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TRANSFORMAÇÃO DIGITAL


A revista Automotive Business volta de cara nova, com algumas mudanças na diagramação, mas com o mesmo objetivo de tratar de temas específicos atuais com maior profundidade. Desta vez a matéria de capa é dedicada a uma das revoluções que ocorrem no setor e vai mudar as relações na indústria automobilística: a transformação digital. Com base no índice feito pelo Cesar – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, em parceria com Automotive Business, a cobertura vai apresentar quais são os maiores gargalos, desafios e oportunidades para que o setor garanta seu espaço no momento de ruptura. O especial também destaca as empresas automotivas que têm melhores resultados em cada um dos oito pilares da transformação digital: cultura e pessoas, consumidores, concorrência, inovação, processos, modelos de negócio e dados. Depois de analisar cada um desses pilares, o especial estende-se pelas boas práticas na transformação digital. Em outro artigo discutimos por que felicidade não compra carro. Durante muitos anos, milhares de pessoas adquiriram automóveis para ser felizes, mas essa fase está acabando, como explicam o Google e o filósofo francês Gilles Lipovetsky, estudioso da sociedade de hiperconsumo e autor do livro A Felicidade Paradoxal. Juliana Yamana, líder da área de carros do Google Brasil, diz que o consumo está perdendo importância perante as novas gerações e o que vale é a simplicidade. Para ela, não importa mais o status de possuir um carro e sim como chegar do ponto A ao ponto B. Em outro artigo, sobre inovação, a Pieracciani explica que as startups foram criadas para o futuro e vivem nele. Mais ainda: as corporações existem para planejar e acertar; as startups, para experimentar e consertar erros! Ainda nesta edição analisamos como desmitificar a digital supply chain, em artigo da Porsche Consulting, e como ocorre a capacitação de talentos para a transformação digital. Confira também os rumos da digitalização na nova cadeia automotiva e o que ocorreu durante o evento ABX19, promovido por Automotive Business.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

 
nº 56 - julho 2019
   
 

OS CENÁRIOS PARA 2019


Esta edição inicia uma nova etapa na vida de Automotive Business, que entra em seu décimo ano de existência com o propósito de alargar horizontes para a área da mobilidade, trazendo uma coleção de pautas focadas em temas abrangentes. Desta vez o assunto são os novos cenários para a indústria automobilística e segmentos relacionados, que estão enfrentando um sem-número de desafios diante das rápidas transformações na área da mobilidade. Para iniciar esse roteiro, fomos buscar inspiração no estudo que a Roland Berger realiza anualmente em parceria com Automotive Business, apontando os cenários da indústria local. Em sexta edição, o levantamento traduz as expectativas de cinco centenas de profissionais do segmento, com 32% de respondentes de cargos de diretoria ou presidência. O resultado é mostrado na matéria principal, que abre caminho para outros artigos inspirados nos cenários para 2019. Repercutimos o estudo com empresas, realizamos um levantamento dos investimentos em curso na indústria automobilística e prospectamos os avanços na área da tecnologia e da mobilidade, sem deixar para trás os avanços na área de máquinas agrícolas, que movimentam o poderoso setor do agronegócio. Entrevistamos os presidentes da Anfavea e do Sindipeças para entender os novos caminhos dos associados das
duas entidades e demos um salto para conhecer os planos das montadoras para as revendas digitais, que avançarão decisivamente daqui em diante. O ponto de vista para o futuro das camadas de tiers 2 e 3 leva a assinatura da Bright Assessoria, que evidencia preocupação com a sobrevivência das pequenas empresas da cadeia de suprimentos. Sugestões de pauta para as próximas edições da revista serão bem-vindas.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

 
nº 55 - abril 2019
   
 

