
NOVEMBRO 2004
Volvo
vende 1.600 caminhões à China
A
Volvo do Brasil programou para 2005 a exportação de 1,6
mil caminhões para a China em regime CBU, montado, e CKD, completamente
desmontado. Os modelos, saídos da fábrica de Curitiba, são
FM e FH, ambos de cara-chata. É o segundo ano que a subsidiária
brasileira exporta para a China - em 2004 enviou 600 caminhões.
A previsão era acima de 1,5 mil unidades, mas as remessas, que
começaram no início do ano, foram interrompidas em outubro
quando os chineses passaram a solicitar freios com ABS, componente que
será incorporado aos veículos embarcados no próximo
ano. A Volvo encerrará o ano de 2004 com mais de 6 mil caminhões
vendidos no mercado doméstico, número que confere à
marca, no País, dois recordes: o maior volume doméstico
em 25 anos de Brasil, e inédito terceiro lugar no ranking mundial
da marca, superando pela primeira vez o Reino Unido. A unidade brasileira
ficará atrás da operação Volvo dos EUA, com
25 mil unidades, e do Irã, que responderá por 13 mil caminhões.
Afora os mais de 6 mil caminhões para o mercado interno, a fábrica
da Volvo brasileira exportará cerca de 1 mil caminhões para
países da América Latina. Somando-se interno e externo -
e incluindo os 600 caminhões para a China - chega-se à produção
em torno de 8 mil unidades, superando, de longe, o recorde de produção
anterior, de 5.852 unidades, registrado em 2003. (Gazeta Mercantil, 30
de novembro).
Volkswagen
estimula motor diesel
A Volkswagen AG, maior montadora européia, venderá uma versão
diesel de seu comercial leve Eurovan no México como parte de uma
estratégia para impulsionar as vendas de veículos de passageiros
na América Latina. Os veículos serão trazidos da
Volkswagen alemã, disse Thomas Karig, diretor da Volkswagen mexicana.
Dependendo da demanda da Eurovan diesel, a Volkswagen poderia aumentar
a produção mexicana de automóveis a diesel como o
modelo Jetta e o novo Beetle para vender no próprio país.
Os dois modelos são produzidos no México para exportação
aos Estados Unidos e Canadá. Quase metade dos carros vendidos na
Europa funciona com motor diesel (Gazeta Mercantil, 30 de novembro).
Shoppings
de automóveis ganham espaço em São Paulo
Nas últimas décadas, os shopping centers invadiram o Brasil.
Desde a inauguração do Iguatemi, o primeiro do Brasil a
surgir nos anos 60, a idéia de concentrar diversos tipos de loja
em um espaço fechado, com segurança e limpeza, caiu no gosto
do brasileiro -- e línguas maldosas dizem que eles são a
praia do paulistano. Em 1998, foi a vez de as lojas de roupas, eletrodomésticos
e sapatos serem substituídas pelas de automóveis. Naquele
ano surgiu, na zona leste de São Paulo, o primeiro shopping de
carros do país. Desde lá, mais cinco centros foram abertos
nos quatro cantos da região metropolitana. De olho nesse mercado,
o grupo Silvio Santos inaugurou o seu centro na zona norte de São
Paulo. O mais novo deles, o Auto Shopping Cristal SP Market, foi inaugurado
em outubro na zona sul. Confiante no sucesso da fórmula, seus proprietários
pretendem, nos próximos dois anos, investir US$ 6 milhões
em quatro novos empreendimentos, dois deles fora do Estado de São
Paulo. Apesar de o conceito ser o mesmo, os shoppings de carros se diferenciam
pelo tamanho e pela proposta. Alguns, como o Cristal e o Vimave, especializaram-se
em modelos usados. Outros, caso do Auto Shopping São Paulo, preferiram
investir nos novos (Folha Online, 30 de novembro).
GM
quer trazer picape Avalanche para o Brasil
A Ford F-250 reina sozinha no segmento de picapes grandes no Brasil. Com
o fim da produção da Chevrolet Silverado, ela não
tem com quem brigar. Mas o monopólio está prestes a acabar.
A Dodge anunciou que começa a vender a Ram em 2005. E a briga promete
esquentar se a General Motors importar a Avalanche. Tanto a Ram como a
Avalanche são feitas no México e se beneficiam do acordo
entre os dois países, que acabou com a alíquota de importação
para veículos. A GM estuda a viabilidade econômica de trazer
a Avalanche, num processo que deve demorar um ano. Bem-aceita no último
Salão de São Paulo, a picape tem como público-alvo
ricos fazendeiros que procuram um carro robusto, mas, ao mesmo tempo,
confortável. A boa fase da agricultura e a falta de um modelo para
competir com a F-250 colaboram para a vinda da Avalanche. Na Argentina,
o martelo já foi batido, e as vendas começam em 2005 (Folha
Online, 30 de novembro).
Planos
para lançar o Smart Forfour na China
A DaimlerChrysler está fazendo estudos de mercado para lançar
o Smart Forfour na China. Segundo fontes ligadas à empresa, a decisão
ainda não foi tomada porque os executivos da marca conhecem a preferência
do público chinês pelos grandes sedãs. A DaimlerChrysler
afirma que terá até o fim do ano um estudo de viabilidade
sobre o projeto e garante que tem esperanças sobre as mudanças
neste mercado: “A moda dos carros pequenos também chegará
à China”, afirmou Thomas Weber, responsável pela divisão
de pesquisa e tecnologia da montadora. O mesmo executivo disse também
que uma grande aposta seria lançar o Mercedes-Benz Classe A naquele
mercado, apesar de não haver qualquer estudo nesse sentido (Carsale,
30 de novembro).
VW
São Carlos completa oito anos
Ultrapassando
a marca de 2 milhões de motores produzidos, a fábrica de
motores Volkswagen de São Carlos (SP) completa 8 anos de operação.
No início, a unidade produzia somente os 1.0 litro da marca. Com
a inauguração de uma segunda linha de produção,
em 1998, iniciou a diversificação de sua produção
e hoje fabrica motores de 1.0 a 2.0 litros, passando por 1.4, 1.6, 1.8
e ainda 1.9 litro diesel. Os carros equipados com os motores produzidos
em São Carlos são Gol, Parati, Saveiro, Golf, Fox, Polo
e Audi A3, montados nas plantas localizadas no estado de São Paulo
(São Bernardo do Campo e Taubaté) e no Paraná (São
José dos Pinhais). Além de abastecer as unidades brasileiras,
ainda exporta motores para África do Sul e Espanha (Carsale, 29
de novembro).
A
Soul adapta ônibus para gás
A Soul, sigla de Sociedade União de Transporte Ltda., empresa cinquentenária
com sede em Alvorada, na Grande Porto Alegre, começou a operar
o primeiro ônibus movido a gás natural "ottolizado"
do País. O ônibus, de propriedade da Soul, utiliza motor
Mercedes-Benz OM 366 LA do Ciclo Diesel convertido para o Ciclo Otto.
O veículo fará o transporte de passageiros entre as cidades
de Alvorada e Porto Alegre. O projeto executado pela Universidade Federal
do Estado do Rio Grande do Sul (com apoio técnico da Tomasetto
Achille, Dynetek/Bee Engenharia e Soul) tem como diferencial a tecnologia
de "ottolização" que permite reversibilidade,
ou seja, o veículo pode ser novamente convertido para utilizar
diesel. Outro ponto positivo é o uso de cilindros (cinco, totalizando
225 m3) de fibra de carbono, de menor peso. O protótipo a gás
da Soul (que tem frota total de 247 veículos) foi lançado
em evento realizado sexta-feira na capital gaúcha (Gazeta Mercantil,
29 de novembro).
Toyota
traz aço chinês e sul-coreano
Uma séria falta de aço que afetou as maiores fabricantes
de automóveis do Japão deve beneficiar fornecedores sul-coreanos
e chineses, ao mesmo tempo em que sinaliza maior poder de barganha de
preços para a indústria siderúrgica em negociações
com grandes clientes. A indústria automobilística tem sido
afetada pela escassez de aço há mais de um ano, mas a crise
atingiu o auge após a empresa japonesa Nissan Motor declarar, na
quinta-feira, que suspenderia sua produção em diversas fábricas
domésticas por não possuir metal suficiente. A Toyota Motor
informou na sexta-feira que planeja comprar aço da China e da Coréia
do Sul por causa das expectativas de que a oferta escassa do produto no
Japão continue por um longo tempo, destacou o jornal econômico
Nihon Keizai Shimbun. "Quando o Japão tinha cinco grandes
siderúrgicas, sua indústria automobilística contava
vantagem pela competição", disse o analista da Samsung
Securities, Kim Gyung-jung. "Agora as fabricantes de aço possuem
muita influência nos preços, já que há apenas
duas, o que significa que era apenas uma questão de tempo antes
dos fabricantes de automóveis japoneses aumentarem suas aquisições
de aço com a Posco, num esforço de manter o controle em
empresas de aço (japonesas)", acrescentou (Gazeta Mercantil,
29 de novembro).
Congresso
SAE: um mergulho no futuro
Após três dias de muita movimentação, o XIII
Congresso e Exposição Internacionais de Tecnologia da Mobilidade
SAE Brasil, realizado de 16 a 18 de outubro em São Paulo, SP, demonstrou
que o País, apesar de todos os percalços, ainda é
uma referência entre os emergentes na área de engenharia,
novos processos, desenvolvimento de produtos e logística. A cada
ano, o interesse aumenta. Da indústria à universidade, foram
apresentados 260 trabalhos técnicos (10% a mais que em 2003) em
45 fóruns e painéis. A SAE International, entidade de origem
americana sem fins lucrativos, congrega engenheiros em todo o mundo e
completará 100 anos de fundação em 2005. O Brasil
já vinha se firmando na área de estilo, quando técnica,
talento e criatividade têm que rodar em constante harmonia. Estão
aí os exemplos de veículos inteiramente novos (Meriva, Fox
e EcoSport, os mais recentes), as pickups leves que só existem
aqui e até conceitos ampliados do visual fora-de-estrada. Luiz
Veiga, da Volkswagen, por exemplo, acaba de ser promovido para cuidar,
na Alemanha, dos modelos pequenos da companhia em nível mundial
(Fernando Calmon, Alta Roda, 29 de novembro). Leia
mais...
Renault arma ofensiva para 2005
A Renault prepara ofensiva de lançamentos em 2005. Motor de 1.000
cm³ a gasolina com potência aumentada em 4 cv, batizado de
Hi-Power; nova série chamada Scénic Campus 1.6; motores
flex 1.600 também no Scénic e 1.000 multiválvulas
no Clio, que sofrerá revitalização de linhas. Mégane
II sedã pode ser lançado ainda no ano que vem, mas vendas
só em 2006 (Fernando Calmon, Alta Roda, 29 de novembro).
