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O ANIVERSÁRIO DA CAOA
Amatéria de capa desta edição analisa a evolução da brasileira Caoa como fabricante de veículos na planta de Anápolis, que completa dez anos de existência e produz, sob licença da Hyundai, os SUVs Tucson, New Tucson e ix35, além dos caminhões HR e HD80 (substituto do HD78). O editor Pedro Kutney, de Automotive Business, foi mais uma vez visitar a fábrica e mostrou-se surpreso com os avanços na operação industrial e organização das instalações, que incluem um moderno centro de pesquisa e eficiência energética e pista de testes. A Caoa deixou de ser a empresa que montava kits importados para tornar-se uma integradora de sistemas e componentes abastecidos em boa medida por fabricantes locais. Um exemplo disso é o HD80 que, com a elevação do conteúdo local, já pode ser financiado pelo Finame. Como indicador dessa evolução, de 2014 a 2016 o volume de componentes localizados para atender a fábrica goiana avançou 220%. O próximo passo será a estampagem de partes laterais, capô e tampa de porta-malas dos veículos, por meio da Flamma Automotiva, do grupo Aethra, em Pouso Alegre, MG. Também apresentamos nesta edição os 60 cases finalistas do Prêmio REI em 15 categorias, selecionados por um júri de especialistas. Em uma segunda etapa, esses cases passam pelo crivo de leitores e participantes de eventos de Automotive Business para definir os merecedores do prêmio. Os troféus, que valorizam a excelência e a inovação em atividades e empreendimentos do setor automotivo, serão entregues dia 13 de junho. Fizemos um balanço do oitavo Fórum da Indústria Automobilística, que em abril recebeu 900 participantes no Golden Hall do WTC, em São Paulo, para debater as tendências da indústria automobilística nacional e entender as aspirações do setor à véspera de se anunciar o programa Rota 2030, que definirá as novas políticas industriais. Um ponto alto do evento foi a rodada de negócios da cadeia de suprimentos, na qual uma centena de representantes de montadoras e sistemistas recebeu, em sessão de networking, os participantes do fórum. Tratamos ainda de temas como o aniversário de 60 anos da fábrica da Scania no Brasil, inovação e conectividade na indústria automobilística, o lançamento do Toyota Corolla e da Nissan Frontier, sem esquecer de destacar os fornecedores de autopeças e serviços premiados pela Mercedes-Benz, Toyota, Honda e Caoa. Boa leitura e até a próxima edição.


Boa leitura. Paulo Ricardo Braga, editor

nº 44 - abril 2017
   
 

REVOLUÇÃO À VISTA
São tempos nebulosos para o setor automotivo que, enquanto enfrenta a crise no mercado brasileiro, precisa encontrar disposição para olhar adiante e se preparar para a revolução digital em curso no setor. O papel do carro na sociedade está em transformação com o avanço da conectividade e da automação. Não é diferente nas fábricas de veículos e a chamada Indústria 4.0 começa a ganhar espaço no Brasil. Os dados assumem papel central – são eles que ditam a lógica da produção ou o melhor trajeto para desviar do trânsito. Essa revolução é tema central desta edição da revista Automotive Business. Colocamos em pauta as questões mais relevantes, indicando a velocidade dessas transformações e seu impacto no Brasil que, pelas características de sua indústria, pode acompanhar com alguma defasagem as grandes inovações que estão a caminho. Fomos descobrir o esforço dos fornecedores para se adaptar à nova realidade e explicar, afinal, qual é o papel que eles devem assumir nessa nova realidade. Também mostramos que, ainda que mais lentamente do que em mercados maduros, a indústria 4.0 começa a dar passos consistentes no Brasil. Apresentamos nesta primeira edição do ano os resultados de uma pesquisa de cenários promovida pela consultoria Roland Berger em conjunto com Automotive Business. O resultado não foge muito das expectativas de uma retomada gradual da atividade e da confrontação entre as montadoras e seus fornecedores, mas há aspectos interessantes a considerar, especialmente no que diz respeito à conclusão do Inovar-Auto e à formatação da nova política industrial. Em plena revolução digital, em que as pessoas estão permanentemente conectadas, aquecemos os motores para o Fórum da Indústria Automobilística, que será realizado em 17 de abril e prova que os encontros ao vivo, para relacionamento e uma boa conversa regada a preciosos insights de negócios, ainda estão na ordem do dia. Nada menos de 850 profissionais relacionados ao setor automotivo devem estar presentes no Golden Hall do WTC, em São Paulo, para um dia de palestras, debates, feira de tecnologia e uma inédita rodada de negócios, que aproximará os participantes do evento com uma centena de representantes das áreas de compras e engenharia de montadoras e sistemistas. O programa completo do Fórum está disponível em
www.forumab2017.com.br.


