"Não há dúvidas que haverá demissões na indústria de autopeças."
Paulo Butori, presidente do Sindipeças, à Gazeta Mercantil, em 18 de novembro.

"As montadoras já estão fazendo intensas promoções, dando descontos e oferecendo taxas de juros mais vantajosas. Há uma expectativa que teremos um bom Natal."
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, à Gazeta Mercantil, em 18 de novembro.

“Em qualquer cenário de reestruturação na América do Norte, as atividades no Brasil não serão diretamente afetadas.”
Jaime Ardila, presidente da General Motors para o Mercosul, em 17 de novembro.

"Eu acho que nem vai fechar unidade e nem vai desempregar."
Ministro Miguel Jorge, do MDIC, à Agência Estado, sobre a operação da GM no Brasil.

“Somos referência mundial na produção de bioenergia, na produção de sementes, mesmo sendo um país produtor de petróleo. E não estamos fazendo isso por falta de petróleo. Mas por uma questão ambiental.”
Dilma Rousseff, ministra-chefe da Casa Civil, em 17 de novembro.

“Caso o crédito seja restabelecido, não imaginamos um mês de novembro pior do que outubro. E para 2009 estimamos crescimento de até 9%.”
Sergio Reze, presidente da Fenabrave, em 4 de novembro.

“Quanto mais investimentos vocês fizerem, mais as pessoas irão consumir e assim os brasileiros terão sua paixão nacional, que é comprar um carro e pagar a prestação.” 
Presidente Luis Inácio Lula da Silva, na abertura do Salão do Automóvel, aos representantes das montadoras, em 30 de outubro.

"Esta crise pode representar uma oportunidade. Não podemos ficar de fora do segmento compacto, responsável por 70% das vendas no mercado brasileiro.”
Luiz Carlos Andrade Jr., vice-presidente sênior da Toyota, à Gazeta Mercantil, em 21 de outubro.

"É uma parada estratégica para ajustar tanto os estoques na fábrica como na rede de concessionárias."
Moacyr Paes, diretor executivo da Abraciclo, sobre as férias das montadoras de motocicletas, à Gazeta Mercantil de 21 de outubro.

"O clima de crise, felizmente, não contagiou nossos negócios e as vendas continuam boas."
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, à Gazeta Mercantil, em 14 de outubro.

"Até esta altura do ano já superamos um milhão de unidades vendidas e 2008 será outro novo ano recorde em vendas para GM LAAM."
Maureen Kempston Darkes, presidente da General Motors para a região LAAM, à Gazeta Mercantil, em 14 de outubro.

“Há recursos para garantir o financiamento das exportações automotivas.”
Miguel Jorge, ministro do desenvolvimento, indústria e comércio, na abertura do Congresso da SAE Brasil, dia 7 de outubro, em São Paulo.

"Não temos tido dificuldade para obter financiamentos, mas o custo está mais elevado."
Carlos Zignani, diretor de relações com investidores da Marcopolo, ao Estadão, em 8 de outubro.

"O ano de 2009 não será melhor que 2008."
Alan Mulally, presidente mundial da Ford, à Gazeta Mercantil, em 3 de outubro.

"A Iveco investe muito em tecnologia e vai lançar um caminhão movido a álcool.”
Luiz Biagi, acionista da SantelisaVale, segundo maior grupo sucroalcooleiro do País, à Gazeta Mercantil, em 25 de setembro.

"O mundo ainda vai precisar de caminhões e ônibus mesmo quando o motor a combustão passar a ser parte da história."
Andreas Renschler, o principal executivo da Daimler Trucks, a Marli Olmos, do Valor, em 24 de setembro.

“Serão mais bem-sucedidos aqueles que estiverem mais próximos e familiarizados com o cliente brasileiro.”
Jérôme Stoll, presidente da Renault do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 24 de setembro.

"Só decidimos fazer o investimento depois de nos certificarmos de que a Hyundai não tem nenhuma responsabilidade sobre a dívida da Asia Motors."
In Seo Kim, vice-presidente Hyundai Motors, ao Estadão, em 18 de setembro, referindo-se à instalação da fábrica da marca em Piracicaba, SP. Para ele, a Kia é uma empresa-irmã, mas não a mesma empresa. A Ásia Motors, então pertencente à Kia, importou veículos na década de 90 com incentivos fiscais, sem a contrapartida de investir em uma fábrica na Bahia.

“O segmento de usados é três vezes maior que o de novos.”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, ao Globo, em 3 de setembro.