Novidades
e segredos da Citroën
A Citroën não fica para trás. Confirmado C3 XTR, de
visual aventureiro, aprovado no último Salão, em meados
de 2005. Da França, em maio, C4 de quatro portas, mais bonito do
que o 2-portas, este três meses depois. Versão esportiva,
também exibida no Salão, ficou para 2006. C4 argentino,
mais competitivo, só em 2006. Motor flex 1.600 para o C3, no primeiro
semestre de 2005, e 1.400 nacional, no segundo, primeiro a gasolina e
depois flex. Há segredos em marcha (Fernando Calmon, Alta Roda,
29 de novembro).
Argentina
pode resolver gargalos no Brasil
Aproveitar a ociosidade do parque de autopeças da Argentina pode
ser solução viável para dar suporte ao aumento de
produção brasileira de veículos nos próximos
anos. Resolveria ainda a escassez de alguns itens, conhecidos como gargalos.
Entendimentos já começaram (Fernando Calmon, Alta Roda,
29 de novembro).
Indústria
a todo vapor garante pneus
Pneus não devem faltar em 2005, apesar das fábricas produzirem
em três turnos. Prova de compromisso deu a Goodyear: inaugurou ampliação
de seu campo de testes em Americana, SP. São 50.000 m² de
asfalto, com controle de altura de filme d’água, específicos
para desenvolver pneus de melhor desempenho em pista molhada (Fernando
Calmon, Alta Roda, 29 de novembro).
Ford
Caminhões reúne frotistas no ABC paulista
A Ford Caminhões realiza pela primeira vez um evento exclusivo
para frotistas no pátio da fábrica de São Bernardo
do Campo, no ABC paulista, a partir de hoje até domingo. "O
objetivo é comemorar o ano positivo e aumentar a interação
com os clientes", disse Cláudio Terciano, gerente nacional
de vendas. A Ford espera receber mais de 400 clientes por dia, o que totalizará
1,3 mil atendimentos com as ações de venda e pós-venda.
O evento terá a participação de quatro distribuidores
da Grande São Paulo e vários fornecedores de peças
e componentes, entre eles, a Cummins, Texaco, Fleetguard, Master, Dana,
Wabco, Valeo, TRW, Pirelli, ZF, Eaton e ArvinMeritor (Gazeta Mercantil,
26 de novembro).
Com
investimentos, logística terá bom 2005
O setor de logística poderá apresentar bom desempenho no
próximo ano. Isso por conta de as previsões de investimentos
para o setor, inclusive para dragagens e portos, serem maiores em 2005.
Este ano, os investimentos em portos atingirão cerca de R$ 150
milhões. "Isso está na agenda dos porto", disse
o diretor do Programa de Transportes Aquaviários do Ministério
dos Transportes, Paulo de Tarso Carneiro, que esteve reunido na Câmara
de Comércio Exterior (Camex) para discutir o ISPS Code (plano de
segurança internacional para os portos e navios) (Gazeta Mercantil,
26 de novembro).
Iveco
prevê crescer 15% no "ano da sedimentação"
A Iveco South & Central America, que neste ano produzirá 9,5
mil veículos comerciais (5,3% dos 180 mil caminhões e ônibus
que fará mundialmente a Iveco) anunciou ontem o sétimo lançamento
em 2004, o modelo Daily cabine dupla, destinado a aplicações
que conjugam transporte de pessoas e cargas. "Estamos cumprindo o
que prometemos", disse Salvatore Danilo Martelli, diretor de operações
comerciais da empresa. Segundo ele, 2003 foi de restruturação,
2004 o da transição e 2005 será o ano da sedimentação
da marca na região. A produção da Iveco na América
do Sul em 2005 está estimada em 11 mil unidades, 15,8% sobre 2004,
de 9,5 mil unidades (Gazeta Mercantil, 26 de novembro).
Ônibus:
decisão tomada para produção de chassis
A Iveco, que pertence ao grupo Fiat, também é forte, mundialmente,
em ônibus. Já está decidido que fará chassi
de ônibus no Brasil - chassi de 12 a 13 m, urbano, para 90 passageiros
ou na versão fretamento, para 45 passageiros. Mas, Vicente Goduto,
diretor comercial da marca no Brasil, sabe que a cautela em ônibus
é fundamental. "Temos aqui o maior mercado mundial. Mas, vamos
andar com prudência". Nesse aspecto, a experiência da
Autolatina (quando lançou os ônibus Ford e VW, em 1993) será
utilizada. A Iveco está criando um conselho de usuários
recrutados entre empresários do setor com o objetivo de obter informações
que permitam o menor número possível de erros (Gazeta Mercantil,
26 de novembro).
Museu
paulistano tem quatro novidades
O Museu Vilarejo São Paulo (Rua Curupacê, 420, Mooca, tel.
11 6601-5281) acaba de substituir quatro modelos de seu acervo de carros
antigos. Uma das novidades é o Packard 1940, que substitui o Packard
Super Eight 1934, importado pelo Conde Francisco Matarazzo, que foi o
primeiro veículo a ser registrado no país. Já o Packard
1931 dá lugar a um modelo 1929. Outras duas novidades ficam por
conta do Buick 1929, que substitui o Chrysler 1928, e o Alfa Romeo 1957,
que chega para assumir o lugar antes ocupado pelo Fórmula. Inaugurado
em julho deste ano, o Vilarejo São Paulo conta com um acervo de
62 veículos, expostos em sistema rotativo. O museu funciona de
terça a domingo, das 11 às 23 horas, e não cobra
ingresso (Carsale, 26 de novembro).
Audi
A3 brasileiro ganha mais um ano de sobrevida
A Audi do Brasil anunciou que pretende
prorrogar por mais um ano a produção do compacto A3 na sua
fábrica de São José dos Pinhais (PR). A montagem
do modelo, que estava programada para ser encerrada no final de 2005,
foi estendida até o segundo semestre de 2006. O Brasil perdeu para
a matriz na Alemanha o projeto de produção da nova versão
do veículo, que começou a ser fabricada nesse ano em Ingolstadt.
Com o fim da produção do atual A3, o novo modelo vendido
no Brasil será importado. A decisão de não produzir
mais o A3 no país foi tomada em função dos baixos
volumes de vendas no mercado nacional e da necessidade de fazer investimentos
pesados para adaptar a atual linha de produção, segundo
Denise Cecatto, gerente de comunicação corporativa da Audi
do Brasil. A fabricação local do modelo, que no ano passado
chegou a 8,3 mil unidades, deve encerrar 2004 em 7 mil unidades. A Audi
iniciou produção no Brasil em 1999 por meio de uma joint
venture com a Volkswagen na fábrica de São José dos
Pinhais. Fruto de investimentos de R$ 1,2 bilhão - dos quais 80%
aplicados pela Volks e 20% pela Audi - a unidade produz hoje 650 unidades/dia
dos modelos A3, Golf e Fox. O A3 compartilha a mesma plataforma do Golf,
cuja nova versão também não será produzida
no Brasil (Gazeta Mercantil, 25 de novembro).
Sundown
investe em Manaus para dobrar produção já em 2005
A Companhia Brasileira de Bicicletas (CBB), que comercializa no País
produtos da marca Sundown, vai investir US$ 2 milhões na fábrica
de Manaus (AM). "Vamos dobrar a capacidade de motocicletas, de 30
mil para 60 mil unidades por ano para atender a demanda do setor em 2005",
disse o presidente da empresa, Antônio Carlos Romanoski. Desde que
ingressou no segmento de motocicletas em fevereiro de 2002, a CBB vem
mantendo o desempenho crescente em um mercado liderado pela Honda, que
tem 85% de participação, com a venda de 653.393 unidades
no acumulado do ano. De janeiro a outubro a CBB aumentou em 363,9% suas
vendas em relação a igual período de 2003, para 8.267
unidades, se posicionando em terceiro lugar no mercado brasileiro de motos,
atrás da Yamaha, que vendeu 99.818 unidades, 7,6% a mais em relação
ao mesmo período de 2003, segundo a Abraciclo, associação
que reúne os fabricantes. "Em 2004 consolidamos o nosso foco
com o lançamento de motocicletas de 125 cilindradas - modelo mais
vendido no Brasil", disse Romanoski. De 800 mil motos vendidas por
ano, 60% são de modelos de 125 cilindradas (Gazeta Mercantil, 25
de novembro).
Feirão
reúne concessionárias GM, Fiat, Ford e Volkswagen
O consumidor poderá encontrar em um mesmo espaço ofertas
especiais de veículos das marcas General Motors, Fiat, Ford e Volkswagen.
É que as concessionárias Viamar (GM), Itavema (Fiat), Sandrecar
(Ford) e Avel (Volks) vão participar da Briga de Gigantes, megafeirão
que será realizado nos próximos sábado e domingo,
das 9h às 20h, no estacionamento do supermercado Carrefour de São
Bernardo, no ABC paulista. Além da comodidade de poder comparar
preços de várias marcas num único local, o consumidor
encontrará ofertas especiais. Exemplo disso são os carros
que serão vendidos a partir de R$ 18.990 (frente não-incluso):
para os modelos populares básicos do Chevrolet Celta Life, Ford
Ka, Volkswagen Gol GII e Fiat Palio (Folha Online, 25 de novembro).
Santa
Catarina no mapa da produção automotiva
A Federação das Industrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc)
apresentou o projeto A4, que se trata de um modelo fora-de-estrada com
tração nas quatro rodas a ser produzido no Estado. O projeto
de desenvolvimento do carro – que contará com tecnologia,
insumos e peças fabricadas por empresas da região –
foi bancado inicialmente por empresários da região. Ao todo
foram investidos R$ 12 milhões e para a finalização
do projeto serão necessários mais R$ 3 milhões. A
expectativa do grupo de empresários é de que este valor
seja captado em curto prazo, após a apresentação
do protótipo. De acordo com o grupo, a previsão é
de que o modelo passe a ser comercializado 24 meses após a reunião
para captação de recursos. Com a instalação
de uma montadora em Santa Catarina, o estado deixará de ser o único,
entre os cinco maiores exportadores nacionais, a não contar com
um fabricante local (Carsale, 25 de novembro).
A
hora na verdade no preço dos combustíveis
Passado o segundo turno das eleições municipais, está
chegando a hora da verdade em relação ao preço dos
derivados de petróleo. O Governo Federal até tentou disfarçar
autorizando um aumento quase simbólico entre os dois turnos das
eleições. Ganhou tempo, porque nas últimas semanas
a forte pressão sobre os preços internacionais perdeu força.
Foi o suficiente para que a Petrobrás passasse um pito público
no Banco Central sobre projeções de preço que a autoridade
monetária tem por obrigação estimar. Só mesmo
no Brasil uma estatal tem ousadia de criticar, de modo inconseqüente
e nada cortês, a política do guardião da moeda, o
bem material de maior importância de qualquer nação.