Boa leitura. Paulo Ricardo Braga, editor

nº 43 - fevereiro 2017
   
 

O AVANÇO DO POWETRAIN
Tema desta edição da revista Automotive Business, o powertrain de veículos leves e pesados passa por significativa evolução como efeito das pressões exercidas pelo Inovar-Auto. A tônica é o avanço da eficiência energética e, por consequência, da redução de emissões. A matéria de capa ilustra um dos resultados desse programa governamental, apresentando o desenvolvimento de motores de três cilindros da família Firefly da Fiat, um dos campeões de economia entre os veículos de entrada. O Mobi Drive chega ao mercado equipado com esse propulsor na versão 1.0, que já estava presente no Uno Attractive. Quando comparado com motores de quatro cilindros de capacidade cúbica equivalente, ele é mais eficiente porque é mais leve, tem menos peças móveis e menor perda por atrito, escreve nesta edição o repórter Mário Curcio, que foi a Betim (MG) visitar a unidade de motores da Fiat. O jornalista recorda que a VW lançou em setembro o Golf 1.0 TSI, com o motor flex nacional mais potente do País entre aqueles de apenas 1 litro. Em junho a Ford havia apresentado o Fiesta 1.0 EcoBoost, que tem os mesmos 125 cavalos do Golf, mas é movido só a gasolina e importado. Em abril a Hyundai lançou a versão flex 1.0 turbo para os HB20 hatch e sedã, também de três cilindros. No fim de novembro foi a vez de a Renault mostrar o Sandero e o Logan com o novo motor 1.0 de três cilindros da marca, o SCe, sigla de Smart Control Efficiency. A francesa fez coro com a coirmã Nissan, que desde 2015 produz em Resende (RJ) motores de 1 litro e três cilindros para March e Versa. Em sintonia com todos esses lançamentos, o consultor Fernando Trujillo, da IHS Automotive, também em artigo nesta revista, conclui que os propulsores de três cilindros representam a principal aposta das montadoras locais. Eles estão presentes em 14% dos veículos produzidos no Brasil e deverão chegar a 34% de participação em 2023. Outros motores, de maior capacidade cúbica, também estarão evoluindo nesse período, enquanto novidades devem chegar entre as transmissões, embora as caixas manuais convencionais ainda tenham reinado garantido por bastante tempo entre os veículos leves. A situação será diferente entre caminhões e ônibus – neste caso as caixas automáticas e automatizadas serão maioria. Reservamos ainda espaço nesta edição para tratar de veículos elétricos e híbridos, motores diesel e equipamentos relacionados a powertrain, como transmissões, blocos de motor, baterias, filtros e turbos, além de lubrificantes.
Boa leitura. Paulo Ricardo Braga, editor

nº 42 - dezembro 2016
   
 

OS 35 ANOS DA VWCO
Roberto Cortes volta à capa de Automotive Business com méritos. Entronizado no board da VW Truck & Bus, ele representa na nova holding global a vertente latino-americana dos negócios de caminhões e ônibus do grupo Volkswagen. Durante o 66o IAA Commercial Vehicles, em Hannover, Alemanha, ele foi apresentado à imprensa mundial e posou ao lado de um Constellation brasileiro, um dos destaques da marca. O executivo voltou ao Brasil para cumprir uma série de compromissos relativos ao aniversário da companhia, que completa 35 anos de existência, dos quais 20 produzindo na fábrica de Resende, no Estado do Rio de Janeiro, onde foi instalado o badalado consórcio modular da marca Volkswagen Caminhões e, mais recentemente, a montagem dos veículos MAN. Cortes explicou a Automotive Business seus planos para sair da crise com uma boa dose de energia. Ele considera que a companhia estará mais enxuta e produtiva, pronta para liderar a retomada à frente de uma ansiosa rede de fornecedores (entre os quais os oito parceiros do consórcio modular) e dos distribuidores da marca. O presidente da MAN LA começa forte campanha na exportação de produtos e serviços a países da América Latina e África. Enquanto isso, finaliza os preparativos para uma arremetida no mercado com o lançamento de uma nova linha de caminhões leves, conhecida no mercado como Phevos e ainda mantida em segredo em muitos detalhes – a empresa nem mesmo confirma o empreendimento. O editor Pedro Kutney desdobrou-se, em viagem à Europa, na cobertura de três salões dos mais representativos para a indústria automobilística. Ele começou com a visita à Automechanika de Frankfurt, depois foi até o IAA e, finalmente, ao Salão do Automóvel de Paris – tudo isso nas últimas de três semanas de setembro. O resultado desse esforço você acompanha em três matérias nesta edição. Abrimos um caderno especial para analisar o segmento de serviços para a indústria automobilística. Você vai saber como a Caoa coordena o suprimento da sua fábrica de automóveis e caminhões e atende também suas 148 revendas das marcas Hyundai, HB (caminhões), Subaru e Ford. Vai ler, ainda, a análise dos negócios no campo das consultorias, engenharia e projeto, testes e simulações, automação, tecnologia da informação, logística e certificação. Nesta edição você encontrará também a cobertura dos eventos organizados por Automotive Business e as informações essenciais nos lançamentos do Uno e Fusion 2017, Golf 1.0 TSI e do Compass nacional. Boa leitura e até a próxima edição! Paulo Ricardo Braga, editor

nº 41 - outubro 2016
   
 