“Fizemos um esforço enorme para trazer o Focus mais cedo para a região porque há um reconhecimento da matriz na necessidade de mantermos nosso nível de competitividade.”
Rogelio Golfarb, diretor de relações corporativas para a Ford América do Sul, ao Estadão, em 3 de setembro.

“É preciso que eles apresentem muitas outras compensações para neutralizar a emissão de poluentes e empatar com as medidas que seriam tomadas a partir de janeiro.”
Ana Cristina Lins, procuradora, ao Estadão de 27 de agosto, referindo-se aos participantes da reunião de 26 de agosto, em Brasília, sobre o programa de emissões.

"Enquanto os motores Diesel são cada vez mais desejados entre os consumidores de automóveis no mundo, no Brasil estão apenas associados a ônibus e caminhões."
Olivier Boutaud, diretor de engenharia mecânica para a América na Renault.

"Queremos produzir 60 mil veículos na fábrica de Resende e esse número tende a aumentar ano que vem, podendo chegar a 75 mil."
 Antonio Roberto Cortês, presidente da VW Caminhões e Ônibus, em entrevista ao DCI de 26 de agosto.

“O mercado deve crescer mais de 20% este ano, mas avançará 5% a 10% em 2009.”
Christian Pouillaude, vice-presidente comercial da Renault, a Automotive Business, em 22 de agosto.

“Carro barato não é carro perigoso.”
Carlos Ghosn, presidente da Renault Nissan, em 22 de agosto, durante o Congresso da Fenabrave, em Curitiba.

“É preciso pensar em garagens nos terminais de metrô e outros transportes de massa e não no centro das cidades.”
Márcio Fortes, ministro de Estado das Cidades, em 18 de agosto.

“Já temos veículos altamente avançados, mas engatinhamos em infra-estrutura.”
Vilmar Fistarol, presidente da SAE BRASIL, em 18 de agosto.

“O Brasil será o quarto ou quinto mercado mais importante do mundo.”
Jean-Louis Orphelin, presidente da Citroën do Brasil, ao Globo.com, no lançamento do C3.

“O tráfego vai continuar lento, mas as chances de uma paralisação geral são mínimas.”
Jaime Waisman, mestre em engenharia e professor da Escola Politécnica da USP, ao globo.com, em 8 de agosto.

“As medidas que tomamos para aumento da produção estão gerando os resultados esperados.”
 Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul, em 5 de agosto.

"Tivemos nas últimas décadas uma fase de adaptação de novos veículos trazidos do exterior para o mercado brasileiro, depois o desenvolvimento de derivativos e, mais recentemente, a execução de projetos inteiramente novos. Atualmente, somos também responsáveis pela criação de arquiteturas globais."
José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil, ao DCI, em 4 de agosto.

"Os mercados emergentes são a fronteira de expansão das montadoras, enquanto nos países desenvolvidos o crescimento será vegetativo",
Marcelo Cioffi, sócio da PriceWaterhouse Coopers, à Folha de SPaulo, em 4 de agosto.

“Acho que os híbridos vão tomar o mercado, e a qualquer hora podem aparecer no Brasil.”
Luso Ventura, diretor da SAE Brasil e da Netz Engenharia, em 31 de julho.

“Somos vistos com olhos de esperança.”
Jaime Ardila presidente da GM do Brasil, ao Estadão, em 30 de julho, referindo-se à relação com a matriz.

"Não temos caminhão na prateleira para usar conforme a prefeitura manda."
Oswaldo Dias de Castro, presidente da Expresso Araçatuba, ao jornal Valor, em 29 de julho.

“A parceria com a MWM International está em sintonia com o objetivo estratégico de chegar a 2012 com toda a linha Chevrolet renovada”.
Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, em 23 de julho.

"O mercado mudou drasticamente. Nas últimas semanas, os únicos modelos que conseguimos vender nos EUA foram veículos com motores de quatro cilindros."
Carlos Ghosn, CEO da Nissan, nos Estados Unidos, em 23 de julho.

“Os novos motores terão design e tecnologia dos mais modernos utilizados pela indústria automobilística mundial.”
Adhemar Nicolini, diretor geral da GM Powertrain para a divisão LAAM, durante o acordo com a MWM International, assinado em 22 de julho.

"A situação no Brasil está favorável e a idéia é realizar mais investimentos."
José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM, ao jornal Valor, em 17 de julho, abrindo a possibilidade de novas aplicações na unidade de Gravataí, RS.

“O fluxo nas concessionárias começou a diminuir. Não tenho dúvidas de que a inflação já está afetando a indústria.”
Jaime Ardila, presidente da General Motors do Brasil, ao jornal Valor, em 16 de julho.