NOVOS RUMOS


Nada menos que 635 profissionais da indústria automobilística, leitores de Automotive Business e participantes de nossos eventos, responderam uma meticulosa pesquisa feita por nós para conhecermos a opinião sobre nossos serviços no que diz respeito ao conteúdo e posicionamento da revista, newsletter, portal e eventos. Na matéria de capa desta edição você pode checar uma síntese dos depoimentos que recebemos e ver as sugestões para a reformulação das plataformas de Automotive Business. Trabalhamos na renovação de nosso portal, newsletter e eventos (você precisa conhecer o ABX19, que ocorrerá em 27 de maio) e de nossa revista, que passará a trazer
mais conteúdo exclusivo e analítico. Esta edição, com o número 54, abre o décimo ano de circulação da publicação e prepara o terreno para essa nova fase da revista. Nossa pauta é focada nas tendências do powertrain, a exemplo do que ocorreu na edição número 1 da revista, cuja capa trazia a modelo Márcia Regina apresentando o motor Multi-Air da então FPT – Fiat Powertrain Tecnologies.
Na chamada principal da revista destacava-se uma pergunta: como será o motor do nosso próximo carro? Você pode conferir a resposta nesta edição e descobrir que a realidade atual do nosso powertrain ainda é quase a mesma: o motor a combustão domina amplamente e elétricos e híbridos vêm chegando devagarinho. Para o Brasil, o etanol é uma solução privilegiada como combustível
e passará a ser uma solução ótima quando for utilizado em veículos híbridos flex. Essa novidade foi anunciada por Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil, que apresentou recentemente a plataforma híbrida flex, integrada em um Prius e desenvolvida pioneiramente por engenheiros
brasileiros e especialistas da matriz japonesa. Embora o presidente da montadora não confirme, é bem possível que a nova geração do Corolla, a ser lançada este ano, receba em primeira mão a solução do híbrido flex. Apresentamos nesta edição também os resultados da pesquisa sobre a
evolução das lideranças na indústria automobilística. O levantamento buscou compreender quem são os homens e mulheres que tomam decisão nessa indústria, mapeando os desafios e os maiores anseios desses profissionais. Acompanhe, nesta revista, ainda, as diretrizes do Rota 2030, a política
industrial que procura ditar os rumos do setor automotivo brasileiro.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

 
nº 54 - janeiro 2019
   
 

FORNECEDOR SE REINVENTA


As empresas de autopeças tradicionais têm cacife para enfrentar a leva de fornecedores tecnológicos e startups que avançam na área da conectividade e mobilidade, produzindo uma onda de inovações e trazendo toda a série de inquietações sobre a resiliência e capacidade de competir dos associados do Sindipeças, a entidade dos fabricantes de autopeças? Na matéria de capa desta edição, Automotive Business foi buscar respostas para essa questão, entrevistando o presidente do Sindipeças, Dan Ioschpe, consultores e empreendedores que estão vivendo no dia a dia um sem-número de desafios como fornecedores de componentes e sistemas. Para Ioschpe, os associados da entidade são capazes de superar as dificuldades e, depois de um longo período de crise, estão vivenciando um momento de crescimento, apesar da falta de competitividade “da porta para fora das empresas”. Para ele, o setor automotivo tradicional não perderá relevância ante a chegada de novos players na indústria da mobilidade. Ele admite que haverá mudanças estruturais entre montadoras e autopeças, a exemplo do que vem ocorrendo com menor impacto nos últimos anos, quando inúmeros componentes caíram em desuso, como carburadores, levantadores de vidro e câmaras de ar. Curiosamente, fornecedores de inovações estão chegando à indústria automobilística como associados do próprio Sindipeças. Fomos aprender com a Pieracciani Consultoria como os programas federais de incentivo podem pagar até 70% dos aportes das empresas em inovação e, para entender como atuam os novos players de softwares e sistemas eletrônicos, ouvimos Accenture, Volkswagen e Deloitte. Vale a pena examinar essa questão e o infográfico que preparamos com a Pieracciani. Na construção do futuro, a popularização das novas tecnologias, como centrais multimídia avançadas e sistemas de inteligência artificial (usados por exemplo nos manuais dos veículos da VW), é algo distante de muitos fornecedores tradicionais e levará empresas a buscar uma adaptação por questão de sobrevivência. O certo é que em muitos casos tanto montadoras quanto seus parceiros terão de se reinventar Boa leitura e até a próxima edição, quando a revista Automotive Business abrirá seu décimo ano de existência e anunciará seus planos editoriais para 2019. Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

 
nº 53 - outubro 2018
   
 