Pelo jeito, 20 anos de superinflação já foram esquecidos
(Fernando Calmon, Alta Roda, 25 de novembro). Leia mais...
Uma nova contabilidade para o setor automotivo
Finalmente, “vazou” o plano que a Anfavea estuda com o governo
para crescimento sustentável do mercado interno. Conceito é
financiar, à parte, a brutal carga de impostos sobre automóveis.
Em linguagem contábil, espécie de diferimento. Boa idéia,
mas depende também de convencer 27 governadores. Fora a ciumeira
de outros setores industriais... (Fernando Calmon, Alta Roda, 25 de novembro).
Vendas
de comerciais leves usados sobem 37%
Outro sinal positivo de bons ventos, que sopram no momento, é a
reação na comercialização de veículos
leves usados, um termômetro bem útil. Segundo a Assovesp,
associação paulista de comerciantes do setor, vendas subiram
37% em relação a outubro de 2003. Recuperação
deste mercado é indicador de confiança com reflexos nos
carros zero-km (Fernando Calmon, Alta Roda, 25 de novembro).
PSA
promove a ocupação em Porto Real
Tudo ocorrendo dentro do previsto, fábrica da Peugeot-Citroën
em Porto Real, RJ deve atingir 80% de sua capacidade instalada, em dois
turnos, já em 2005. Quando partir para o terceiro turno significará
números azuis definitivos no balanço. Em visita ao Brasil,
presidente do grupo, Jean-Martin Folz, reafirmou seu apoio à consolidação
automobilística do Mercosul. Alguns de seus pares são mais
frios (Fernando Calmon, Alta Roda, 25 de novembro).
Os
avanços na área de nanotecnologia
A nanotecnologia começa a despertar interesse na comunidade acadêmica
nacional. Haverá um seminário em maio de 2005 sobre as maravilhas
da ciência do bilionésimo do metro. Entre conquistas por
vir, o pára-brisa totalmente repelente a água. No futuro,
aposentará palhetas e limpadores (Fernando Calmon, Alta Roda, 25
de novembro).
Depois
do Simca do Vigilante, a recuperação do Copersucar
A restauração completa do Copersucar FD01, primeiro Fórmula
1 brasileiro que estreou há 30 anos, fez parte das comemorações
no Brasil do centenário da Dana no mundo. Empresa já havia
demonstrado respeito à memória automobilística, quando
patrocinou a recuperação do Simca Chambord utilizado no
venerável seriado da TV Tupi, Vigilante Rodoviário (Fernando
Calmon, Alta Roda, 25 de novembro).
Fábrica
da VW de São Carlos acelera produção
A fábrica da Volkswagen de São
Carlos (SP) que comemora oito anos de operação neste mês
prevê um aumento de 5% a 10% na produção de motores
em 2005. "Este ano vamos fechar com volume recorde de 355 mil unidades
fabricadas, das quais 70 mil serão de motores bicombustíveis",
disse Hans Lorenzen, supervisor de produção. O total representará
um crescimento de 51% sobre as 235 mil unidades fabricados em 2003. De
janeiro a setembro foram produzidos 267 mil motores. (Gazeta Mercantil,
24 de novembro).
Europa
terá destaque nas vendas do Brasil em 2005
A Europa promete ser o grande destaque das exportações do
setor automotivo brasileiro em 2005, segundo Elizabeth Carvalhaes, vice-presidente
da Anfavea para área de comércio internacional. Apesar de
adiado para 2005, o acordo com a União Européia promete
aumentar "significativamente" as vendas para o bloco, de acordo
com a executiva, que também é diretora adjunta de relações
governamentais da Volkswagen do Brasil. Hoje a Europa é destino
de apenas 4,9% das exportações do setor automotivo no Brasil.
As vendas brasileiras concentram-se atualmente na América do Norte,
com 35,8%, América do Sul, com 35,6%, Ásia, com 15,3%, e
África, com 7,4%. (Gazeta Mercantil, 24 de novembro).
Perkins programa volume de fabricação
até 2010
A Perkins Motores do Brasil, fabricante de motores diesel e a gás,
pertencente ao grupo norte-americano Caterpillar, prepara-se para dar
um salto na sua operação no Brasil. A companhia vai dobrar
sua produção em 2005, quando deve chegar à marca
de 19 mil unidades, e prepara um novo pacote de investimentos, de US$
5 milhões, que lhe permitirão alcançar uma produção
de 50 mil motores entre 2006 e 2010. Desse volume, entre 30% e 35% devem
ser exportados, afirmou o gerente técnico, Wilson Lotério.
A empresa, que até agora só atuava no mercado interno, fechou
acordos de exportação com a Caterpillar e a Nacco, fabricante
de empilhadeiras, nos Estados Unidos, que devem começar em 2005.
Também no próximo ano, a Perkins inicia a produção
de uma nova linha de motores de quatro cilindros não emissionados
e de uma família de motores para grupo gerador, de quatro e seis
cilindros, segundo Lotério. (Gazeta Mercantil, 24 de novembro).
John
Deere recebe "Homem do Aço 2004''
No ano do seu 167º aniversário, a fabricante de máquinas
e implementos agrícolas, John Deere, foi homenageada pela Associação
do Aço do Rio Grande do Sul (AARS) ontem à noite, na sede
da Fiergs, com o troféu 'Homem de Aço 2004'. A distinção
instituida em 1975 destaca as empresas que contribuíram para o
desenvolvimento do setor sídero-metalúrgico. O vice-presidente
mundial da Deere & Company e presidente da John Deere do Brasil, Jim
Martinez, ressaltou que o grupo aposta na economia do RS e do Brasil.
Lembrou que o investimento de 250 milhões de dólares, dos
quais 80 milhões na implantação de uma fábrica
de tratores em Montenegro, 30 milhões na planta industrial de Horizontina
e 140 milhões em capital de giro reforça esta confiança.
O presidente da AARS, José Antônio Fernandes Martins, elogiou
a John Deere, definindo a empresa como 'ícone gaúcho e nacional,
mas manifestou-se preocupado com o sucateamento da infra-estrutura - 80%
da malha rodoviária federal estão comprometidos. O governador
Germano Rigotto disse que o troféu é justo, pois o compromisso
de trabalho da John Deere envolve filhos e netos do RS. (Correio do Povo,
24 de novembro).
Mischke
deixa a Lamborghini
O grupo alemão Audi nomeou Stephan
Winkelmann para ser o novo presidente de sua filial italiana de automóveis
esportivos Lamborghini a partir do início de 2005, informou ontem
a empresa. Winkelmann, até agora presidente da marca italiana Fiat
na Alemanha, substituirá Werner Mischke, até agora responsável
pela Lamborghini, que deixará o cargo "por acordo mútuo
e por razões pessoais", disse a Audi em um comunicado. O novo
chefe tinha sido nomeado chefe da Fiat na Alemanha há apenas 10 meses.
A mudança de diretores nas marcas do grupo Volkswagen faz parte,
segundo fontes do setor, da reestruturação empreendida por
seu presidente, Bernd Pischetsrieder. (Gazeta Mercantil, 23 de novembro)
Banco
Daimler aumenta vendas
O Banco DaimlerChrysler, que atende a marca Mercedes-Benz no Brasil, obteve
alta de 69,5% no volume de novos negócios em outubro em relação
ao mesmo mês de 2003. No período a instituição
movimentou R$ 143 milhões com o financiamento de 1.712 veículos.
Em comparação ao acumulado de janeiro a outubro, o banco
movimentou R$ 1,21 bilhão a partir das operações
de 16.504 veículos, alta de 92,4% em igual período de 2003.
"Nossa meta inicial para este ano, que era de atingir a marca de
R$ 1 bilhão, foi ultrapassada em setembro. Por isso, elevamos nossa
previsão para fechar 2004 com R$ 1,4 bilhão ", disse
Xavier Accariès, diretor Comercial e de Marketing do Banco DaimlerChrysler.
(Gazeta Mercantil, 23 de novembro)
Produção
da China pode superar a alemã
A produção de veículos da China, incluindo automóveis,
comerciais-leves, caminhões, ônibus, entre outros modelos,
deve fechar o ano de 2004 como a terceira maior do mundo, superando a
da Alemanha, segundo pesquisa do semanário alemão Welt am
Sonntag. Segundo a publicação, o mercado chinês deve
ficar com 5,73 milhões de veículos produzidos esse ano.
Como base de comparação, o jornal alemão cita que
a Alemanha produziu 5,15 milhões de veículos em 2003 e que
esse volume não deve aumentar o suficiente até o final de
2004 para ultrapassar a produção chinesa. (Carsale, 23 de
novembro).
Salão
de Bolonha começa no próximo dia 4
O Salão de Bolonha (Itália), começa no próximo
dia 4 dezembro com provas demonstrativas de rali, alguns lançamentos
e vários protótipos. As corridas na lama contarão
com as equipes Ford, Mitsubishi e Subaru e vão ter pilotos de primeira
categoria, como Colin McRae, campeão mundial de 1996 e Brands Gronholm,
que detentor os título de 2000 e 2002. Entre as novidades, serão
destaque os modelos mostrados em Paris (França), em setembro, como
a Ferrari F430 e a nova geração do Porsche 911. (Carsale,
23 de novembro).
A
indústria de motores acelera
A indústria de motores – equipamentos
considerados o coração dos automóveis - , vai ficar
com parcela significativa dos cerca de US$ 1,5 bilhão em investimentos
inicialmente programados pelas montadoras e fornecedores de autopeças
para 2005. O setor é dominado pelas próprias fabricantes
de veículos e empresas independentes que desenvolvem tecnologia
própria para o carro nacional e também se consolidam como
plataforma de exportação de motores de baixa cilindrada.
No rastro das montadoras, o setor vai produzir este ano volume recorde
de 2,4 milhões de motores, dos quais 14% para exportação.
A perspectiva para 2005, que será dominado pelos motores multicombustíveis,
é de crescimento de 10%. As vendas externas devem totalizar 400
mil unidades. “O Brasil tem custos competitivos, mão-de-obra
qualificada e tecnologia”, justifica o coordenador do grupo de motores
do Sindicato Nacional dos Fabricantes de Autopeças (Sindipeças),
Rodrigo de Castro Pereira Nunes. O País, diz ele, especializou-se
principalmente no desenvolvimento dos equipamentos de baixa cilindrada,
como as versões 1.4 e 1.6. (Estadão, 22 de novembro).