EM BUSCA DA RETOMADA
Cinco meses depois de assumir a presidência do Sindipeças, o sindicato dos fabricantes de autopeças, Dan Ioschpe recebeu a editora assistente de Automotive Business, Giovanna Riato, para debater os desafios do setor e contar como a entidade trabalha para a recuperação dos associados em uma das piores crises da sua história. A matéria merece a capa desta edição, que traz também um caderno especial sobre a situação dos segmentos de fundidos, forjados, estampados, interiores, rolamentos, transmissões e eixos e turbos. A grande meta anunciada por Ioschpe é dar continuidade ao trabalho de seu antecessor, Paulo Butori, apoiando a cadeia produtiva na resistência à crise e no aproveitamento de oportunidades no mercado de reposição e nas exportações. Ioschpe entende que o setor de autopeças, abatido pelo cenário econômico e pela falta de competitividade, recebeu forte impacto com a redução das encomendas das montadoras, provocada pela queda das vendas de veículos no País. Para o dirigente, a retomada será lenta e só voltaremos ao patamar de 4 milhões de veículos por ano por volta de 2023 ou 2024, acompanhando a evolução da economia. Ele acredita, porém, em um potencial de mercado de até 6 milhões de veículos, computado apenas o mercado doméstico. Analisamos nesta edição as palestras e debates promovidos durante o workshop Planejamento 2017, de Automotive Business, que recebeu 460 participantes – um recorde desse evento que trouxe insights, informação estratégica e projeções de mercado para a elaboração dos planos de negócios e o budget do próximo ano. Na abertura dos trabalhos, Antonio Megale, presidente da Anfavea, entidade das fabricantes de veículos, ponderou que a indústria automobilística brasileira chegou enfim ao fundo do poço e deve mostrar os primeiros sinais de aceleração no fim do ano. Para Letícia Costa, sócia e diretora da Prada Assessoria, o mercado que começa a se estabilizar é o primeiro sinal de recuperação, mas é preciso considerar que os principais indicadores econômicos estão ruins e a Lava Jato, eticamente necessária, influencia negativamente a economia, já que as empresas investigadas compõem boa parte da força de infraestrutura local. Vale a pena conferir também a avaliação que o editor Pedro Kutney preparou sobre a evolução das operações da sistemista Aethra, uma empresa nacional em expansão, as tecnologias globais dos ônibus Mercedes-Benz, a apresentação dos fornecedores premiados pela GM e Ford e os lançamentos promovidos pela Nissan e Renault. Boa leitura e até a próxima edição! Paulo Ricardo Braga, editor

nº 40 - agosto 2016
   
 

O ANO DA MERCEDES-BENZ
A Mercedes-Benz foi eleita a Empresa do Ano na indústria automobilística pelos leitores e participantes de eventos de Automotive Business. Mais do que isso: seu presidente Philipp Schiemer foi escolhido o Executivo de Montadora e o Actros o Veículo Comercial do ano. O anúncio ocorreu dia 15 de junho, pouco mais de um mês depois de a Mercedes-Benz comemorar, com extensa programação na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), os 60 anos de atividades no País. Este é um ano de diferentes realidades para a empresa no Brasil que, ao lado das celebrações históricas, deu partida também à fábrica de automóveis em Iracemápolis, no interior paulista, com aporte de R$ 500 milhões. De início estão no portfólio o Classe C e o GLA. A Mercedes-Benz garante que o investimento de R$ 3,2 bilhões para o período 2010 a 2018 é o maior já anunciado no segmento de veículos comerciais para a linha de caminhões, ônibus, vans e automóveis. A festa toda só seria melhor se a empresa alemã não estivesse vivenciando um dos piores momentos da indústria de veículos comerciais no Brasil, na qual a ociosidade das linhas de montagem superou os 70%. A FCA também se destacou no Prêmio REI, que reconhece as melhores iniciativas no setor automotivo sob o ponto de vista da excelência e da inovação. O grupo recebeu três troféus: Veículo Leve (para o Jeep Renegade), Marketing e Propaganda e Manufatura e Logística. Os 65 finalistas do Prêmio REI 2016 foram escolhidos por 22 jurados convidados por Automotive Business, que analisaram mais de 200 cases. Esta edição destaca ainda outras premiações promovidas por montadoras, entre elas a Honda, Toyota, PSA e Mercedes-Benz, sempre com o intuito de estimular os parceiros da cadeia de suprimentos. Por meio do editor Pedro Kutney a revista participou também da inauguração da fábrica de motores da Toyota, em Porto Feliz (SP), e da abertura da unidade da Jaguar Land Rover, em Itatiaia (RJ), que já iniciaram a produção. O repórter Mário Curcio foi conhecer o Cinco, micro-ônibus da Volare, que dá um novo fôlego à marca e cuja análise está também nesta publicação.
Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

nº 39 - julho 2016
   
 