O AVANÇO DO ROTA 2030


Depois de mais de um ano de negociações entre todos os interessados em
construir um programa de política industrial para o setor automotivo, foi enfim assinada a Medida Provisória 843, que dá forma inicial ao Rota 2030. Houve dezenas e dezenas de reuniões em Brasília para se chegar a um acordo sobre os requisitos mínimos de eficiência energética dos veículos, definição do regime ex-tarifário para autopeças e das bases para criação de metas e incentivos à pesquisa e desenvolvimento para empresas do setor. No que diz respeito aos incentivos, houve forte reação do Ministério da Fazenda e o governo deu menos do que os fabricantes queriam. A MP 843, que deve ser seguida por um decreto que a regulamente, precisa ser votada pelo Congresso Nacional até novembro para não perder a validade. A matéria de capa sobre o Rota 2030, assinada pelo jornalista Pedro Kutney, esmiúça o que já se sabe do programa e traz a opinião de presidentes de entidades relacionadas ao setor automotivo e das chamadas marcas premium, que produzem baixos volumes de veículos. Esta edição reflete a comemoração de marcos importantes no setor de autopeças. A Schaeffler celebra seis décadas de atuação no Brasil, de olho na mobilidade do futuro. A Iochpe Maxion completa o centenário no País, com uma história rica em ousadia que levou a empresa a fabricar 60 milhões de rodas por ano e estender sua atuação para diversos países. Para contar a história e os planos da ZF, ao completar 60 anos de Brasil, Automotive Business foi a Sorocaba (SP) entrevistar o CEO Wilson Bricio, que pretende ter aqui a melhor operação da companhia no mundo. Entre as montadoras, destaque para a Toyota. A fábrica de Indaiatuba (SP) chega aos 20 anos no auge, operando acima da capacidade e se preparando para produzir a nova geração do Corolla. Tomamos o pulso também dos segmentos de caminhões, que voltam a subir a ladeira, e motocicletas, que ainda derrapam para crescer, com alto grau de ociosidade nas fábricas.
Em colaboração especial para nossa revista, a jornalista Edileuza Soares, especializada em tecnologia da informação, ouviu consultores e empresas do setor para mostrar como a inteligência artificial tem avançado na indústria brasileira, usando robôs inteligentes para automatizar processos e se conectar com clientes. Completamos esta edição com a cobertura do Workshop Planejamento Automotivo, que trouxe insights para os profissionais que preparam o budget de 2019 e costuram o plano estratégico de suas companhias. O encontro reuniu cinco centenas de participantes no Hotel Sheraton WTC, em São Paulo. Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

 
nº 52 - agosto 2018
   
 

O CARRO LÍQUIDO


O jornalista Sergio Quintanilha foi buscar na obra de Zygmunt Bauman inspiração para explicar as mudanças nos hábitos do consumidor e nos automóveis. O sociólogo polonês criou o conceito de modernidade líquida, explicando que enquanto os sólidos dificilmente mudam sua forma, os líquidos se modificam com facilidade. Os automóveis, embora feitos de partes sólidas, que duram anos, estão agora repletos de tecnologia líquida, ou seja, se transformam constantemente. Com essa metáfora, Quintanilha aponta que os carros se moldam às necessidades da sociedade e aos anseios do consumidor. Ele tira disso tudo a lição de que nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia – e tudo o que valeu como regra no mercado automotivo não vale mais hoje. O resto você vai saber na matéria de capa desta edição, que mostra as tendências em diferentes segmentos de mercado.
Você vai conhecer, também nesta edição, os 15 vencedores do Prêmio REI – Reconhecimento à Excelência e Inovação, que receberam seus troféus em cerimônia promovida por Automotive Business dia 26 de junho no restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo. A Volkswagen foi apontada como a montadora do ano e a Maxion Wheels a empresa de autopeças mais conceituada entre os leitores de Automotive Business e participantes de eventos da editora. O resultado da eleição colocou em destaque também Roberto Cortes, profissional de montadora e presidente e CEO da MAN Latin America, e Besaliel Botelho, profissional de autopeças e presidente da Bosch do Brasil. Os 60 finalistas do Prêmio REI, apontados por um júri de 28 especialistas da indústria automobilística, foram submetidos a eleição popular e Automotive Business apurou perto de 20 mil votos. O editor Pedro Kutney foi até Balocco, na Itália, próxima a Milão, para acompanhar o Capital Markets Day, evento que apresentou o novo plano estratégico da FCA para os próximos cinco anos. Sergio Marchionne, o CEO global da companhia, frustrou analistas e jornalistas que acompanharam o encontro ao nada revelar sobre sua aposentadoria e a sucessão que pode ocorrer no início do próximo ano. Ele anunciou, porém, que a FCA produzirá quatro novos modelos de SUV em duas fábricas no Brasil. Os detalhes você confere a partir da página 46. Você vai conhecer, ainda, os planos da Toyota anunciados no lançamento do Yaris, produzido nas versões hatch e sedã na fábrica de Sorocaba (SP). Com preços de R$ 60 mil a R$ 80 mil, o novo veículo ocupará o espaço
entre o Etios e o Corolla. Destacamos na edição também as tendências no segmento de máquinas agrícolas, em levantamento realizado pelo jornalista Mário Curcio.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

nº 51 - junho 2018
   
 