BorgWarner
eleva nível de nacionalização dos produtos
A subsidiária brasileira da BorgWarner Turbo Systems já
iniciou o processo de nacionalização do conjunto de embreagens
para ventiladores de refrigeração de motor que equipa o
caminhão Titan da Volkswagen. Segundo Sérgio Castioni Veirnet,
gerente geral da empresa, esse componente - da série 710 - é
todo importado da Alemanha e a meta da empresa é elevar o conteúdo
de peças brasileiras para 75% em 2005. "É o índice
máximo de itens nacionais que esse produto pode conter, porque
o silicone que se utiliza nas embreagens não tem fabricante no
Brasil", explica Veirnet. (Gazeta Mercantil, 22 de novembro).
Delphi
prevê 2,4 milhões de veículos
Preocupada em atender à crescente demanda do setor automotivo nacional,
a Delphi Automotive Systems líder mundial em autopeças,
montou uma equipe de engenheiros e técnicos para trabalhar especialmente
junto aos fornecedores do nível dois no País com o objetivo
de melhorar seu desempenho. "Temos alguma dificuldade de fornecimento,
principalmente de fundidos e forjados. Por isso, queremos reduzir os custos
e aumentar a produtividade dos nossos fornecedores", disse Gábor
Deák, presidente da Delphi para a América do Sul. Eleito
ontem em São Paulo presidente da SAE Brasil - Sociedade de Engenheiros
da Mobilidade -, durante o congresso anual da entidade, Deák espera
que a produção nacional de veículos atinja 2,4 milhões
de unidades em 2005. Neste ano, segundo Deák, a receita da Delphi
na América do Sul deverá chegar a US$ 658,8 milhões,
o que representará um crescimento de 35% em relação
aos US$ 488 milhões do ano passado. As exportações
representam 25% do faturamento, informou o dirigente (Gazeta Mercantil,
19 de novembro).
Setor
propõe novo ciclo de expansão
As montadoras reivindicam plano setorial para criar condições
de crescimento sustentado. As montadoras instaladas no Brasil querem recriar
um novo ciclo de crescimento da produção de veículos
como o registrado entre 1990 e 1997, que passou de 914 mil unidades para
2,07 milhão de unidades. "Nesse período crescemos 12,4%
ao ano, impulsionados pela estabilidade econômica e outros fatores
positivos", disse ontem o presidente da Anfavea. Depois do circulo
virtuoso, vieram as condições desfavoráveis - a indústria
automobilística espelhou essa situação e só
agora, em 2004, retomará a produção acima de 2 milhões
de veículos. As medidas de incentivos para acelerar a venda de
carros, sinalizadas nos últimos dias pelo presidente Luiz Inácio
Lula da Silva e pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Exterior, Luiz Fernando Furlan, claro, foram bem recebidas pelas montadoras.
Mas, Anfavea quer ampliar o debate sobre o setor. "Descartamos ações
pontuais, imediatistas e de curto prazo. Nossa visão é estrutural.
Precisamos de medidas que tragam crescimento sustentável",
afirmou Golfarb. O dirigente disse que a Anfavea levou a vários
setores do governo um esboço de política setorial com pontos
que pretende colocar em discussão. "Quando assumimos consensualmente
essa tarefa, não imaginamos que uma decisão possa vir em
seis meses, até porque a complexidade não permite imediatismo"
(Gazeta Mercantil, 19 de novembro).
Montadoras
querem vender 2 mi de veículos por ano até 2006
As montadoras querem elevar as vendas internas de veículos para
2 milhões de unidades por ano. A meta é alcançar
esse volume até 2006. Pelas previsões da Anfavea, as vendas
deverão chegar a 1,540 milhão de unidades neste ano. Para
incrementar as vendas em cerca de 500 mil unidades, a Anfavea conta com
a criação de um plano de política setorial para a
indústria automotiva. Esse plano deve prever incentivos para os
investimentos, produção, vendas e utilização
dos veículos. Se esse plano não for criado, a Anfavea estima
que a indústria brasileira perderá investimentos para outros
mercados, como Leste Europeu, China e Índia. Como conseqüência,
a indústria nacional perderá competitividade, já
que os investimentos serão destinados para outros parques, que
também concorrem com o Brasil no mercado mundial. Além de
perder lugar no comércio internacional, a Anfavea também
se preocupa com a posição da indústria brasileira
dentro do mercado interno. Alguns acordos bilaterais, como com o México,
serão ampliados a partir de 2005 para 210 mil unidades anuais.
"Os acordos são vias de mão dupla. Do mesmo jeito que
outros mercados se abrem para nós, outros países também
vão querer vender seus produtos aqui", afirmou Golfarb. Segundo
ele, a indústria precisa estar preparada para esse movimento de
mercado. "Ninguém compra carro por conta da bandeira de nacionalidade.
As pessoas compram pelo preço, pela qualidade e por outros fatores."
(Folha de S.Paulo, 19 de novembro).
Celulares
poderão abrir as portas do carro
Os telefones celulares adquirem cada vez mais funções, como
câmera fotográfica, gravador, calculadora, entre outras finalidades.
Em breve, o aparelho telefônico também poderá ser
usado como controle remoto para abrir as portas do carro. Esse novo recurso
ainda está em estudo, já que envolve questões de
segurança, que poderão ser resolvidas por códigos
a serem digitados pelos usuários, por exemplo. Já existem
protótipos de celulares capazes de destravar as portas do carro
que poderão ser lançados no mercado em breve. Mas, por enquanto,
os telefones móveis agem apenas nos sistemas de navegação
por satélite e como integrantes dos equipamentos de telefonia dos
carros. Apenas a título de curiosidade, no filme do agente secreto
007, "Amanhã Nunca Morre", havia um telefone celular
capaz de controlar o carro, inflar pneus e dar choques de 20 mil (Carsale,
19 de novembro).
Vendas
de populares caem na 1ª quinzena
As vendas de modelos populares caíram na primeira quinzena de novembro
em relação ao mesmo período do mês passado.
Nos primeiros 15 dias desse mês foram vendidas 24.980 unidades,
0,68% a menos do que o registrado nas duas primeiras semanas de outubro,
quando a indústria automobilística vendeu 25.152 unidades.
Na comparação com a primeira quinzena de novembro de 2003
(27.503 unidades vendidas) a queda foi de 9,1%. A participação
dos populares nas vendas da primeira quinzena de novembro ficou em 46,6%,
0,9 ponto percentual a menos do que mesmo período do mês
passado (47,5%). Na comparação com a primeira quinzena de
novembro de 2003, quando a participação dos populares foi
de 55,8%, a queda foi de 9,2 pontos percentuais. No acumulado de 2004,
os modelos do segmento representam 47,5% do total das 1.236.351 unidades
vendidas (Carsale, 19 de novembro).
Receita
da Embraer é 80% maior que a de 2003
A crise financeira que afeta as principais companhias aéreas dos
Estados Unidos obrigou a Embraer a refazer suas previsões de entrega
de aeronaves em 2004. Mesmo assim a empresa continua superando os números
de 2003. No período de janeiro a outubro deste ano as exportações
da Embraer somaram US$ 2,7 bilhões, volume 80% superior se comparado
ao mesmo período de 2003. As entregas de aeronaves, este ano, apesar
da redução de 15 jatos, provocada pela situação
de concordata da US Airways, ainda serão 43% maiores que no ano
passado. Em outubro, no entanto, as exportações da Embraer
atingiram US$ 242 milhões, 21% menor que em setembro, quando a
empresa exportou US$ 309 milhões. A receita líquida da empresa
no acumulado de janeiro a setembro atingiu R$ 7,5 bilhões (Gazeta
Mercantil, 18 de novembro).
Banco
Volks faz 60% das vendas de 0 km
O Banco Volkswagen é responsável por mais de 60% das vendas
de carros zero-quilômetro da Volks do Brasil. 'Conseguimos isso
por meio da parceria com nossos revendedores. Eles analisam o histórico
e facilitam a aprovação dos cadastros com a central do Banco
Volkswagen, em São Paulo. Também implantamos um sistema
denominado Controle de Crédito On-Line (CCO), que atua como um
facilitador de negócios, pois os cadastros são aprovados
em 15 minutos', explica o supervisor do Banco Volkswagen para a região
Sul, Dalmo Bestetti (Correio do Povo, 18 de novembro).
Portas
de veículos devem ficar mais seguras em 2008
Os Estados Undos e mais 21 países devem entrar com processo para
tornar mais rigorosos os padrões de segurança das portas.
Depois que as novas normas forem adotadas, os fabricantes de todas as
marcas terão que seguí-las. As mudanças que deverão
ser adotadas devem incluir reforços e dispositivos que impeçam
que as portas sejam abertas em caso de acidente. Segundo o departamento
norte-americano responsável pela segurança no trânsito,
se tudo der certo, os novos padrões devem entrar em vigor a partir
de 2008. Segundo o supervisor do departamento de segurança no trânsito
dos Estados Unidos, Steave Kratzke, estima-se que 11 pessoas morrem no
país ianque todos os anos porque as portas de seus carros foram
abertas em acidentes. Kratzke diz também que mantendo as portas
fechadas em colisões também será possível
estabelecer um funcionamento mais eficaz de itens como air bags laterais
e barras de proteção contra capotamento (Carsale, 18 de
novembro).
Para
direção da SAE produção atingirá 2,2
milhões neste ano
A produção de veículos brasileiros em 2004 deve ultrapassar
o volume de 2,1 milhões de unidades projetados pela Anfavea e chegar
a 2,2 milhões, com 1,6 milhão absorvidos pelo mercado interno.
A revisão da meta, resultado da expectativa de aquecimento da economia
nos últimos dois meses do ano, foi apresentada na terça-feira,
16, pela diretoria da SAE Brasil, durante abertura do 13º Congresso
e Exposição Internacionais de Tecnologia da Mobilidade,
em São Paulo. E os recordes não param por aí. De
acordo com Hugo Ferreira, presidente do congresso e da Dana South America,
as exportações da indústria devem alcançar
US$ 13 bilhões, somados todos os elos da cadeia automotiva, do
total de US$ 100 bilhões esperados para a balança comercial
brasileira: “Nunca antes tivemos desempenho tão significativo.
Até este ano nosso melhor resultado girava em torno de US$ 9 bilhões”.
Para 2005 a expectativa de Ferreira é que a participação
do setor de autopeças nos embarques ao Exterior pa sse de US$ 5
bilhões para US$ 6 bilhões. (AutoData, 17 de novembro).
Pacote
fiscal para vender mais carros - 1
O ministro da Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando
Furlan, confirmou ontem, na fábrica da Fiat Automóveis,
em Betim (MG) que governo federal irá lançar um pacote fiscal
em 2005, para aumentar a venda de veículos no mercado interno.
A meta, conforme o ministro, é comercializar 500 mil carros a mais
em 2006, chegando a dois milhões de automóveis por ano.
