado, o presidente da Seat, Andreas Schleef, mostrou-se otimista (Carsale, 20 de fevereiro).

Resultado da CCR aumenta 90,3% em 2005
A Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR), controladora de seis concessionárias de rodovias - AutoBan (SP), NovaDutra (SP - RJ), Rodo Norte (PR), Ponte Rio-Niterói (RJ), ViaLagos (RJ) e ViaOeste (SP) - fechou o ano de 2005 com lucro líquido de R$ 500,5 milhões, 90,3% a mais do que em 2004, conforme balanço que será divulgado hoje. No ano passado, a companhia registrou receita bruta de R$ 2,1 bilhões, o que representa crescimento de 34,1% em relação ao resultado de 2004. Excluindo-se os dados da ViaOeste, adquirida em março do ano passado, o aumento chegou a 14,7%. Os investimentos foram o principal destaque da empresa em 2005, alcançando a cifra de R$ 353,1 milhões, aumento de 86,1% em relação a 2004 (Gazeta Mercantil, 17 de fevereiro).

Iochpe eleva lucro em 2005
A Iochpe-Maxion registrou lucro líquido de R$ 72,1 milhões em 2005, crescimento de 42% sobre 2004. A receita operacional líquida atingiu R$1.494,0 milhões, alta de 36% sobre o ano anterior. A alta deve-se a expansão da exportação de equipamentos ferroviários e fundidos industriais para o mercado norte-americano, o crescimento do mercado nacional de equipamentos ferroviários e o aumento da produção brasileira de ônibus, utilitários e caminhões. As exportações cresceram para US$ 96 milhões, com expansão em dólares de 103% em relação ao ano anterior (Gazeta Mercantil, 17 de fevereiro).

Motor eletrônico no caminhão Mercedes-Benz

O LS 1634 contou com mais de 1 mil unidades comercializadas em 2005. A novidade para este ano é que o modelo passa a ser equipado com motor eletrônico que já tende aos novos limites de emissões da legislação Proconve P 5 (Euro III), que entrou em vigor em janeiro para o segmento de caminhões. O motor que equipa LS 1634 é o Mercedes-Benz OM 457 LA com gerenciamento eletrônico, totalmente desenvolvido e produzido no Brasil e que já conta com mais de sete anos no mercado. A motorização que equipa o LS 1634 é de 340 cavalos de potência a 1.900 rpm, com torque de 1.450 Nm a 1.100 rpm (Webtranspo, 17 de fevereiro).

Projeto autoriza maiores de 16 anos a dirigir
Começa a tramitar no Senado proposição destinada a assegurar a jovens a partir de 16 anos permissão especial para dirigir automóveis (PLS 26/06). Para assumir a condução dos veículos, no entanto, o menor deverá sempre estar acompanhado de um dos pais ou de seu responsável legal, sendo que estes devem, necessariamente, possuir habilitação para dirigir há pelo menos três anos. Esse é o teor do projeto assinado pelo senador Gilvam Borges (PMDB-AP) a ser inicialmente examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Como previsto hoje no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), os candidatos a conduzir veículo automotor precisam preencher a condição de imputabilidade penal, ou seja, a de poderem ser condenados criminalmente, o que acontece apenas após os 18 anos (Webtranspo, 17 de fevereiro).

Nova bancada de teste diesel Bosch
Com a nova Bancada de Teste Diesel EPS 615, a Bosch amplia sua linha de equipamentos para oficinas. A novidade foi fabricada no Brasil, mas seguindo os mesmos padrões de qualidade e tecnologia alemã. O novo equipamento possibilita às oficinas especializadas em veículos com motores diesel, diagnosticar e reparar bombas em linha e também rotativas de maneira rápida e eficiente. Um motor com potência de 15 KW nominal, e que pode atingir pico de até 20 KW, compõe a nova bancada EPS 615. Esse sistema proporciona maior uniformidade no funcionamento da bomba e estabilidade no número de rotações, garantindo a precisão nos resultados das medições. A EPS 615 integra ainda um sistema computadorizado que permite acompanhar o andamento dos testes e gravar os resultados obtidos, além de gerar relatórios que podem ser impressos e entregues para conhecimento do cliente. Com a bancada EPS 615, a oficina também estará capacitada para ajustar sistema de injeção diesel conforme as exigências da legislação brasileira que busca reduzir o nível de emissões de poluentes e o consumo de combustível (Webtranspo, 17 de fevereiro).