“A nova fábrica nos Estados Unidos representa um marco de grande importância para a Volkswagen. Seremos extremamente ativos nesse mercado.”
Martin Winterkorn, CEO da Volkswagen, ao anunciar investimentos de € 620 milhões, em 16 de julho.

“Estamos em plena guerra contra a pressão de custos inflação dentro da companhia.”
 Rogelio Golfarb, diretor de assuntos corporativos da Ford, a Marli Olmos, Valor, em 14 de julho.

"Apesar da dificuldade que muitas empresas têm para investir no aumento de capacidade e dos problemas de falta de matéria-prima, ainda estamos conseguindo acompanhar o ritmo de crescimento das montadoras."
Flávio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças, em 11 de julho.

"Estamos investindo milhões de dólares numa gama completa de veículos de emissão zero."
Carlos Ghosn, presidente da Renault-Nissan, Estadão, em 11 de julho.

"Nossa posição financeira permanecerá robusta o restante deste ano."
Rick Wagoner, principal executivo da GM, em 10 de julho.

"Vamos aumentar o valor dos investimentos porque o volume de pedidos no mercado brasileiro cresceu muito neste ano."
Wilson Bricio, presidente da ZF na América Sul, à Gazeta Mercantil, em 8 de julho.

 “Será a maior contratação em toda a história da indústria brasileira de caminhões e ônibus.”
Roberto Cortes, presidente da VW CO, ao Estadão, em 8 de julho, sobre a expansão da capacidade da fábrica de Resende, RJ.

“Nosso objetivo para 2009 é vender três mil unidades na Argentina e 10 mil no Brasil”,
Leonardo Maffioli, diretor-geral do Grupo Socma, no lançamento do Tiggo na Argentina, ao Globo.com, em 4 de julho.

“As dificuldades enfrentadas pela General Motors no mercado norte-americano não contaminam a operação brasileira da multinacional.”
Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 4 de julho.

“A crise de mobilidade de São Paulo afeta o país inteiro.”
Marcos Cintra, professor de economia e vice-presidente da FGV, à Veja São Paulo de 2 de julho.

“O novo Gol será motivo de inveja para muitos países que pensam que são mais desenvolvidos do que o Brasil.”
Luis Inácio Lula da Silva, presidente da República, ao Estadão, durante o lançamento do veículo na fábrica Anchieta, dia 29 de junho.

"O Novo Gol é uma base para a Volkswagen ter um crescimento sustentando no Brasil. Este automóvel faz parte de uma nova família que vai nascer e é um bom pedaço para a Volkswagen recuperar a liderança no País."
Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, a Sonia Moraes, da Gazeta Mercantil, em 28 de junho.

“É um carro completamente novo, robusto, seguro, confiável e versátil como um Gol, mas numa nova plataforma e com muito mais tecnologia. O Novo Gol foi pensado para superar as expectativas de nossos clientes.”
Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, em texto distribuído à imprensa no final de junho.

“Vamos substituir uma carreta por dez vans.”
José Antônio Ribeiro da Costa, gerente de transporte da Transportadora Binotto, ao Estadão, em 28 de junho, comentando as restrições aos caminhões em São Paulo.

“Já existe um mercado paralelo. O trânsito vai ser entupido por veículos menores.”
Francisco Pelucio, presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região, ao Estadão, em 28 de junho, sobre as restrições aos caminhões em São Paulo.

“O M100 seria uma boa compra se tivesse o preço e os equipamentos que tem, mais direção hidráulica e, além disso, apresentasse comportamento, desempenho e segurança compatíveis com os carros de seu segmento. Mas isso não acontece.”
Paulo Campo Grande, na Quatro Rodas de julho, no veredicto sobre o teste do Effa M100, que custa R$ 22.980 nas seis revendas da Grande São Paulo.

"A cada cinco anos a Marcopolo dobra de tamanho. Estamos certos de que em 2009 daremos novo salto."
Carlos Zignani, diretor de relações com investidores da Marcopolo, à Gazeta Mercantil, em 25 de junho.

"São José voltou a constar da rota dos investimentos da GM. Foi um acordo muito próximo do que imaginávamos."
Luis Moan, diretor de assuntos institucionais da General Motors, à Gazeta Mercantil, em 20 de junho.

"O Daily 70C16 tem a cara da América Latina. Carrega mais que seus irmãos europeus e está pronto para as difíceis condições da infra-estrutura local. Nós mesmos desenvolvemos e testamos esta versão."
Renato Mastrobuono, diretor de engenharia e desenvolvimento da Iveco, em 13 de junho.