"Uma das maneiras de se alcançar este volume de comercialização
é postergar uma parte da tributação retirando do
carro novo o imposto que tem hoje. Esse imposto será recolhido
à medida que o carro vai sendo utilizado", disse. Entretanto,
Furlan admitiu que as negociações passam também pelos
governos estaduais, já que boa parte dos impostos embutidos nos
valores dos veículos são recolhidos pelos tesouros estaduais.
"A proposta que a Anfavea colocou já prevê que não
haverá queda de arrecadação do Tesouro Nacional,
porque o aumento da produção compensaria uma eventual perda
de impostos. Mas isso depende principalmente dos governos estaduais",
acrescentou o ministro (Gazeta Mercantil, 17 de novembro).
Pacote
fiscal para vender mais carros - 2
O presidente da Fiat do Brasil, Roberto Vedovato, disse que a montadora
já estuda a hipótese de redução de preços,
se a demanda no mercado interno for incentivada. "Dessa forma não
se perde em arrecadação. Mas o governo deve elaborar agora
sua proposta". Segundo o executivo, para o mercado automobilístico
alcançar o crescimento esperado pelo governo federal há
a necessidade de incentivos para favorecer a camada da população
com menor poder aquisitivo. "A renda no Brasil ainda é muito
baixa e para permitir que o consumidor compre um carro novo tem que haver
a possibilidade de pagamentos com prazos mais longos e acho que o governo
vai trabalhar nesse sentido", acrescentou. A expectativa da montadora
é fechar este ano com uma elevação da ordem de 11%
nas vendas de veículos e em 2005 este número seja acrescido
de 4% a 5% (Gazeta Mercantil, 17 de novembro).
Elring
Klinger fará peça de motor em plástico
A Elring Klinger, fabricante alemã de autopeças, vai instalar
uma linha de produção de injeção de plásticos
para tampa de válvulas de motor na sua unidade de Piracicaba, no
interior de São de Paulo. Segundo Hans Eckert, diretor da Elring
Klinger do Brasil, a companhia vai aproveitar o know how que possui para
explorar a oportunidade de crescimento deste segmento de negócio
no mercado brasileiro. "Vamos oferecer componentes plásticos
para as montadoras que ainda importam essa peça da Europa",
disse Eckert, durante o Congresso Society Automotive Engineers (SAE) que
acontece até amanhã no Transamérica Expo Center,
em São Paulo (Gazeta Mercantil, 17 de novembro).
Advantage,
a série especial do Astra
A General Motors está lançando a série especial Advantage
para o hatch Astra, de duas portas. O modelo custa R$ 38.990 e traz ar-condicionado,
direção hidráulica, trio elétrico (vidros,
retrovisores e travas) e rodas de alumínio. O motor é o
mesmo 2.0 bicombustível das outras versões, que rende 127
cv com álcool e 121 cv com gasolina. Por fora, a única diferença
fica por conta da inscrição Advantage (Diário de
São Paulo, 17 de novembro).
John
Deere operará em Montenegro em 2006
A John Deere lançou a pedra fundamental da fábrica de tratores
que implantará em Montenegro, com produção prevista
a partir de 2006. Dois integrantes da diretoria mundial da empresa participaram
do evento, quando foi anunciada a transferência do vice-presidente
sênior de Manufatura e Engenharia da Deere & Company, Max Guinn,
para Porto Alegre e a promoção do presidente da John Deere
do Brasil, Jim Martinez, para a vice-presidência mundial para a
América do Sul. 'O investimento em Montenegro eleva o compromisso
da John Deere com o RS a um novo patamar', afirmou o presidente da Divisão
Agrícola para Europa, África e América do Sul, David
Everitt. 'O investimento é muito importante para o RS, que passará
a fabricar 70% das máquinas agrícolas produzidas no Brasil',
ressaltou o governador Germano Rigotto (Correio do Povo, 17 de novembro).
Ford
vendeu a fábrica de motores Cosworth
A Ford vendeu este final de semana o fabricante de motores Cosworth, que
equipa modelos de diversas categorias do automobilismo mundial. Os novos
proprietários da marca são Kevin Kalkhoven e Gerald Forsythe,
da OWRS, organizadora da Champ Car, correspondente à Fórmula
Mundial. Todos os monopostos da competição usam motores
Cosworth. A Cosworth foi fundada em 1958 e hoje conta com uma planta -
localizada em Northampton (Inglaterra) - que emprega 600 pessoas. Os motores
da marca já deram o título para grandes ídolos da
Fórmula 1, como os brasileiros Nelson Piquet e Emerson Fittipaldi.
Além da Cosworth, a Ford anuncia também a venda da equipe
Jaguar de F-1 para o fabricante de bebidas Red Bull (Carsale, 17 de novembro).
Crescimento
do setor automotivo em pauta
O
crescimento de 8% do mercado brasileiro de veículos em 2004 prepara
o terreno para uma firme tendência de recuperação
ao longo dos próximos anos. Falta, porém, um consenso de
qual será o ritmo dessa reação de vendas e isso depende
também da situação da economia como um todo. Este
ano o Brasil vai bem. Vamos crescer 4,2%, mas sobre uma base comparativa
muito baixa, a de 2003. Repetir esses números positivos em 2005
já não será tão fácil (Fernando Calmon,
Alta Roda, 15 de novembro) Leia mais...
Batendo
o nível dos 100 mil empregos
Depois de seis anos, a indústria voltou a empregar diretamente
mais de 100.000 pessoas em outubro. Foram 10.000 novos postos desde janeiro
e remunerados acima da média da indústria geral. Com a tendência
mundial de terceirização e de robotização,
é um bom número. Na cadeia produtiva, pelo menos mais 30.000
empregos (autopeças e concessionárias). (Fernando Calmon,
Alta Roda, 15 de novembro)
Falta
espaço para pickup Fiesta em Camaçari?
Pickup Fiesta está mesmo “encantada”. Prevista nos
planos iniciais para a fábrica de Camaçari, BA, ainda carece
de definições. Para complicar, é provável
que a capacidade instalada esteja totalmente coberta dentro de 18 meses
só com hatch, sedã e EcoSport, se os mercados interno e
externo continuarem no ritmo atual. Fora da Bahia os custos são
mais altos (Fernando Calmon, Alta Roda, 15 de novembro)
O
flex da Saab com tecnologia da Ford
Mesmo no mundo globalizado, há falhas de comunicação
que prejudicam cooperação técnica e aumentam custos.
No recente Salão de Paris, a Saab, do Grupo GM, mostrou um motor
flex com tecnologia da Ford americana. Engenharia da GM do Brasil garante
que isso não se repetirá, pois a marca sueca se integrará
mais daqui em diante (Fernando Calmon, Alta Roda, 15 de novembro)
Prensagem
radical contra desmanches clandestinos
Entre as sugestões para acabar com desmanches clandestinos, que
receptam produtos roubados, há uma bem radical: compactar em grandes
prensas veículos acidentados com perda total. A baixa dos documentos
seria automática para evitar as clonagens. Melhor, porém,
seria uma fiscalização dos ferros-velhos atuais. Eles estão
por toda a parte, desmontando ilegalmente (Fernando Calmon, Alta Roda,
15 de novembro).
RS exporta ônibus para Arábia
Cem ônibus do modelo rodoviário serão embarcados no
próximo dia 19, no Porto de Rio Grande, a bordo do navio Carmem
B. A carga faz parte de um lote de 273 unidades produzido pela empresa
Comil Carrocerias e Ônibus, de Erechim, que terá como destino
a Arábia Saudita. O lote é composto por 200 veículos
do modelo rodoviário e 73 do urbano e está avaliado em 20
milhões de dólares. Será a maior exportação
já feita pela Comil para um único cliente. Os ônibus
foram compradas pela Taseco, operadora de ônibus com sede em Jeddah.
Os modelos urbanos vão circular pelas ruas da cidade de Meca, e
os rodoviários farão o transporte de fiéis muçulmanos
durante o Hajj, época de peregrinação à cidade
sagrada. As unidades foram adaptadas para atender ao mercado árabe.
Na parte interna do ônibus foi instalado, por exemplo, um reservatório
de água para que os peregrinos, como prescreve o ritual, lavem
o rosto e as mãos antes das orações (Correio do Povo,
15 de novembro).
Volkswagen
corta investimentos em 6%
A Volkswagen disse que cortará em 5% o investimentos em operações
automobilísticas nos próximos dois anos, além de
reduzir os investimentos em suas joint ventures na China, para estancar
as quedas sucessivas no lucro desde 2002 (Dow Jones/Estadão, 15
de novembro).
Lula
quer reduzir impostos de carros
O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem que quer intermediar
em 2005 um amplo acordo do governo federal e dos governos estaduais com
a indústria automobilística para redução de
impostos sobre veículos. O anúncio foi feito durante a solenidade
que marcou o início da produção no País do
modelo Peugeot 206 SW, no Centro de Produção de Porto Real
(CPPR) da Peugeot Citroën, no sul fluminense. O presidente não
deu detalhes sobre a proposta, mas foi aplaudido ao mencionar que, na
véspera, assinara medida isentando a produção de
livros de tributos federais. “Queremos ver se no próximo
ano a gente pode fazer um acordo com a indústria automobilística
para que haja redução daqueles impostos que entendemos que
o Estado e o governo federal possam abrir mão, para que esses impostos
possam significar também mais crescimento da produção
de automóveis, mais consumo interno e mais emprego”, discursou
Lula. (Estadão, 12 de novembro).
Fras-le
consolida receita recorde e sobe ao Nível 1
A gaúcha Fras-le, integrante da holding Randon S.A. e maior fabricante
latino-americana de materiais de fricção, ingressou ontem
no Nível 1 da Bovespa, tornando-se a 32 empresa listada neste segmento
das que seguem as práticas de governança corporativa. O
Nível 1 é uma espécie de entry level para o conjunto
de companhias com ações na Bovespa que seguem preceitos
de boa governança. Além das 32 do Nível 1, há
cinco outras alinhadas no Nível 2, com regras mais rigorosas, e
apenas três no chamado Novo Mercado, absolutamente exigente de informações
e transparência na relação com o mercado e os acionistas
(Gazeta Mercantil, 12 de novembro).
ALL
controla custos e eleva o lucro
A América Latina Logistica (ALL) obteve um lucro líquido
de R$ 47,6 milhões no terceiro trimestre de 2004, indicando um
crescimento de 102,7% em relação ao desempenho de igual
período. O lucro líquido acumulado de nove meses ficou em
R$ 99,3 milhões , um evolução de 1.847,1% sobre o
apurado em setembro de 2003. "Apesar das adversidade que tivemos
de conviver, no último trimestre, o resultado da empresa foi muito
bom", disse o diretor operacional e de relações com
o mercado, Sérgio Pedreiro, da ALL. (Gazeta Mercantil, 12 de novembro).