O AVANÇO DA MOBILIDADE


Negócios bilionários que nascem em plataformas on-line, sem grandes investimentos em ativos fixos, estão acelerando a quarta revolução industrial e já batem à porta da indústria automotiva com o surgimento de soluções como aplicativos à moda do Uber ou do 99, maior conectividade dentro dos automóveis, compartilhamento e surgimento do carro autônomo. Foi o que descobriu a editora Giovanna Riato ao investigar os temas que levaram à edição da nossa matéria de capa. Ela ouviu do diretor de planejamento e inteligência competitiva da FCA, Breno Kamei, que tendências bem claras colocam o carro não mais como um meio de transporte, mas como uma plataforma de negócios. Ao conversar com a McKinsey, a jornalista anotou que os novos modelos de negócio terão o poder de ampliar o faturamento da indústria automotiva em 30% nos próximos anos, abrindo um sem-número de oportunidades. Enquanto isso, o editor Pedro Kutney esteve em Atlanta, nos Estados Unidos, a convite da IFS, onde a empresa de origem sueca realizou evento para lançar a nova geração de seu software de gestão, preparado para as demandas da indústria 4.0, com capacidade de receber e assimilar dados de máquinas e equipamentos industriais. Um dos ensinamentos do encontro foi o entendimento de que as coisas avançam rápido no compartilhamento da gestão, com máquinas conectadas e recursos da internet das coisas e tomada de decisões com inteligência artificial. Ao lado dessas novidades tecnológicas esta edição traz o resultado da primeira rodada na seleção dos melhores cases da indústria automobilística, promovida pelo Prêmio REI, de Automotive Business. Com a ajuda de um júri de três dezenas de membros, foram selecionados 60 cases finalistas, que agora passam a ser examinados pelos leitores da revista e do nosso portal para a eleição final, com a escolha dos vencedores nas 15 categorias. Apresentamos ainda os planos da Volkswagen para chegar à liderança do mercado automotivo brasileiro justamente no momento em que comemora 65 anos de atuação no País. A empresa entrou em 2018 com resultados de mercado estimulantes, proporcionados pelos lançamentos recentes. O clima positivo no mercado, apesar dos sucessivos adiamentos no lançamento do Rota 2030, ficou claro na nona edição do Fórum da Indústria Automobilística (página 40), realizado em abril no Golden Hall do WTC, em São Paulo, que recebeu 818 participantes. E se há dúvidas sobre a retomada dos negócios, vale a pena conferir os investimentos prometidos pelas montadoras no País, que somam nada menos de R$ 36,7 bilhões até 2022.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

nº 50 - abril 2018
   
 

PRESENÇA FEMININA
A matéria de capa desta edição foi inspirada na pesquisa Presença Feminina no Setor Automotivo, um estudo inédito promovido por Automotive Business com a coordenação técnica da MHD Consultoria. Embora sejam óbvias a ainda tímida participação da mulher no setor e as condições de desigualdade, a análise dos resultados indicou um esforço das empresas para mudar a situação e evidenciou uma cobrança das mulheres para fomentar a diversidade, como revela a editora Giovanna Riato, que participou ativamente da pesquisa e do fórum organizado por Automotive Business para divulgar os resultados da pesquisa e colocar em perspectiva a opinião dos participantes colhida em sessões de debate. Ela preparou a matéria de capa com o apoio do jornalista Glauco Lucena, depois de entrevistar Ana Theresa Borsari, diretora geral das marcas Peugeot, Citroën e DS, uma das raras mulheres em posição de liderança na indústria automobilística. O relatório final da pesquisa Presença Feminina, que incluirá o conteúdo das palestras do fórum e das sessões de debate, será amplamente divulgado no mês de maio e poderá servir de base para as iniciativas de montadoras e empresas de autopeças na promoção da participação da mulher na indústria. Destacamos também nesta edição a jornada da Toyota no Brasil, que teve início em 1958 e completa 60 anos com a montadora vivendo seu melhor momento no País. Para contar essa história o editor Pedro Kutney visitou as instalações de São Bernardo do Campo, as fábricas de Indaiatuba e Sorocaba, onde a empresa produz Corolla e Etios, e também a unidade de motores de Porto Feliz, no interior de São Paulo. Não faltou insistência para saber mais sobre os planos da empresa, que se concentram agora na iminência da produção do Yaris e na engenharia do Prius em versão híbrida e flex para o mercado brasileiro. Mais adiante será a vez de a empresa lançar um SUV produzido localmente, mas sobre isso nada foi confirmado por Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil – ele apenas garantiu durante entrevista exclusiva que a ordem agora é acelerar os planos no Brasil. Outra matéria que merece atenção nesta revista é o relatório da pesquisa especial Cenários 2018, preparada em conjunto pela Roland Berger e Automotive Business. Nela você vai saber como a indústria automobilística brasileira encara o ano – do fim do Inovar-Auto às tentativas de emplacar o Rota 2030.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