EVENTOS DESAFIAM A CRISE
A inusitada presença de 720 participantes no sétimo
Fórum da Indústria Automobilística, no início de abril, em São Paulo, demonstra o interesse dos profissionais do setor em conhecer novas opiniões, receber insights sobre mercados e praticar o networking entre executivos qualificados – tudo com o objetivo de rever estratégias em tempos de turbulência nos negócios e amenizar os estragos da crise. Esta edição destaca os pontos principais das palestras e debates realizados, concentrando atenção especial na cadeia de suprimentos, que vem sendo duramente atingida pela tendência de baixa que insiste em perdurar na indústria automobilística. Os workshops foram uma atração especial no fórum, aproximando os participantes dos convidados especiais de montadoras que trabalham nas áreas de compras e engenharia. O workshop A Indústria 4.0 e a Revolução Automotiva, também promovido por Automotive Business, fez sucesso no início de maio, recebendo 180 participantes interessados em conhecer as transformações que chegarão às fábricas com a introdução da manufatura inteligente, caracterizada por elevado grau de conectividade e pelo emprego da internet das coisas nos processos de suprimento, produção e distribuição. Guardamos a cobertura deste evento para o próximo número da revista. Nesta edição você conhecerá os 65 finalistas do Prêmio REI – Reconhecimento à Excelência e Inovação, distribuídos em 13 categorias. Como leitor da revista, assinante da newsletter ou participante dos eventos de Automotive Business, você pode dar seu voto para a escolha dos vencedores. O resultado será conhecido em 15 de junho, quando ocorrerá a entrega de troféus. Vale a pena destacar a cobertura especial que Automotive Business fez sobre os 60 anos da Mercedes-Benz no Brasil, que culminaram com a inauguração da fábrica de automóveis em Iracemápolis, SP, e uma série de eventos na pioneira fábrica de São Bernardo do Campo, SP, para receber jornalistas, fornecedores e distribuidores, além dos próprios funcionários da montadora. Confira ainda os artigos sobre o lançamento de veículos, que incluem novidades como o Fiat Mobi, a renovação do Toyota Etios, a apresentação do novo Peugeot 208 e a opção de turbo para o HB20.
Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 38 - abril 2016
   
 

FÁBRICAS INTELIGENTES
Montadoras, fabricantes de autopeças e fornecedores de serviços têm dois desafios pela frente, como demonstra esta edição a partir da matéria de capa, com Letícia Costa, diretora da Prada Assessoria, entrevistada pela editora assistente Giovanna Riato. Eles terão de sobreviver à crise que afeta indistintamente pequenas e grandes empresas e, ao mesmo tempo, preparar-se para enfrentar a revolução tecnológica que afetará a indústria automobilística e o segmento da mobilidade pelos próximos anos. Embora exista a previsão de fortes investimentos em fábricas e produtos até 2024, somando R$ 35 bilhões, segundo apurou Automotive Business com os empreendedores, é certo que centenas de distribuidores de veículos e dezenas de fabricantes de autopeças entram para a relação de baixas da atual crise econômica, política e ética que assola o País. Dedicamos a maior parte desta edição à análise das transformações que afetam a indústria automobilística global, a partir de uma elevada dose de tecnologia incorporada às fábricas, aos automóveis e ao segmento da mobilidade, com significativo impacto sobre a maneira de conceber, produzir, comercializar e utilizar os veículos. O País já discute como vai participar da produção dos novos veículos e da criação das fábricas inteligentes, nas quais processos, robôs e componentes trabalham em total sincronismo, aproveitando as vantagens da conectividade e da internet das coisas para tornar eficiente a chamada indústria 4.0. Publicamos a terceira edição da pesquisa promovida por Automotive Business e pela consultoria Roland Berger, buscando interpretar as expectativas dos profissionais da indústria automobilística sobre os cenários dos negócios. Nada menos de 514 convidados participaram do levantamento, a maior parte constituída por presidentes e diretores de empresas relacionadas ao setor, especialmente montadoras e autopeças. Em suma, a pesquisa aponta para uma recuperação a partir de 2017, em consonância com as previsões de entidades como o Sindipeças e a Anfavea. Vale a pena conferir os principais resultados do detalhado estudo. Ouvimos, também, Jürgen Ziegler, que deixou a presidência da Mercedes-Benz do Brasil e, depois de permanecer dois anos na Alemanha, voltou ao País para comandar as operações da Schaeffler na América do Sul. Na entrevista ao jornalista Pedro Kutney ele admitiu que encontrou um País em crise, oposto do que havia deixado, muito diferente em termos de economia e estabilidade política.
Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 37 - fevereiro 2016
   
 

MOTORES MAIS EFICIENTES
Depois de dois anos, o motor 1.0 flex da família EA211 de três cilindros volta à capa desta revista, desta vez em versão evoluída, com injeção direta, turboalimentação e melhoramentos que permitem classificá-lo como o propulsor nacional mais moderno. Aplicado ao Up! TSI, ele garantiu nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro, com a invejável marca de 1,44 MJ/km. Com 105 cv e torque de 16,8 kgf.m (etanol), leva o Up! da imobilidade a 100 km/h em apenas 9,1 segundos, conforme dados do fabricante. Temos de concordar com o vice-presidente de desenvolvimento do produto da Volkswagen, Markus Kleimann, que apresenta o 1.0 TSI na foto da capa: o motor é de primeira classe e um campeão de economia. A edição de dezembro é, tradicionalmente, dedicada ao powertrain veicular. Desta vez, o que está por trás da análise na evolução dos motores é a rígida legislação de eficiência energética conduzida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que passará a vigorar em outubro do próximo ano e obrigará as montadoras a se desdobrar para atingir metas de consumo e, portanto, reduzir a emissão de poluentes. O esforço, em resposta direta ao programa Inovar-Auto, possibilitará a chegada de propulsores menores, potentes e mais econômicos, como demonstra a matéria de capa, preparada com a ajuda da IHS Automotive. A busca de eficiência energética, sob o ponto de vista das montadoras, e os avanços locais na área de elétricos e híbridos são também temas desta edição em artigos preparados pela editora-assistente Giovanna Riato. Damos atenção, ainda, à evolução dos motores diesel para veículos comerciais, mostrando o que pensam fabricantes independentes como Cummins, FPT e MWM a respeito da evolução da tecnologia Euro 5, enquanto se especula sobre a próxima grande mudança na legislação, com a chegada do Euro 6. Eles entendem que é preciso um esforço maior na implementação definitiva do Euro 5, que ainda permite obter ganhos de eficiência. A preocupação com novas regras ficaria para depois de 2020, como descobriu o jornalista Pedro Kutney, autor desse artigo sobre os cenários para motores diesel.
No caderno especial de powertrain ouvimos os fornecedores de baterias, filtros, transmissões, eixos, turbos, blocos de motor e lubrificantes, mostrando as novidades em cada segmento.
Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 36 - dezembro 2015
   