TNT Logistics monta unidade de negócios para setor de autopeças
O Pólo Autopeças irá concentrar clientes com o mesmo perfil de atividade em uma unidade de negócio. A novidade em gestão da TNT Logistics terá base em Jundiaí e reunirá cerca de 200 funcionários e será responsável por cerca de duas mil viagens mensais – entre coletas e entregas. A estratégia de criação do Pólo surgiu a partir de demanda de atendimento ao segmento de autopeças que estava aumentando na TNT, mas de forma pulverizada. “Esta é uma oportunidade interessante para maior sinergia e troca de experiência, já que são empresas com perfis semelhantes. Também representa um importante filão de mercado. Queremos investir no segmento e conquistar os mesmos reconhecimento e liderança que temos hoje com as montadoras”, explica Giuseppe Chiellino, diretor geral da TNT Logistics (Webtranspo, 17 de fevereiro).

Defender inglês chega por R$ 109,7 mil
A Land Rover já iniciou as importações do Defender a partir da Inglaterra. O primeiro lote, de 50 unidades, está disponível nas concessionárias da marca desde o início de fevereiro, com preço sugerido de R$ 119,7 mil. A versão fabricada no Brasil – na planta da Karmann Ghia em São Bernardo do Campo (SP) – até o ano passado era oferecida por R$ 96.923. A montadora inglesa optou por deixar de produzir o jipe no Brasil por considerar baixo seu volume de vendas e também pela necessidade de introdução de motorização eletrônica, com objetivo de adequar o modelo à nova legislação ambiental. Assim, o Defender passa a vir com novo propulsor TD5 2.5 Turbodiesel Eletrônico, de 210 cavalos. Outra inovação fica por conta dos freios ABS e do controle de tração, recursos não disponíveis na versão fabricada no Brasil. O estilo do Defender continua o mesmo do jipe comercializado por aqui até então (Carsale, 17 de fevereiro).

BNDES Caminhões e os excluídos
Em abril do ano passado o presidente do BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Guido Mantega anunciou a substituição do Modercarga pelo BNDES Caminhões com a promessa de que a revisão dos juros, dos prazos e do orçamento viabilizaria, de fato, a tão almejada renovação da frota de caminhões brasileira. Dez meses depois a avaliação se o novo programa emplacou ou não depende do ponto de vista. Para médios e grandes empresários o BNDES Caminhões é um sucesso. Mas os autônomos e os pequenos transportadores continuam excluídos (AutoData, 17 de fevereiro).


Em fevereiro de 2006, Honda lança o Fit 2007
A Honda inicia na próxima semana as vendas no novo Fit, modelo que recebeu apenas retoques em relação ao anterior, com mudanças na grade frontal, pára-choque e painel. A novidade mais curiosa é a classificação, pois o modelo será vendido como versão 2007. É o lançamento mais adiantado do mercado, admite a montadora, que até o início de abril lançará também o Civic 2007, esse, sim, bem diferente do atual. O diretor vice-presidente da Honda do Brasil, Kazuo Nozawa, diz não haver uma estratégia de marketing por trás do lançamento do Fit 2007, mas uma necessidade de ajuste industrial para produzir os dois modelos na fábrica de Sumaré, SP, com a mesma classificação. Para Corrado Capellano, da consultoria Roland Berger, a estratégia pode ser entendida pelo mercado como um aviso de que , até o próximo ano, o produto não terá mudanças tecnológicas, ou seja, “não espere nenhuma inovação de nossa parte” (Estadão, 17 de fevereiro).