nº 49 - março 2018
   
 

À ESPERA DO ROTA 2030
A principal matéria desta edição deveria compor um balanço do Rota 2030, programa de política industrial de longo prazo que pretende nortear o desenvolvimento da indústria automobilística. Esperávamos, desde outubro, o anúncio das principais medidas preparadas pelo MDIC, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Nossa expectativa, junto com o mercado, era receber diretrizes que permitissem dar sequência às operações automotivas a partir de 1O de janeiro, quando termina o
alcance do Inovar-Auto. A partir dessa data, no entanto, podemos não ter um programa consolidado para substituir o polêmico Inovar-Auto. A explicação? O Ministério da Fazenda barrou as propostas de incentivos fiscais ao setor automotivo, que teriam contrapartida em algumas exigências do Rota 2030 –
como investimentos das montadoras e importadores em segurança, eficiência energética e pesquisa e desenvolvimento. Lá se foi nossa matéria de capa programada. Mudamos o enfoque para analisar, agora sim, o balanço do Inovar-Auto, apesar de muitas dificuldades para obter informações oficiais. O artigo foi preparado pelo editor Pedro Kutney. No dia 28 de novembro ele testemunhou o desprezo pelo nosso setor automotivo por parte de representantes do Ministério da Fazenda, em evento organizado pelo Insper e Banco Mundial, em São Paulo, para avaliar a eficiência dos gastos públicos no Brasil. Para justificar a oposição aos incentivos fiscais, João Manoel Pinho de Mello, chefe da Assessoria Especial de Reformas Microeconômicas do Ministério da Fazenda, que acompanha as negociações na elaboração do Rota 2030, disse que “incentivos que não trazem benefício real à sociedade não podem ser aprovados”. Mello destacou que o setor automotivo recebe atualmente R$ 1,3 bilhão por ano em incentivos fiscais à pesquisa e desenvolvimento e que o momento não permite novas concessões à indústria – esquecendose da representatividade do setor que representa entre 4% e 5% do PIB
nacional, emprega meio milhão de pessoas e significa um importante polo de desenvolvimento tecnológico. Ao deixar o encontro do Insper, ele ainda disparou que muitos países vivem bem sem indústria automobilística. Certamente não é o que queremos e nem mesmo o que pensam as pessoas
bem informadas deste País. Boa parte desta edição é dedicada ao powertrain, como ocorre tradicionalmente na última revista do ano. Falamos de motores e seus componentes, veículos elétricos e híbridos, lubrificantes, etanol e biogás. Reservamos espaço também para uma entrevista com Ricardo Abreu, diretor do centro tecnológico da Mahle e especialista em questões de powertrain.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

nº 48 - dezembro 2017
   
 