 

INOVAÇÃO NA GESTÃO
Há muito tempo a indústria automobilística brasileira não inova na forma de criar e produzir. O alerta é de Letícia Costa, diretora da Prada Assessoria, para quem a última grande mudança foi a introdução do condomínio industrial da MAN em Resende (RJ), que reúne sob o mesmo teto montadora e fornecedores. Se as transformações demoram a chegar às operações e ao chão de fábrica, nossa matéria de capa mostra que começam a surgir exemplos de modernização na gestão do pessoal, a maioria concentrada no ambiente da administração. É o que ocorre na Audi, cujos escritórios em São Paulo nada ficam a dever às melhores empresas para trabalhar no País. Reconhecendo que as pessoas ficam mais tempo no local de trabalho do que com a família, o presidente da Audi Brasil, Joerg Hofmann, introduziu um modelo de gestão liberal, no qual a produtividade é mais importante do que o controle do horário. Não há separação entre os diversos setores nem mesmo territórios demarcados. Como descobriu Giovanna Riato, editora-assistente de Automotive Business e autora do artigo da capa, em visita à montadora, os líderes estão sempre disponíveis na Audi e existe um grau expressivo de autonomia na tomada de decisões, enquanto os programas são desenvolvidos de forma colaborativa. A matéria de capa mostra também os avanços obtidos na gestão de pessoal na fábrica da Jeep, em Goiana (PE), e nos empreendimentos que acabam de ser inaugurados ou estão a caminho, como resultado de investimentos bilionários na indústria automobilística. Com um razoável grau de inovação, essas iniciativas reduzem a desvantagem do setor na infraestrutura e na maneira de trabalhar, aumentando a atratividade da carreira no setor, que vem sendo questionada nos últimos anos. Esta edição dedica também atenção especial aos eventos realizados recentemente, entre os quais o workshop sobre as mudanças na legislação setorial e os fóruns da qualidade automotiva e das transformações do marketing na era digital. Vale destacar a cobertura dos congressos da SAE Brasil e da Fenabrave, além da prévia da Fenatran, a feira do transporte rodoviário de carga.
Destacamos o lançamento da picape da Renault, a Duster Oroch, e analisamos a evolução na prestação de serviços para a indústria automobilística, em caderno especial. Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 35 - outubro 2015
   
 

DE OLHO NA RETOMADA
Embora algum alívio para a crise dos negócios na indústria automobilística possa surgir até o início de 2016, como antecipa a Anfavea, a associação dos fabricantes de veículos, há indicações de que uma retomada efetiva dos negócios só ocorra em 2017 ou 2018. Pelo menos foi o que demostrou a pesquisa eletrônica entre os 360 participantes do workshop de planejamento automotivo promovido por Automotive Business dia 17 de agosto, no hotel Sheraton WTC, em São Paulo. Você pode conferir os resultados por meio do QR Code impresso na página 12 desta edição. O workshop, que se firmou como fonte de insights para a revisão do planejamento estratégico e do budget, evidenciou as diferentes faces da crise na cadeia de suprimentos e produção, reunindo nas palestras e debates profissionais da indústria, entidades de classe e consultores. Um dos pontos de destaque nas sessões foi a situação crítica enfrentada pelas pequenas e médias empresas de autopeças, muitas delas abatidas pelas dificuldades provocadas com a queda de atividade e crescentes problemas financeiros. Tendo em vista essa realidade na cadeia de suprimentos, fomos conferir mais de perto a situação dos fornecedores de componentes e serviços para as montadoras, tarefa realizada pela jornalista Giovanna Riato, que deu origem à matéria de capa desta edição. O cenário é pouco alentador para essas empresas que, desde o fim de 2013, já dispensaram mais de 50 mil trabalhadores e se preparam para um prolongado período de vacas magras. Segundo o Sindipeças, que representa os fornecedores de autopeças, o faturamento de suas associadas deve recuar 18% em 2015, para R$ 63 bilhões, enquanto a participação relativa das montadoras nas compras de componentes deve recuar de 69,5% em 2014 para 57% este ano. Estarão representando um volume porcentualmente maior nas compras os segmentos de reposição (subindo de 14,1% em 2014 para 18% em 2015) e exportação (de 12,4% para 20%). Assim, o avanço do aftermarket e das vendas externas representará um pequeno alívio para os fabricantes de autopeças. Dentro desse cenário, estão em queda os investimentos das filiadas ao Sindipeças, que fizeram aportes de US$ 1,38 bilhão em 2014 e este ano projetam investimento de apenas US$ 650 milhões, volume que deve se repetir em 2016. Não se trata de bom sinal, tendo em vista as necessidades de aplicações em pesquisa, desenvolvimento, engenharia e inovação para atender a evolução do Inovar-Auto, programa que também merece atenção especial nesta revista.
Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 34 - agosto 2015
   