DaimlerChrysler tem alta de 15% no lucro
A DaimlerChrysler registrou um aumento de 15,4% em seu lucro em 2005, para € 2,846 bilhões. A receita da companhia cresceu 5,4% para € 149,7 bilhões. Os resultados ficaram acima das expectativas. Mesmo assim, estão mantidos os planos da DaimlerChrysler de cortar 8,5 mil postos de trabalho nas fábricas alemãs do Mercedes Car Group e 6 mil na área administrativa de toda a companhia (Estadão, 17 de fevereiro).

Ford prepara Ka 4 portas e nova Courier
No primeiro semestre de 2007 deverá chegar ao mercado a versão 4 portas do Ford Ka, em desenvolvimento pela fábrica do oval azul. O modelo utilizará a plataforma do Fiesta antigo (o atual Street), o que o deixará bem maior do que é hoje. O estudo de lançamento dessa versão foi motivado pelo sucesso do Chevrolet Celta 4 portas. Também está sendo preparada a reestilização da picape Courier, que deverá chegar ao mercado na mesma época do Ka. Sem alterações profundas, haverá mudanças na frente (que poderá ser a mesma do Ka) e na traseira da picape. A princípio, serão mantidas as duas versões atuais – uma básica, outra mais luxuosa e equipada (Webmotors, 16 de fevereiro).

Grupo PSA pedirá a unificação do IPI - 1
O francês Pierre-Michel Fauconnier, presidente do grupo PSA Peugeot Citroën, pretende procurar o governo federal e pedir a unificação do IPI para os carros, o que, na prática, significaria o fim do motor 1.0, o chamado popular. A bandeira por redução de impostos na indústria automobilística passa, assim, a ser erguida por novos protagonistas. No lugar de veteranas, como General Motors , que tradicionalmente puxava mobilizações como essa, entram os franceses, que pertencem ao grupo que chegou por último no país. Fauconnier pedirá a unificação do tributo para 7%, que representa a faixa mais baixa do IPI. Hoje, a tributação desse imposto federal para carros se divide em três faixas. Os carros com motor 1.0 recolhem 7%, independentemente do tipo de combustível. Para os modelos de automóveis e comerciais leves com motores acima de 1.0 e abaixo de 2.0 o IPI é de 13% nas versões a gasolina e 11% para motor bicombustível. Nos carros com motor acima de 2.0, as alíquotas são de 25% e 18% (gasolina e bicombustível, respectivamente). No final do ano passado, a marca Peugeot retirou o carro 1.0 da sua linha - o modelo 206 1.0. E, para aproveitar a iniciativa em uma ação mercadológica, lançou o mesmo Peugeot 206 com motor 1.4 com preço do antigo.

Grupo PSA pedirá a unificação do IPI - 2
A questão já foi motivo de racha na Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Por outro lado, a iniciativa ganharia o apoio das montadoras que também não desenvolveram motores 1.0. Caso das japonesas Toyota e Honda. O assunto redução de impostos não está na pauta da Anfavea, segundo informações da entidade. Recentemente, a direção dessa associação revelou que não brigaria mais por redução de impostos para carros. Nos bastidores, algumas propostas já encontraram a resistência da equipe econômica do governo. Outros interesses tributários também estão em jogo no setor. Todas as montadoras se preparam para tentar redução de Imposto de Importação de peças. Esse deverá ser um dos principais pontos das negociações para a renovação do acordo automotivo do Mercosul. Também circulam no governo propostas do setor para o financiamento com taxas de juros especiais para camadas de consumidores de menor poder aquisitivo. Se a proposta da PSA Peugeot Citroën der certo, será a primeira mobilização do setor para redução de IPI dos carros durante o governo Lula (Valor, 16 de fevereiro).