Planos
ambiciosos da PSA na América do Sul
O presidente do grupo PSA Peugeot Citroën, Jean-Martin Folz, disse
ontem durante a inauguração da linha da produção
do modelo 206 station wagon da Peugeot, na fábrica de Porto Real
(RJ), que a contribuição da América do Sul aos resultados
consolidados do grupo mundial continuará negativa em 2004, porém
menor que em 2003, sem citar valores. "Esperamos obter uma melhora
em 2005, mas não podemos prever se atingiremos o equilíbrio
financeiro", destacou Folz. Ele atribuiu a participação
negativa das operações da América do Sul nos resultados
mundiais, em parte, ao alto conteúdo importado dos veículos
fabricados em Porto Real de 29%. Além de aumentar o volume de produção
na região Folz disse que o objetivo do grupo PSA é com a
integração local, ou seja, atrair mais fornecedores brasileiros,
o que aumentará o índice de nacionalização
dos produtos. Com 3,286 milhões de veículos vendidos no
mundo em 2003, o que lhe garantiu 5,8% de participação,
o grupo PSA é rentável mundialmente. Segundo Folz, de 1998
a 2003 o faturamento cresceu mais de 90%, de € 28,5 bilhões
para € 54,2 bilhões. O resultado líquido, que estava
negativo em € 420 milhões, saltou para € 1,5 bilhão
positivos.
Folz disse que o grupo PSA tem estratégias ambiciosas para a América
do Sul, onde mantém quatro fábricas - duas na Argentina,
onde faz carros médios e motores, e duas no Brasil, onde produz
carros pequenos e também motores. No Brasil, o grupo investiu desde
2001 cerca de US$ 725 milhões e, para a produção
da perua 206 - quarto modelo do grupo no País - foram gastos mais
US$ 30 milhões, segundo Folz (Gazeta Mercantil, 12 de novembro).
Volks
bate recorde em exportações
A Volkswagen do Brasil exportou 176.723 veículos até outubro.
Com isso, a empresa já superou em dez meses o total de vendas para
o exterior de todo o ano de 2003. No ano passado, a Volks também
havia batido recorde nas exportações, com 166.648 unidades
vendidas para o exterior. Para 2004, a meta da empresa é atingir
200 mil unidades enviadas para 50 mercados no exterior, com faturamento
de US$ 1,5 bilhão e um saldo na balança comercial de US$
1 bilhão. O modelo mais exportado da indústria brasileira
neste ano foi o Gol, com 91.863 unidades comercializadas para mais de
20 mercados. Em seguida aparecem Golf (25.305 unidades), Fox (18.049),
Polo (16.780), Parati (13.704) e Saveiro (5.028). Neste ano, a Volks passou
a vender para dez novos mercados: Marrocos, Argélia, Nigéria,
Bulgária, Abu Dhabi, Cazaquistão, Gabão, Gâmbia,
Rússia e Ucrânia. O maior mercado externo para a empresa
é o México, que recebeu 43% do total exportado pela marca,
seguido pela Argentina e Estados Unidos (Folha Online, 12 de novembro).
Montadoras
cortam férias para atender produção
A produção de veículos está em ritmo acelerado.
A expectativa das montadoras é fechar o ano com uma produção
de 2,1 milhões de unidades. Se confirmada a previsão, será
a maior produção da história da indústria
automotiva no país. Para dar conta desse incremento de produção,
as montadoras estão sendo obrigadas a cortar as tradicionais férias
de final de ano. Na Ford, por exemplo, os trabalhadores da fábrica
de motores de Taubaté (130 km de SP) não terão descanso.
A montadora ainda não definiu a programação de trabalho
das plantas de São Bernardo, no ABC paulista, e em Camaçari
(BA). Mas o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC informou que tudo
indica que somente parte dos funcionários da fábrica de
veículos de São Bernardo entrará em férias.
Os trabalhadores das fábricas de caminhões e da estamparia
não terão o descanso de final de ano. Segundo o diretor
do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques da Silva,
o trabalho também será contínuo em Camaçari
(BA). "As fábricas vão trabalhar direto, sem parada
para as férias." Na Scania, a produção em alta
vai acabar com as férias coletivas. Em vez de folga generalizada,
a empresa deve conceder férias seletivas para os funcionários
de São Bernardo. Já a General Motors adiou as férias
de dezembro para janeiro de 2005. A medida vale para as unidades de São
Caetano (ABC paulista), São José dos Campos (91 km a nordeste
de SP) e Gravataí (RS). O período de férias ainda
não foi marcado. Na DaimlerChrysler de São Bernardo, no
ABC paulista, os funcionários ficarão sem as tradicionais
férias de final de ano. Em vez disso, poderão folgar de
23 de dezembro a 3 de janeiro (Folha Online, 12 de novembro).
ALL
lucra R$ 47,6 milhões com expansão de 102,7%
A América Latina Logística (ALL), maior operadora logística
com base ferroviária da América Latina, obteve lucro líquido
de R$ 47,6 milhões no terceiro trimestre de 2004 - crescimento de
102,7% em relação ao lucro de R$ 23,5 milhões do mesmo
período de 2003. No acumulado de nove meses, a empresa apresentou
lucro líquido cerca de 20 vezes maior do que o do ano anterior, com
crescimento de 1.847,1% - de R$ 5,1 milhões para R$ 99,3 milhões
(Correio do Povo, 12 de novembro).
Biodiesel
poderá ficar isento de PIS e Cofins
A ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, afirmou ontem que o programa
nacional de biodiesel - que prevê a adição de 2% de
óleos vegetais ao diesel mineral - deverá contar com isenção
ou redução das alíquotas de PIS e Cofins. Depois
de encontro com o ministro da Fazenda, Antônio Palocci, ela explicou
que a idéia do governo é utilizar itens produzidos pela
agricultura familiar, como mamona e dendê. 'O programa terá
forte ênfase na desoneração fiscal para que agricultores
do semi-árido do país queiram produzir biodiesel. A alíquota
de PIS/Cofins pode ser suavizada, mas a tendência é que em
certos casos seja zero', disse ela. Para a ministra, o programa de biodiesel
é importante para que o Brasil consiga reduzir a dependência
da importação de diesel mineral e para ajudar a preservar
o ambiente (Correio do Povo, 12 de novembro).
Importadores
de veículos têm bom resultado em outubro
As empresas filiadas à Abeiva - Associação Brasileira
das Empresas Importadoras de Veículos Automotores repetiram em
outubro o resultado do mês de julho, representando ambos o melhor
resultado de vendas no atacado em 2004. Com 319 unidades comercializadas,
os importadores anotaram crescimento de 17,3% em relação
ao mês anterior, quando foram vendidas 272 unidades. Em relação
a outubro de 2003, cujo volume foi de 305 veículos, o crescimento
foi de 4,6%. No acumulado de 10 meses, as atuais associadas da Abeiva
também tiveram aumento nas vendas, agora de 8,8%. Foram 2.937 unidades
ante 2.699 em igual período de 2003, sugerindo, assim, uma tendência
de alta, embora ainda incipiente. A participação da Abeiva
sobre o mercado total foi de 0,23%, enquanto em setembro essa marca foi
de 0,19% (Carsale, 12 de novembro).
O
lucro da Randon aumenta 145%
A Randon
S.A. Implementos e Participações e suas controladas encerraram
o terceiro trimestre de 2004 com um lucro líquido de R$ 91,9 milhões,
resultado 145% superior ao mesmo período do ano passado. A receita
líquida consolidada do grupo de Caxias do Sul alcançou R$
1,19 bilhão, uma elevação de 44% sobre intervalo
entre janeiro e setembro do exercício anterior. Já o faturamento
bruto nos nove primeiros meses de 2004 foi de R$ 1,70 bilhão, o
equivalente a um crescimento de 50% sobre o resultado nos três primeiros
trimestres de 2003. A margem bruta consolidada acumulada subiu de 29%
para 33% (Gazeta Mercantil, 11 de novembro).
Agrale
lança versão "off road" do jipe Marruá
A Agrale S.A., de Caxias do Sul (RS), apresentou ontem, em Gramado, na
Serra Gaúcha, a versão "civil" do jipe Marruá,
desenvolvida para as Forças Armadas, e que terá só
100 unidades produzidas para atender ao público praticante de "off
road". A empresa também lançou o chassi Midbus, que
abre mercado para ônibus intermediários com aplicações
urbanas e intermunicipais, e a linha 2005 de caminhões e chassis
com motorização eletrônica (Gazeta Mercantil, 11 de
novembro).
Braskem
investe na excelência operacional
A Braskem anunciou ontem o programa "Braskem +", que engloba
um conjunto de iniciativas e projetos que visam melhorar a competitividade
e ampliar os ganhos da empresa, gerando maior excelência operacional.
O projeto consiste em 218 iniciativas específicas, entre melhorias
de processos industriais, ampliação da capacidade produtiva,
construção de novas fábricas e corte de custos fixos
e variáveis. "Muitos processos da Braskem estão em
um nível ‘estado da arte mundial’, mas alguns ainda
não estão. Queremos chegar a um novo patamar de competitividade
através de melhorias operacionais, o que vai reforçar o
nosso posicionamento como uma petroquímica de classe mundial",
disse o diretor de relações externas da Braskem, Alexandrino
de Alencar. Com o programa, iniciado em meados deste ano, a Braskem espera
conseguir economias de R$ 420 milhões até 2007, em bases
anualizadas e recorrentes (Gazeta Mercantil, 11 de novembro).
Chevrolet
apresenta sua nova campanha
A Chevrolet lança na América Latina uma nova campanha institucional
para reforçar o compromisso da marca com os clientes. Na ação
de marketing denominada 'Ícone', a gravata borboleta dourada, símbolo
da Chevrolet, contará uma história sobre tecnologia, qualidade,
produtos e serviços. Segundo o diretor de Publicidade e Marketing
da General Motors para a América Latina, África e Oriente
Médio, Wayne Brannon, o objetivo da nova campanha é ajudar
a vender mais carros e picapes (Correio do Povo, 11 de novembro).
Exército dos Estados Unidos terá novo veículo
O gigantesco Humvee usado pelo exército norte-americano vai ser
substituído por um modelo ainda maior. Trata-se do Smart Truck
3, fabricado pela empresa sediada em Chicago (EUA), Internacional Truck
and Engine, especializada em produzir caminhões, pequenos ônibus
e motores a diesel. O verdadeiro monstro sobre quatro rodas pesa 3.628
kg, ante 2.267 kg do Humvee. Além de mais pesado, o novo carro
é um metro mais alto e 1,22 m mais longo que o Humvee, ou seja,
são 2,93 m de altura e 6 m de comprimento. O motor V6 4.5 turbodiesel
gera 240 cavalos e brutais 60,9 kgfm de torque a apenas 2.000 rpm, o que
é suficiente para atingir 137 km/h, segundo o fabricante. No Humvee
que será substituído, o motor é 6.5, mas o rendimento
é menor (195 cv e 52,5 kgfm a 1.800 rpm). Entre os recursos que
estarão disponíveis para os soldados destacam-se detector
da substância antrax, blindagem com reforço de Kevlar, câmeras
capazes de visualizar o inimigo à noite e monitores de 25 polegadas
ligados a computadores controlados por toques na tela. Além disso
haverá sistema de navegação por satélite e
sistema que permite detectar defeitos à distância. Mas o
que mais surpreende é que existem planos de lançar uma versão
para departamentos de segurança e até para cidadãos
comuns. Assim, o Smart Truck 3 passa a ser candidato a entrar no lugar
do Hummer como carro preferido de jogadores de basquete famosos e celebridades
norte-americanas (Carsale, 11 de novembro).