 

OS REIS DE 2015
Já são conhecidos os Reis de 2015, eleitos por um júri, leitores e participantes de fóruns promovidos por Automotive Business. Depois de uma maratona para avaliar os melhores cases, em primeira etapa, e da eleição, para escolha dos vencedores, a entrega de troféus foi realizada em São Paulo dia 10 de junho. A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) ganhou destaque, como Empresa do Ano, juntamente com Philipp Schiemer, apontado como Profissional de Montadora, e Wilson Bricio, eleito Profissional de Autopeças. Os outros dez campeões do prêmio REI – Reconhecimento à Excelência e Inovação você vai conhecer nesta edição. Dedicamos espaço adicional à FCA em virtude de suas expressivas realizações, materializadas com a expansão na fábrica de Betim, MG, e implantação do polo automotivo em Goiana, PE. Nossos jornalistas fizeram a cobertura da inauguração das instalações em Pernambuco e, com muito fôlego, prepararam uma edição extra totalmente dedicada à fábrica da Jeep, revelando sua história, propósito, tecnologias, produtos, fornecedores, estratégias e uma maneira diferente de fazer a gestão de seus colaboradores.
Com a nova fábrica brasileira ganhando reconhecimento como o projeto mais moderno do gênero no mundo, a Fiat Chrysler tem planos ousados para a marca Jeep e sai na frente com o Renagade, que nós testamos e aprovamos. Confira na edição extra. Junto desta revista e da publicação especial dedicada à fábrica da Jeep você recebe também edição especial comemorativa dos 20 anos de existência do IQA, o Instituto da Qualidade Automotiva, editada por Automotive Business. Além de revelar a história da entidade, a revista mostra os avanços do País na área da qualidade e o esforço para certificação de produtos e serviços. Você vai encontrar, ainda, no corpo desta revista, um caderno especial sobre a evolução dos insumos utilizados pela indústria automobilística, entre os quais o aço, alumínio, plásticos, borrachas, vidro, fibras naturais e tintas. Acrescentamos uma apresentação dos instrumentos utilizados para testes desses materiais e um artigo sobre impressão 3D, que vem conquistando espaço no setor. Como complemento, as reportagens sobre a química na indústria automobilística e tratamento de superfícies mostram as aplicações das matérias-primas apresentadas.
Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 33 - junho 2015
   
 

EDIÇÃO ESPECIAL - FÁBRICA DA JEEP EM PERNAMBUCO
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Uma admirável revolução industrial está em pleno curso na Zona da Mata Norte de Pernambuco, na pequena Goiana. Onde só havia cana-de-açúcar plantada na região desde o século 16, nasce após dois anos de obras a mais moderna fábrica de automóveis do mundo, amparada por investimentos de R$ 7 bilhões, mais de 70% financiados pelo governo brasileiro. Com o maior aporte já feito por um só fabricante em uma única planta industrial no Brasil, a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) construiu o Polo Automotivo Jeep com o que há de mais moderno e eficiente em termos de manufatura automotiva, incluindo 700 robôs de última geração, sistemas computadorizados por todos os lados e, mais importante, a transformação de cerca de 5 mil pessoas em trabalhadores qualificados que já atuam na planta da FCA e no parque de 16 fornecedores instalado bem ao lado, no mesmo terreno. Em mais alguns anos, a estimativa é que o empreendimento deve gerar algo como 11 mil empregos diretos e indiretos. Com números tão superlativos, a fábrica pernambucana por certo merece um capítulo inteiro na história do setor automotivo brasileiro. Nas próximas páginas, nós de Automotive Business escrevemos boa parte desse capítulo.

Pedro Kutney, editor


edição especial - junho 2015
   
 

EDIÇÃO ESPECIAL - 20 ANOS DO IQA
A opção pela qualidade com certificação e capacitação técnica
Nesses 20 anos de existência, o Instituto da Qualidade Automotiva contabiliza um crescimento vigoroso na disseminação da qualidade através das certificações de sistemas de gestão, de produtos, de serviços automotivos, de treinamentos e publicações técnicas. Ele já estimula o desenvolvimento de tecnologia e da inovação por meio de laboratórios próprios de ensaios, dando suporte à implantação de novos empreendimentos da indústria automobilística local. É, ainda, uma referência como órgão sustentável da qualidade na cadeia automotiva e exerce um papel significativo na certificação compulsória para o mercado de reposição, protegendo o consumidor, o aplicador, o comerciante, o fabricante e os produtos.