Fábrica argentina abastecerá o Brasil
Nos últimos dias, a fábrica argentina do grupo francês PSA Peugeot Citroën começou a operar em dois turnos. O volume de produção extra, do modelo compacto Peugeot 206, servirá para abastecer o mercado brasileiro enquanto a fábrica instalada em Porto Real (RJ) está sendo preparada para funcionar em três turnos dentro de um ano. Em 2005, o grupo francês vendeu 80.400 veículos no mercado brasileiro. Isso representou um aumento de 26%, que significou o maior crescimento de vendas domésticas entre as montadoras instaladas no país. Também no ano passado, a fábrica brasileira, inaugurada em fevereiro de 2001, chegou a uma produção de 94 mil unidades, um aumento de 40%. A empresa está apostando nos carros com motor 1.4, que passaram a ser fabricados no Brasil recentemente. Hoje esse tipo de motor equipa os modelos compactos 206 da Peugeot e o C3 da Citroën. Daí o interesse do grupo em unificar as alíquotas do IPI. "Estamos triplicando as vendas do C3 com a chegada do motor 1.4", afirma o presidente do grupo PSA, Pierre-Michel Fauconnier (Valor, 16 de fevereiro).

As etapas de desenvolvimento de um carro
Segundoo engenheiro-chefe da Ford, Marcio Alfonso, com as modernas ferramentas de desenvolvimento, como a modelagem virtual, é possível criar um produto, da concepção até a implementação na produção, em aproximadamente 36 meses. As atualizações são realizadas em um período ainda mais curto, que varia entre 12 e 24 meses, dependendo do conteúdo do projeto. As principais etapas do processo são identificação das necessidades dos consumidores, desenvolvimento do conceito do produto, criação de modelos virtuais, execução de simulações em computadores e laboratórios, preparação de protótipos e veículos para validar os modelos virtuais, testes dos processos de fabricação e produção em larga escala (Diário do Grande ABC, 16 de fevereiro).

Carros são passo para a liberdade de deficientes

Para Alice da Silva, 40 anos, um carro tem um significado muito maior que um meio de locomoção. “Ele devolveu sentido à minha vida e me mostrou um mundo que vai além do lugar onde moro”, relata. Ela sofreu uma lesão medular causada por um vírus e utiliza cadeira de rodas desde os sete anos. Em 1998, comprou seu primeiro veículo e, a partir de então, diz não possuir mais limitações. Alice faz parte de uma parcela privilegiada entre os portadores de deficiência física. De acordo com o último censo do IBGE, há aproximadente 24 milhões de portadores de deficiência física no Brasil, mas somente cerca de 70 mil carros comprados com isenção de impostos, condição em que um deficiente pode adquirir um carro, circulam no país. “Ainda não há muito espaço para os portadores, mas a situação tem melhorado nos últimos dez anos”, conta Denis Deli, gerente de marketing da Guidosimplex, empresa que realiza uma média de 200 adaptações de carros por mês. De acordo com a legislação brasileira, o portador de deficiência física dispõe de algumas isenções para a compra de um veículo. Leia mais... (Diário do Grande ABC, 16 de fevereiro).

Em Genebra, um carro para dois mundos
A Ford, numa escala global, anda à procura de uma nova linguagem de design, mais excitante e voltada para o futuro. No Salão de Genebra, a marca reapresentará o carro conceito Reflex, que foi uma das principais atrações da montadora em Detroit. O Reflex é um esportivo com menos de 4m de comprimento e pode ser um carro para dois mundos diferentes: os Estados Unidos e a Europa. A Ford vê no Velho Mundo um enorme mercado potencial, e exibir o Reflex em Genebra demonstra a adequação da marca às novas necessidades sociais e ambientais. O motor é um diesel turbinado que recebe a ajuda de um motor elétrico, num sistema híbrido. Em circuito urbano e rodoviário, a média de consumo é de mais de 20 quilômetros com um litro de gasolina e sua velocidade máxima é de 220 km/h. A estrutura é feita em aço e alumínio extrudado, assim como o interior, também feito com alumínio e materiais sintéticos (Correio do Povo, 16 de fevereiro).