Vendas
de usados tiveram alta de 36,8%
As vendas de veículos usados pelas revendas independentes no Estado
de São Paulo, em outubro, totalizaram 49.916 unidades, volume 36,8%
maior que o registrado no mesmo mês do ano passado, apontam os dados
divulgados hoje (10) pela Associação dos Revendedores de
Veículos Automotores do Estado de São Paulo (Assovesp).
Com relação a setembro, quando foram comercializadas 48.573
unidades, houve alta de 2,8%. No acumulado do ano o mercado absorveu 444.527
veículos usados, 14% a mais que o consolidado em igual período
de 2003 (389.978 unidades) (Carsale, 11 de novembro).
Setor
siderúrgico tem lucro de 218%
O ganho operacional consolidado de cinco siderúrgicas de capital
aberto ilustra o desempenho do setor neste ano: aumento de 278% no terceiro
trimestre em relação a igual período de 2003, para
R$ 3,7 bilhões. O lucro líquido total cresceu 218% e somou
R$ 2,7 bilhões. A explicação para números
tão expressivos vem de uma combinação de fatores,
segundo analistas. O preço do aço continua alto, a demanda
internacional manteve-se aquecida e a queda do dólar de junho a
setembro (8,6%) reduziu as despesas financeiras. “As vendas para
o mercado doméstico também melhoraram, o que diminuiu os
custos com vendas (frete, ect.)”, destacoua analista Catarina Pedrosa,
do Banif Investment Banking. Como resultado, a receita líquida
global somou R$ 12,3 bilhões no trimestre, com alta de 58%. A geração
operacional de caixa, medida pelo Ebitda, avançou 123%, para R$
4,9 bilhões. (Estadão, 11 de novembro).
Peugeot
lança hoje no Rio seu segundo carro nacional
Montadora instalada no País há três anos, a PSA Peugeot-Citroën
lança hoje, na fábrica de Porto Real, município do
sul fluminense, seu segundo modelo de carro de fabricação
nacional, em solenidade que terá a presença do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva. O Peugeot 206 SW, versão perua
do modelo hatch, deve estar à venda a partir de março, como
motores 1.6 e 1.4 a gasolina. Até o fim de 2005, estará
disponível o modelo bicombustível (a álcool e a gasolina)
com motor 1.6. Para produzir a nova perua, a montadora investiu em torno
de US$ 30 milhões. A estimativa é que, das 15 mil unidades
que serão produzidas anualmente, 4 mil sejam exportadas. (Estadão,
11 de novembro).
Teste:
60% adulteram gasolina
A situação do mercado de combustíveis de São
Paulo é muito pior do que se imaginava. Levantamento feio em 10%
dos postos da Grande São Paulo pelo Departamento de Inteligência
da Polícia Civil do Estado, com a Secretaria da Fazenda, mostrou
que 60,9% vende gasolina adulterada. A fraude por mistura de álcool
– que em alguns casos supera 70% - e de solventes ao combustível.
Dos 238 postos analisados, em 153 havia adulteração. A mistura,
além de provocar danos nos automóveis, corrói também
os cofres do Estado. A Secretaria da Fazenda estima perdas de R$ 500 milhões
por ano. No País, pode chegar a R$ 5 bilhões. A situação
é definida como aberração por Hélio Pirani
Fiorin, diretor do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados
de Petróleo do Estado (Sincopetro). “Há postos que
vendem 1 litro de gasolina por R$ 1,79; o preço de custo é
R$ 1,81. Apesar das evidências, a ANP (Agência Nacional de
Petróleo) não faz nada.”. (Estadão, 11 de novembro).
GM
economiza R$ 300 mil ao exporta por São Sebastião
Por causa da saturação do Porto de Santos,
a General Motors, com mais de 20% da sua produção voltada
ao mercado externo, recorreu ao Porto de São Sebastião,
no litoral norte de São Paulo, para enviar veículos ao México,
um dos seus principais clientes. Essa mudança mostrou-se econômica.
O envio dos carros fabricados em São José dos Campos, no
Vale do Paraíba, e em São Caetano do Sul, no ABC paulista,
via São Sebastião resultou em economia de R$ 300 mil para
a montadora em relação a Santos, tradicional ponto de escoamento
de veículos brasileiros. Ontem, a montadora realizou seu primeiro
embarque de 4,540 modelos Corsa. Astra, Meriva e Montana por essa rota,
uma alternativa ao Porto de Santos, que opera no limite. "É
um embarque piloto, mas se tudo funcionar bem vamos usar esse porto com
mais freqüência", disse o presidente da GM, Ray Young.
(Estadão, 10 de novembro).
Petrobras
acelera projetos na área de petroquímica
A Petrobras está acelerando os novos projetos na área petroquímica
desde que a diretoria de Abastecimento foi assumida por Paulo Roberto
Costa, em maio. Segundo ele, três projetos, a serem tocados pela
Petroquisa (Petrobras Química), são prioritários:
o pólo gás-químico integrado de propeno e polipropileno
(PP), em Paulínia, SP; o complexo de ácido acrílico
(acrilatos) e SAP (polímeros superabsorventes), em Betim, MG, e
a refinaria de óleo pesado, em que um dos parceiros será
o Grupo Ultra, sem local definido. (Estadão, 10 de novembro).
Mercedes-Benz participa da Fetransrio
A Mercedes-Benz mostra durante a Fetransrio - que começa amanhã
e vai até dia 12 na Marina da Glória, no Rio, cinco chassis
para os transportadores locais - um é o chassi urbano OF 1722 M,
em vendas há apenas quatro meses, e indicado para uso urbano e
intermunicipal. Tem motor eletrônico Mercedes-Benz e freio motor
auxiliar Top Brake, equipamentos que segundo a marca "garantem ao
frotista ganhos significativos nos custos operacionais, em especial na
economia de combustível". Outros chassis exibidos - O 500
RS e RSD, recém-lançados no mercado - atendem serviços
rodoviárias nas médias e longas distâncias. A Mercedes
destaca que no item manutenção, o principal destaque desses
ônibus é o sistema "diagnose on board" que permite
ao condutor verificar de imediato itens relacionados ao funcionamento
do motor, temperatura, código de falhas entre outros. Também
na Fetransrio a Mercedes mostra o chassi OH 1623 LG movido a gás
natural e o OH 1623 LAG, específico para aplicações
urbanas que atende tanto corredores quanto linhas troncais 10 de novembro).
PAG
concorre para melhorar a rentabilidade
O Premier Automotive Group (PAG), que reúne as marcas de luxo pertencentes
ao leque da Ford Motor Company, se prepara para dar um passo importante
no Brasil: o de criar concessionárias multimarcas, unindo "irmãos"
sob um mesmo teto, aumentando o número de pontos-de-venda e a rentabilidade
para os distribuidores, graças a um menor custo da operação.
Diferentemente dos Estados Unidos e Europa, regiões onde o PAG
congrega cinco marcas – incluindo Lincoln e Aston Martin-, aqui,
o grupo conta com apenas três: a sueca Volvo e os ingleses Land
Rover e Jaguar. O Premier Automotive Group foi criado para racionalizar
tudo o que não envolve as marcas. No Brasil, por exemplo, Volvo,
Jaguar e Land Rover compartilham as áreas administrativas, de logística,
de importação, o que representa um corte de custos expressivo.
Já os setores de vendas, marketing são individuais para
cada bandeira (Gazeta Mercantil, 10 de novembro).
Viamar
lança serviço de proteção automotiva
O Grupo Viamar, revendedor Chevrolet, passou a oferecer aos consumidores
de veículos novos e seminovos o Protemax, um novo serviço
de proteção de pintura, estofamento, restauração
interna e limpeza de ar-condicionado, feito em parceria com a Ziebart.
Para veículos novos, o pacote super — proteção
máxima na pintura e no estofamento — custa a partir de R$
660, dependendo do tamanho do carro. E o preço do pacote econômico
começa em R$ 530. Já para os modelos seminovos Usamax, o
pacote prata sai por R$ 299 (Diário de São Paulo, 10 de
novembro)
Pneu
Pilot Preceda da Michelin chega em 2005
A Michelin apresentou ao mercado nacional seu novo pneu. Batizado de Pilot
Preceda, o componente será lançado no país em fevereiro
do ano que vem em substituição à gama Pilot Exalto.
Fabricado na Ásia, o produto foi desenvolvido para atender veículos
esportivos de alta performance. Segundo a fabricante, a aderência,
durabilidade e esportividade são algumas das principais características
do novo pneu, que estará disponível em 16 dimensões,
para aplicação em aros de 14 a 17 polegadas (Diário
de São Paulo, 10 de novembro).
O
alerta da Booz Allen para o curto prazo
O consultor da Booz Allen Hamilton, David Wong, não está
tão otimista com relação à evolução
do setor automotivo brasileiro no curtíssimo prazo como boa parte
dos executivos que respondem pelas operações locais. O Brasil,
segundo ele, terá que driblar dificuldades se quiser concretizar
aumento de produção de veículos no ano que vem, até
mesmo de 10%. As grandes encrencas apontadas por Wong seriam os gargalos
nos insumos e nas autopeças: "Entendo por gargalo nas autopeças
não somente capacidade produtiva reduzida, mas também falta
de sincronia na cadeia. E não é fácil corrigir isso
tudo em um ano". Ele não vê outras alternativas além
de investimento da ordem de US$ 1 bilhão nos fornecedores e entende
que até as montadoras poderiam auxiliar a convencer as matrizes
dos fornecedores disso. "E nem tudo seria dinheiro de fora, é
bom lembrar." Wong será um dos apresentadores no seminário
Paraná Automotivo: Perspectivas 2005, dia 23 de novembro em Curitiba,
PR.