Ingo Pelikan
Presidente, IQA

edição especial - junho 2015
   
 

É A JEEP
“É a fábrica da Jeep”, diz o pessoal da pequena cidade de Goiana, em Pernambuco, referindo-se ao multibilionário complexo automotivo da Fiat Chrysler que começa a ganhar contornos definitivos. A afirmação popular revela a estratégia da montadora ao tomar a decisão de fincar bandeira em território inexplorado pela indústria automobilística. Enquanto o polo automotivo amadurecia, reunindo fornecedores, centro de desenvolvimento, campo de provas e uma possível planta de motores, desenhava-se também a opção pela marca Jeep. A tradição local do nome Jeep ganhou força, alimentada pela experiência internacional com a aposta na marca, que triplicou as vendas para quase 1 milhão de unidades/ano depois que a Fiat iniciou a compra da Chrysler. Os projetos da Jeep no Brasil são ambiciosos. Na apresentação do Renegade, no Rio de Janeiro, em março, sem nenhuma modéstia, o diretor-geral da Jeep América Latina, Sérgio Ferreira, avisou que pretende liderar o segmento de SUVs no País, alicerçado por uma rede que terá duas centenas de lojas até o fim de 2015. A tarefa não será fácil, apesar das surpreendentes qualidades do Renegade. O veículo terá de desbancar o EcoSport, que vendeu 54 mil unidades em 2014, o Duster e enfrentar os recém-lançados Honda HR-V e o Peugeot 2008, igualmente bem recebidos pelo mercado. Pedro Kutney, editor do portal Automotive Business, testou e aprovou o Renegade no lançamento. Ele observa que há duas variações bem diferentes – a diesel, com motor turbodiesel de 170 cavalos, surpreendente, e a do motor flex de 132 cavalos, mais mansa e sem as qualificações de off road da primeira. As outras impressões do jornalista você vai conhecer nesta edição e também na publicação especial de junho que estamos preparando sobre o polo automotivo da Fiat Chrysler em Pernambuco. Nesta revista você vai saber também o que ocorreu no VI Fórum da Indústria Automobilística, que espantou a crise e recebeu 861 participantes no Golden Hall do WTC, em São Paulo. O evento, com 70 marcas patrocinadoras e apoiadoras, teve como destaques uma feira de tecnologia e workshops que colocaram frente a frente os participantes e uma centena de profissionais das áreas de compras e engenharia das montadoras. Confira o caderno especial que revela os 65 finalistas do V Prêmio REI, que estão sendo submetidos à votação dos participantes de nossos fóruns e leitores das revistas e portal Automotive Business para escolha dos vencedores. Os troféus aos eleitos serão entregues em junho.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 32 - abril 2015
   
 

PERSPECTIVAS PARA 2015
A editora Giovanna Riato colheu a opinião de duas consultorias sobre o comportamento do mercado automotivo brasileiro em 2015 e não demonstrou muito entusiasmo na redação. No entender da Jato Dynamics e da Carcon Automotive, o setor deve experimentar um pequeno alívio este ano – e ensaiará uma leve retomada apenas no segundo semestre. Assim, depois de derrapar no fim de 2014 e quase perder a quarta posição no ranking de vendas global, nossa indústria provavelmente só poderá comemorar a retomada em 2017, se os ventos soprarem favoravelmente para a economia. Outro levantamento realizado em parceria entre a consultoria Roland Berger e Automotive Business, que aparece na capa desta edição, corrobora a impressão da Jato e da Carcon. A pesquisa, finalizada em janeiro depois de ouvir mais de três centenas de profissionais da indústria automobilística, dos quais mais da metade ocupam cargo de presidente ou diretor e 55% têm mais de vinte anos de experiência no setor, revela igualmente pouco otimismo com os resultados de 2015. Expressiva parcela desses executivos deixa antever que a rentabilidade de suas empresas será tema estratégico em 2015, a exemplo do que já ocorreu em 2014. Para Stephan Keese, sócio-diretor da Roland Berger, o ano será desafiador e ele mesmo só antevê uma retomada em 2017. Para os entrevistados haverá estagnação de mercado ou uma leve retração nos negócios. A leitura do sumário executivo da pesquisa pode ser complementada com a conferência de slides preparados pela Roland Berger, disponíveis em nosso portal. Ouvimos também a General Motors, que comemora 90 anos de atividade no País e vive um momento de transformação e grandes desafios. Apresentamos um elenco de conquistas da montadora no Brasil e reproduzimos uma entrevista com seu presidente, Santiago Chamorro. Mesmo bastante atarefado no período de fechamento desta edição, ele encontrou tempo para responder um questionário preparado por Automotive Business, esclarecendo aos nossos leitores alguns assuntos polêmicos. Máquinas agrícolas e o segmento de pesados também merecem destaque na revista. Analisamos as expectativas de mercado dos fabricantes de caminhões, motores e implementos. Vale a pena conferir, ainda, o sumário preparado pela jornalista Sueli Reis sobre os investimentos em andamento na indústria automobilística.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 31 - fevereiro 2015
   
 