Genebra abre temporada européia
Para a mídia européia, o Salão de Genebra já começou. E as informações sobre o evento são divulgadas para o mundo pela imprensa da Europa. Mas, antes de uma possível euforia, o que se divulga são declarações dos principais dirigentes das indústrias automobilísticas do continente, que salientaram a necessidade de cortar custos, produzir com mais qualidade e enfrentar a crescente competição das montadoras japonesas. Em 2005, por exemplo, somente a Toyota vendeu quase um milhão de unidades na Europa. A indústria européia, acossada pela estagnação do mercado e por problemas sociais, tentará se mostrar sedutora, com uma série de novos modelos. A Alfa Romeo apresentará o Sportwagon derivado do 159 e a nova Alfa Spyder. A Jaguar mostra o novo conversível XK, que resulta das pesquisas da marca com o alumínio. O belíssimo XK está 40 kg mais leve que a versão anterior. Seguindo a filosofia dos salões europeus, Genebra unirá alta tecnologia às necessidades humanas (Correio do Povo, 16 de fevereiro).

Ford otimista com a importação do Fusion

A Ford do Brasil tem planos ambiciosos para 2006. 'O sucesso continuado do EcoSport revigorou e rejuvenesceu a imagem da marca no mercado brasileiro. No rastro desse sucesso, colocamos outros produtos na lista dos mais vendidos, como o Fiesta. São carros que fazem sucesso também nos mercados de exportação, o que facilitará as importações de veículos previstas para este ano', salienta o gerente regional da montadora, Osvaldo Ramos. Ainda sem data prevista para chegar ao mercado brasileiro, o sedã médio Fusion será a primeira atração importada da Ford em 2006. 'Exibido no Salão de Detroit, ele recebeu elogios. É um carro de design contemporâneo, de linhas esportivas e fluidas, produzido na unidade de Hermosillo, no México, considerada uma das melhores do mundo (Correio do Povo, 16 de fevereiro).

Projeto discute IPVA para carros roubados

A Assembléia Legislativa de São Paulo estuda um projeto de lei do deputado estadual Romeu Tuma Jr.para alterar a legislação do IPVA. O projeto prevê descontos na cobrança do imposto para proprietários que tiverem seu veículo furtado ou roubado. Uma vez aprovado, o benefício passa a contar a partir do momento em que o contribuinte estiver sem o bem. O projeto prevê o pagamento do IPVA na razão de 1/12 por mês, contados até a data da ocorrência do fato, podendo ser parcelado na mesma proporção, de modo que o valor de cada parcela seja equivalente a, no mínimo, uma Unidade Fiscal do Estado de São Paulo do mês do recolhimento. O texto estabelece ainda que o valor do imposto referente ao mesmo exercício em que ocorrer a perda do veículo, possa ser deduzido do imposto de outro veículo que venha a ser adquirido pela vítima no prazo de um ano (Carsale, 16 de fevereiro).

Hyundai lançará nova marca de luxo
Seguindo os passos das japonesas Toyota e Nissan, a coreana Hyundai tem planos de criar uma marca de luxo. É o que informa a publicação francesa Autoplus. Os primeiros modelos da nova bandeira devem chegar primeiramente ao mercado norte-americano, em 2007. Entretanto, a Hyundai tem planos de, em um segundo momento, comercializar estes carros em outras regiões. A gama da nova marca de luxo da montadora coreana contará com um sedã, um cupê e um utilitário esportivo. A Toyota trabalha com a bandeira "premium" Lexus, enquanto a da Nissan é a Infiniti (Carsale, 16 de fevereiro).