Prejuízo
da Mitsubishi cresceu 82%
A Mitsubishi Motors Corp., a única montadora não lucrativa
do Japão, informou que seu prejuízo líquido aumentou
82 % no primeiro semestre fiscal e que será maior do que a empresa
havia previsto para o ano como um todo devido à queda repentina
das vendas no Japão e nos EUA. O prejuízo líquido
do grupo ficou em 146,2 bilhões de ienes (US$ 1,4 bilhão)
nos seis meses encerrados em 30 de setembro comparativamente ao prejuízo
de 80,2 bilhões de ienes do mesmo período do ano passado,
comunicou na empresa. A empresa calcula que terá um prejuízo
de 240 bilhões de ienes neste ano fiscal, 4,3% superior à
prevista em maio passado (Gazeta Mercantil, 9 de novembro).
Carros
personalizados chegam às linhas de montagem
Alguns os acham cafonas. Outros acreditam que sejam o máximo. Mas
não importa: o sucesso dos carros que passaram por "tuning"
(personalização com acessórios) vai além dos
semáforos. No próximo ano, a moda chega à TV e às
linhas de montagem. Relativamente nova no Brasil, a tendência surgiu
nos anos 50, na Califórnia (EUA). À época, o alvo
eram os modelos com motor V8 (oito cilindros em "V"), que recebiam
rodas largas, peças cromadas, pinturas extravagantes e suspensão
rebaixada. Mas foi com o lançamento do filme "Velozes e Furiosos",
em 2001, que a febre se espalhou mundo afora. Nesses três anos,
o "tuning" se profissionalizou por aqui. Deixou de ser um serviço
artesanal, oferecido por oficinas independentes, para ser feito por profissionais
nos mais diversos graus de modificação. Despertou até
mesmo o interesse das montadoras. Em 2005, a Chevrolet terá a linha
SS para o Astra, o Corsa e a Meriva, com rodas cromadas, faróis
e lanternas com máscara negra, grades com telas perfuradas, "spoiler"
dianteiro e saias laterais. A montadora lançou com o Celta, em
2000, sua linha de personalização. Atualmente são
mais de 40 itens, inclusive para a Meriva e a Zafira. A Volkswagen e a
Toyota também têm acessórios (Folha Online, 9 de novembro).
VW
desenvolve troca de informações entre veículos
A Volkswagen alemã desenvolve um sistema de comunicação
que deve fazer parte da lista de equipamentos de alguns modelos num futuro
próximo. A novidade deve facilitar a vida no dia-a-dia no trânsito
pesado nas grandes cidades pela troca de informações entre
vários veículos, o que além de ampliar o volume de
dados sobre congestionamentos e caminhos alternativos, vai tornar mais
seguro o ato de dirigir. A marca alemã trabalha em conjunto com
empresas como Bosch e Siemens no desenvolvimento do novo sistema de troca
de informações sem fio. O sucesso da implantação
do novo equipamento depende também de infra-estrutura inteligente,
como sinais de trânsito interligados. Por enquanto, os testes estão
sendo feitos apenas na Alemanha (Carsale, 9 de novembro).
Menor
carro do Brasil chegará em 2005
O 828/2, carro do fabricante brasileiro Obvio!, será lançado
em 2005. O modelo está em fase final de testes no Rio de Janeiro
(RJ). Segundo o diretor da empresa, Ricardo Machado, a definição
da data correta de lançamento do carro acontecerá dentro
de 40 dias, quando terminam os testes. "Só então saberemos
se o 828/2 chega no primeiro ou no segundo semestre do ano que vem",
diz o executivo. O 828/2 terá 2,65 metros de comprimento e, com
esta medida, será o menor carro do Brasil. O fabricante adianta
que o pequeno modelo acomodará três pessoas e estará
disponível em uma cor marcante, combinação de verde
com tangerina. O motor escolhido pela Obvio! para equipar o 828/2 é
o Tritec 1.6 16V, produzido pela DaimlerChrysler exclusivamente para exportação.
A motorização rende 116 cavalos. Segundo a marca, o carrinho
custará cerca de R$ 30 mil (Carsale, 9 de novembro).
Governo
prepara produção de biodiesel
A consultora do Programa de Biodiesel do Ministério de Desenvolvimento
Agrário, Edna Carmélio, afirmou hoje (8), em entrevista
a Rádio Nacional, que o governo lançará, ainda este
mês, toda a base legal para que a produção de biodiesel
se inicie em 2005, informa a Agência Brasil. Para a consultora,
a ação do governo vem em excelente momento, pois permitirá
a criação de empregos - principalmente no Nordeste -, além
da melhora do cenário ambiental. Segundo Edna Carmélio,
com o biodiesel o Brasil tem todo o potencial para marcar novamente a
sua história, como marcou no caso do álcool. A consultora
ainda lembra que o biodiesel apresenta um grande diferencial em relação
ao álcool: não precisa ser adaptado aos motores. Além
disso, ela fez questão de mencionar que, apesar modelo tributário
para o biodiesel ser igual ao estabelecido para o diesel de petróleo,
os projetos e empreendimentos que trabalhem com a agricultura familiar,
ou seja, que promovam a inclusão social, terão isenção
total dos tributos federais (Carsale, 9 de novembro).
GM inicia exportação de carros pelo Porto de São
Sebastião
A General Motors embarca hoje seu primeiro lote de veículos pelo
Porto de São Sebastião, no litoral norte do Estado, com
destino ao México. A rota é uma alternativa ao saturado
Porto de Santos, principal escoadouro de veículos exportados pelas
montadoras brasileiras. Serão 4.40 modelos Astra, Corsa, Meriva
e Montana que seguirão para o mercado mexicano, um dos principais
clientes da marca. A GM é a segunda montadora a utilizar o Porto
de São Sebastião. Desde abril, a Volkswagen despacha mensalmente
cerca de 2 mil veículos para a Argentina, também para escapar
do porto santista. O lote que segue hoje foi fabricado nas unidades da
GM em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, e
em São Caetano do Sul, no ABC paulista. Os automóveis são
transportados em cegonhas (caminhões especiais) até o porto
e depois são embarcados no navio. (Estadão, 9 de novembro).
Exportação
do Fox começa por Paranaguá
A Volks pretende ampliar o uso de São Sebastião, mas depende
do interesse de outras empresas em utilizar a rota. Normalmente, os grandes
armadores só aceitam atracar quando há grandes cargas. O
Porto de Santos, que no início de 2005 ganha novo terminal de estoque
de veículos, o Tecom 2, ainda permanecerá com elevado uso
de capacidade. A construção do Tecom 2 foi uma condição
para que a Volks recebesse aval da matriz alemã para produzir,
em São Bernardo, o Fox que será exportado para Europa. O
início das exportações pelo porto santista, segundo
a montadora, está previsto para meados de 2005. Até lá,
o modelo será exportado, a partir de janeiro, pelo Porto de Paranaguá,
PR. Por conta disso, a Volks inicialmente produzirá a versão
exportação do Fox no Paraná, onde é feita
versão para o mercado nacional. A decisão de postergar o
início da produção do Fox no ABC, conforme previsto
nas negociações do projeto, provocou descontentamento entre
os trabalhadores, que já fizeram paralisações de
protesto. (Estadão, 9 de novembro).
Mercado
interno vai crescer de 5% a 8% em 2005, prevê Anfavea
A Anfavea estima que as vendas no mercado interno tenham um crescimento
de 5% a 8% em 2005, se não houver "mudança" no
cenário atual do País. Mesmo índice de expansão
é projetado pelas fabricantes de autopeças. Para 2006 a
expectativa da Anfavea é que as vendas internas atinjam 2 milhões
de veículos. A entidade aguarda uma política industrial
para chegar às suas projeções. Para 2004 a previsão
é que o volume no mercado doméstico seja de 1,54 milhão
de unidades (Gazeta Mercantil, 8 de novembro).
Modelos flex fluel conquistam 24,5% do mercado
No acumulado do ano as vendas totalizaram 1,262 milhão de unidades,
crescimento de 11,7% em relação a igual período de
2003, com 1,129 milhão de veículos. Em outubro, os 136,9
mil veículos vendidos - embora sejam 2,8% menores que mesmo mês
de 2003 - estão dentro da meta da Anfavea. De todo o volume vendido
nos 10 meses, os modelos flex fuel - que rodam com álcool e gasolina
- garantiram 24,5% de participação, com a venda de 289.759
unidades. Em 2003 os modelos a álcool tiveram participação
de 6,9%, com a venda de 84.558 unidades. A produção de veículos
no acumulado do ano já soma 1,82 milhão de unidades, 21%
maior que o mesmo período de 2003, quando o volume foi de 1,54
milhão de unidades. Em outubro o total fabricado ficou 6% abaixo
de setembro, com 191 mil unidades. Em relação a outubro
de 2003, o resultado foi 13,8% maior. Já as exportações
nos 10 meses do ano totalizaram US$ 5,33 bilhões, 41,3% superior
a igual período de 2003, quando os embarques renderam US$ 3,717
bilhões. Em volume as montadoras exportaram 528.157 unidades no
acumulado do ano (Gazeta Mercantil, 8 de novembro).
Política
de longo prazo para o setor automotivo
O presidente da Anfavea, Rogelio Golfarb, considera de extrema importância
uma política para o setor automotivo, e que não seja apenas
temporária. "Nossa visão continua forte. Gostaríamos
de uma política de longo prazo que desse sustentação
para a indústria. Precisamos aumentar substancialmente o mercado
interno, voltar aos 2 milhões de veículos o mais rápido
possível", disse, destacando que o crescimento das vendas
internas atrairá mais investimentos para o País e aumentará
a competitividade com os mercados do Leste da Europa, Ásia e até
Rússia. Embora não esteja ainda em processo de negociação
com o governo, Golfarb destacou alguns aspectos referentes a uma política
para o setor, como carga tributária e financiamento, já
que atualmente 70% das vendas são financiadas. O presidente da
Anfavea ressaltou que medidas de longo prazo também são
importantes para as autopeças, já que precisam de motivação
para investir (Gazeta Mercantil, 8 de novembro).
A
parte de cada um contra os acidentes de trânsito
O tema segurança no trânsito vem crescendo em importância
no mundo. Afinal, 1,2 milhão de motoristas, passageiros e pedestres
por ano perdem a vida em ruas e estradas, além de mais de 50 milhões
de feridos. Se nada for feito, esse balanço pode aumentar 60% até
2020. No Brasil os números são ainda piores. Estimam-se
40.000 mortes/ano, segundo o critério da Organização
Mundial da Saúde de óbitos ocorridos até 30 dias
após o acidente. Estamos no mesmo nível absoluto dos EUA,
mas sua frota é dez vezes maior que a brasileira. Considerando
a relação entre mortos e distância anual percorrida
— critério mais técnico — as estatísticas
negativas do Brasil assombram de verdade. Leia
mais... (Fernando Calmon, Alta Roda, 8 de novembro).
Avanço dos motores flex de mil cilindradas
2005 será o ano dos motores flex de 1.000 cm³. Fiat, que disseminou
estes motores no B |