POWERTRAIN EFICIENTE
Esta edição, de número 30, completa o quinto ano de existência da revista Automotive Business e revisita o tema do powertrain veicular. A primeira edição, em 2009, trouxe na capa o motor Multiair, da FPT, considerado uma evolução tão importante para o ciclo Otto quanto o common rail foi para o diesel. Desta vez o destaque da capa vai para o sucesso da Ford Brasil com o novo Ka e seu notável motor de um litro. Eficiência energética, tema principal deste número, desenvolvido pelo jornalista Gustavo Ruffo a partir de um levantamento com as montadoras e especialistas no assunto, deve estar em pauta pelos próximos anos. No entanto, Ricardo Abreu, vice-presidente internacional da Mahle e diretor do centro tecnológico da empresa, ressalta que o País precisa apertar o passo nas iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e inovação na indústria automobilística – em particular na área de motores. Para Abreu, é incipiente o esforço em direção à eficiência energética do powertrain e ainda é necessário direcionar com clareza a vantagem tributária para a utilização de etanol nos motores. Ele reforça que é perfeitamente possível desenvolver sistemas que garantam desempenho equivalente com etanol ou gasolina, apontando como soluções a introdução de turboalimentação, injeção direta e tecnologias como comando de válvulas mais eficiente. Nesse cenário, o executivo da Mahle entende que as empresas estão empenhadas em cumprir a meta obrigatória de elevar a eficiência energética dos veículos em 12,08% até 2017 e a maioria estará interessada em buscar um ponto extra de desconto no IPI chegando aos 15,46% e dois pontos extras, atingindo 18,84%. Enquanto isso, é preciso encontrar fórmulas para salvar o programa do etanol, que encontrou alento no desenvolvimento do sistema flex. Ao rememorar em novembro os 39 anos de criação do Proálcool, o Programa Nacional do Álcool, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) advertiu que, depois da construção de uma centena de novas usinas entre 2004 e 2010, mais de 70 plantas já fecharam as portas na região centro sul, entre 2008 e 2013. Outras 12 devem encerrar as atividades em 2014. Para a entidade, a reversão do cenário atual somente será alcançada a partir de uma política consistente de longo prazo.

Até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 30 - dezembro 2014
   
 

O VALOR DOS SERVIÇOS
Afinal, quem paga a conta do recall promovido pela indústria automobilística? O jornalista Gustavo Ruffo foi conferir essa questão e chegou à conclusão de que, após a campanha, na hora de apurar responsabilidades, a montadora poderá cobrar do fornecedor da peça defeituosa parte do valor gasto em todo o processo ou “até mesmo espetar nele a conta toda”. Ele descobriu, também, um fato alarmante: dos 461 chamados para reparos em automóveis desde 1998, apenas 28 foram considerados concluídos, ou 6%, e há explicações como o fato de o consumidor não voltar à concessionária para manutenção, a ineficácia da campanha de chamamento e a troca de propriedade do veículo. Serviços de valor no âmbito da indústria automobilística são também analisados nesta edição, como matéria de capa, passando pela consultoria, engenharia, testes e simulações, automação, logística, tecnologia da informação, crédito e certificação. Outro destaque desta edição, além do caderno de serviços, é a cobertura de eventos do setor, como os três recentes promovidos por Automotive Business no Centro de Convenções Milenium, em São Paulo, com casa cheia: Fórum da Qualidade (em parceria com o IQA), Workshop Legislação e Fórum de Marketing. Fomos conferir também as novidades do Salão de Paris, do IAA (em Hannover) e Automechanika (em Frankfurt). As atrações do Salão de São Paulo terão cobertura no Portal Automotive Business. Nossa reportagem revisitou a planta da DAF Caminhões, em Ponta Grossa, PR, e acompanhou a inauguração da fábrica da BMW, em Araquari, SC, marca premium que se antecipa aos empreendimentos da Mercedes-Benz (Iracemápolis), Audi (São José dos Pinhais, PR) e Jaguar Land Rover (Itatiaia, RJ), todos em curso.

Até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor


nº 29 - outubro 2014
   
 

edição especial - outubro 2014

   

AVANÇO DA CHERY PASSA PELO BRASIL
Acompanhando a evolução da operação da Chery no Brasil, Automotive Business preparou esta edição especial, feita em conjunto com a montadora e a assessoria de imprensa SD Press, que se prontificaram a contribuir com grande parte das informações reunidas para contar a história da marca. Como ponto de partida, a jornalista Sueli Reis foi à China conhecer de perto a operação da Chery e visitou o complexo de Wuhu, que reúne algumas das 15 unidades produtivas da montadora naquele país. Nessa jornada, ela soube que a Chery foi escolhida pelo governo chinês para ocupar posição de destaque na indústria automobilística local e comandar as principais atividades na área de veículos leves, servindo de referência para outras empresas do gênero. A Chery, que possui representação em 70 países, busca agora fortalecer sua presença mundial, meta que passa pela estruturação da fábrica brasileira da marca, a primeira completa da Chery fora da China, erguida em Jacareí, SP, no vale do rio Paraíba. Nos últimos dois anos a nova montadora brasileira (primeira chinesa no País) esteve empenhada nas obras civis e no detalhamento das linhas de produção, com a definição dos veículos a serem feitos no País, começando com o Celer e prosseguindo com o compacto QQ e um SUV derivado do Tiggo 5. As instalações fabris estão sendo afinadas visando ao início de produção para valer, que ocorre em dezembro. Enquanto isso, a Chery Brasil já tem planos concretos de tornar a operação brasileira uma base de exportações para a América Latina, tornando-se uma peça importante no programa de internacionalização da marca.

Boa leitura.

Paulo Ricardo Braga, editor

 
 

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Automotive Business é uma revista impressa dirigida a executivos da indústria automobilística e segmentos relacionados, incluindo montadoras, autopeças, fornecedores de serviços, consultores, empresas de engenharia, jornalistas, governo e meios acadêmicos. Com tiragem de dez mil exemplares, a publicação é entregue diretamente a executivos responsáveis pela tomada de decisão e hábitos de consumo característicos das classes A e B.
 
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