Goodyear condena a importação
Mesmo com várias normas proibindo a importação de carcaças de pneus usados, a entrada deste produto no mercado brasileiro continua crescendo, amparada por liminares judiciais. Segundo a Goodyear do Brasil, no ano passado entraram no País 10,5 milhões de pneus usados, vindos principalmente da Europa, volume que representa 1/3 da produção total da indústria, que foi de 34,4 milhões unidades no ano passado (automóveis e caminhonetes). Deste total de importados, 3,2 milhões foram destinados para remodelagem. Em 2004, foram importados 7,5 milhões. "A Goodyear não é contrária à indústria da reforma. Somos contra a importação de pneus usados para servir de ‘matéria-prima‘ para essa indústria", disse Chris Corcoran, presidente da Goodyear do Brasil, primeira empresa do setor a contestar a expansão desse negócio no País. Esse assunto, até agora, era somente discutido pela Associação Nacional dos Fabricantes de Pneumáticos (Anip). Segundo Corcoran, não há nenhum argumento que justifique a importação destes produtos, já que "no Brasil tem pneu usado em quantidade e qualidade suficientes para a reforma" (Gazeta Mercantil, 16 de fevereiro).

Setor de reforma se defende e contra-ataca
Para os fabricantes de pneus remoldados e recauchutados, a briga com a indústria de pneus novos é de ordem econômica. "Um setor que dobrou de tamanho nos últimos cinco anos não pode de ser tratado dessa maneira. Ninguém tem um desempenho tão expressivo se não tiver plena aceitação por parte do consumidor", defende Hercílio de Moura, presidente da Associação Brasileira do Setor de Reforma de Pneus, que congrega 1,6 mil empresas. "O que não se pode admitir é que a indústria de pneus novos, que hoje é dominada por um número pequeno de multinacionais no Brasil pratique preços no mercado nacional até 25% maiores do que em outras partes do mundo", afirma. Impulsionada pelo câmbio favorável às importações, a indústria de pneus recauchutados e remoldados ficou ainda mais competitiva nos últimos meses. Em média de 30% a 50% mais barato do que o novo, o pneu reformado bateu recorde de vendas em 2005. Ao todo foram 8 milhões de unidades (4 milhões de remoldados e 4 milhões de recauchutados), segundo a entidade.

Mercedes-Benz é a queridinha dos importados
Com 1.616 carros emplacados a Mercedes-Benz, pelo terceiro ano consecutivo, liderou as vendas dos automóveis importados no Brasil ano passado. Sua participação de mercado foi de 33% e seu desempenho aumentou 43% em relação a 2004. A estrela de vendas foi a Classe C, com 916 unidades comercializadas (Folha de SPaulo, 16 de fevereiro).

Os preços que caem nas tabelas
Condições competitivas de mercado levaram a Fiat a seguir os passos de Renault e GM, reposicionando preços sugeridos. A marca francesa rebaixou todos os preços no começo do ano. A americana tornou o Classic mais barato, preparando terreno ao Celta sedã, no segundo semestre. Já a italiana aproveitou o motor flex no Doblò para pedir menos por ele (Fernando Calmon, Alta Roda, 16 de fevereiro).

A nova lei, melhor que os radares
Rigor da nova lei contra motoristas alcoolizados ou drogados significará bem mais para a segurança de trânsito do que o enxame de radares que assola o País. Sancionada na semana passada, agrava punições e permite ao agente de trânsito enquadrar quem se recusa a fazer exame de alcoolemia, alegando (falsos) direitos constitucionais. Pode até arrolar testemunhas do estado de embriaguez (Fernando Calmon, Alta Roda, 16 de fevereiro).

Desmontados aparecem nas estatísticas
A Anfavea passou a computar a produção de modelos desmontados de todas as fábricas envolvidas com exportação. O total fabricado em 2005 foi corrigido para 2,53 milhões de unidades, cerca de 80 mil a mais do que havia sido anunciado. A entidade representativa das fábricas também reavaliou a capacidade instalada de 3,2 milhões para 3,5 milhões anuais. GM (140.000) e Honda (40.000) ainda não estão incluídas nesse número (Fernando Calmon, Alta Roda, 16 de fevereiro).

Veículos a gás esbarram na revenda
Apesar de se falar em um milhão de ve&ia