SUBINDO A RAMPA
Esta é uma edição dedicada, em grande parte, ao mercado de caminhões. Tudo indica que finalmente o segmento deixou o fundo do poço e começa a subir a rampa, embora sem o vigor demonstrado alguns anos atrás, quando se promovia a mudança da legislação de emissões Euro 3 para Euro 5.
Essa tendência foi evidenciada durante a 21a Fenatran – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas (16 a 20 de outubro, em São Paulo), quando em uníssono os fabricantes de veículos comerciais anunciaram crescimento de mercado de dois dígitos em 2018, chegando próximo de
74 mil caminhões e ônibus. Melhor, ainda, se computados os números da produção, que avançam embalados pelas exportações e podem somar pouco mais de 121 mil unidades em 2018. Essas projeções são da consultoria Carcon Automotive (leia matéria nesta edição). Há sinais positivos também que indicam o fim do layoff, a contratação de pessoal e investimentos pesados, como os R$ 2,4 bilhões anunciados pela Mercedes-Benz até 2022 e os US$ 120 milhões confirmados pela
Iveco até 2019. Outro sinal de confiança na retomada dos negócios veio do lançamento pela MAN de uma linha completa de caminhões leves (Delivery), uma empreitada que foi adiada sucessivamente ao longo dos últimos cinco anos. Mais ainda: a MAN apresentou também o primeiro caminhão elétrico brasileiro (E-Delivery) que deverá chegar ao mercado em breve, com baterias comercializadas por leasing. Além de registrar os bastidores do lançamento da linha Delivery, contamos como foram os 60 anos de história da Ford Caminhões no País, desde os primeiros momentos marcados pelo pioneirismo na montagem do F-600, iniciada em agosto de 1957, na antiga fábrica do Ipiranga, em São Paulo. Revisitamos, ainda, os 20 anos da trajetória recente da Iveco no Brasil. Como se sabe, a Iveco já havia tentado a sorte no País, como sucessora da Fiat Diesel, um capítulo encerrado em 1985 com a transferência das operações da marca para a Argentina. Outro aniversário merece destaque nesta edição: os 20 anos da Honda em Sumaré (SP), iniciados com a montagem do Honda Civic.
O repórter Mário Curcio visitou a China para conhecer os novos planos da Lifan, com dois lançamentos programados para 2018, e o editor Pedro Kutney foi acompanhar de perto a apresentação do Polo, que promete ser um ponto de inflexão da marca Volkswagen no Brasil em direção a tempos melhores. Vale a pena conhecer também o Jumpy, em uma arrancada da PSA para conquistar espaço no segmento de veículos comerciais.

Boa leitura e até a próxima edição.

Paulo Ricardo Braga, editor

nº 47 - outubro 2017
   
 

KWID, APOSTA DA RENAULT
Na matéria de capa desta edição, avaliamos a grande aposta que a Renault faz no mercado brasileiro com o lançamento do pequeno Kwid, que a marca pretende tornar seu campeão de vendas e fazer brilhar no topo do ranking dos veículos mais vendidos no País. A estratégia começou funcionando bem durante o esforço de pré-venda, que se consolidou como um sucesso, com centenas de pedidos firmes dos clientes. Nada mau para começar. Quem esteve no lançamento foi o editor Pedro Kutney, que voltou bem impressionado com a estratégia da montadora francesa no posicionamento do veículo, comercializado como um pequeno SUV popular, com preço a partir de R$ 30 mil. Acompanhamos o lançamento do EcoSport, que ressurge com o novo motor 1.5 de três cilindros construído de alumínio. O tamanho é o mesmo e, embora pouco tenha mudado no design, ganhou pontos importantes no acabamento e evolução tecnológica para enfrentar concorrentes diretos como o Honda HR-V e o Jeep Renegade, entre outros SUVs que chegaram ao mercado brasileiro. Vale lembrar que a Ford já produziu 1 milhão de EcoSport em Camaçari (BA), colhendo os frutos da invenção do segmento de SUVs compactos no Brasil e exportando nada menos de 400 mil unidades. Você vai saber mais sobre o utilitário esportivo Kicks, que a Nissan introduziu no País durante o período das Olimpíadas patrocinadas pela montadora. No primeiro momento o veículo foi importado do México com preço de R$ 90 mil nas versões mais completas, com transmissão CVT e bons recursos eletrônicos. Agora, após um investimento de R$ 750 milhões na planta de Resende (RJ), o veículo foi nacionalizado e oferecido com preço inicial de R$ 70,5 mil, como escreve o repórter Mário Curcio. Registramos o lançamento da pesquisa Presença Feminina na Indústria, que pretende mapear e gerar conhecimento sobre a presença da mulher no setor automotivo. Será a primeira pesquisa do gênero na indústria automobilística. O projeto conta com o apoio institucional da Anfavea e do Sindipeças. Esta edição traz ainda a cobertura do workshop de planejamento automotivo (22 de agosto no Centro de Convenções do Hotel Sheraton WTC), um relato de novas tecnologias desenvolvidas pela ZF e pela Bosch e o caderno de autopeças, que começa com uma entrevista do presidente do Sindipeças, Dan Ioschpe, concedida à editora Giovanna Riato. Boa leitura e até a próxima edição.


Paulo Ricardo Braga, editor

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