"Não vai acontecer como em 1997, quando chegamos a um novo patamar e depois despencamos, teremos sim um crescimento sustentável."

Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, ao Globo.com, em 9 de junho.

“O avanço nos cinco primeiros meses na casa dos 30% foi uma surpresa, mas o mercado deve sofrer ajuste no segundo semestre.”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, a AutoData, em 9 de junho.

“A falta de mão de obra é um dos gargalos mais importantes. Não só na quantidade, mas também na qualificação.”
Flavio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças, em 9 de junho.

“O cenário econômico na Argentina é preocupante.”
Letícia Costa, presidente da Booz & Company, em 9 de junho.

"A Argentina sofre com pressões externas e internas. É preciso definir qual o tamanho da crise.”
Franco Ciranni, presidente, FPT Powertrain Technologies, em 9 de junho.

"Além da demanda natural que ainda há no mercado, as vendas também estão sendo motivadas pelos lançamentos e até o final do ano a programação das montadoras está bem elevada."
Wilson Rocha, diretor de vendas e engenharia da TRW Automotive, à Gazeta Mercantil, em 6 de junho.

“O programa vai ressarcir o crédito que já é nosso.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, ao Estadão, em 6 de junho, sobre a liberação do credito do ICMS pelo governo paulista.

"Estamos negociando com o Uruguai e vamos negociar com o Paraguai no futuro."
Armando Meziat, secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, ao Globo.com, em 4 de junho, falando sobre acordos automotivos.

“Trata-se do melhor ano da história do setor automotivo brasileiro.”
Fritz Henderson, presidente global da GM, à revista Exame.

“Se não houver nenhuma catástrofe mundial, o mercado deve seguir crescendo sem sobressaltos.”
Letícia Costa, presidente da consultoria Booz & Company, à revista Exame.

“O mercado brasileiro está cada vez mais parecido com o americano.”
Paulo Petroni, diretor da consultoria PricewaterhouseCoopers, à revista Exame.

"Não é justificável uma concentração tão significativa dos incentivos em um único setor."
Júlio Sérgio Gomes de Almeida, assessor do Iedi, sobre a desoneração dos investimentos, ao Estadão de 29 de maio.

"Não conseguimos ver nada além de nuances de crescimento para os próximos cinco anos."
Flavio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças e presidente da Usiparts, a Marli Olmos, do Valor, em 29 de maio.

“A logística é um campo fértil para cortar despesas. Há muito por fazer nessa área em prol da redução de custos.”
José Carlos da Silveira Pinheiro Neto, vice-presidente da GM, à Gazeta Mercantil, em 29 de maio.

"A economia vai muito bem, mas a moeda está muito valorizada em relação ao dólar. As medidas ajudam pouco no aumento das exportações do setor, embora sejam importantes para outras áreas"
Fritz Henderson, presidente mundial de operações da General Motors, ao Diário do Grande ABC, em 20 de maio.

"América do Sul, Ásia e Europa são as regiões mais rentáveis."
Fritz Henderson, presidente mundial de operações da General Motors, ao Valor, em 20 de maio.

"A preocupação maior da empresa agora é aumentar produção e vendas e não ter a liderança no Brasil."
Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul, à Gazeta Mercantil, em 20 de maio.

"A impressão é que as medidas para incentivos à exportação não são suficientes por que o real está muito forte e isso tira a competitividade do Brasil. Já os incentivos fiscais para os investimentos deverão ser interessantes para o setor automotivo, bem como as medidas fiscais para fomentar novos investimentos".
Jaime Ardila, presidente da GM do Brasil e Mercosul, à Gazeta Mercantil, em 20 de maio.

“Creio que uma das bases para a liderança multicultural é a empatia.”
Carlos Ghosn, CEO da Renault e Nissan, ao The New York Times, em 19 de maio.

“Já podemos começar a vislumbrar vendas superiores a 22 mil unidades para este ano.”
Jörg Henning Dornbusch, presidente da Abeiva, em 16 de maio.

“A Alemanha não é contra a produção de biocombustíveis e poderá adotar os motores flex fuel na frota de veículos do país”
Angela Merkel, chanceler da Alemanha, dia 15 de maio, durante visita à fábrica da VW no Brasil, à Gazeta Mercantil.

“Temos agora o mais moderno estúdio de realidade virtual. Vamos agilizar a nossa interação com a matriz e outras empresas do Grupo Volkswagen.”
Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, em 15 de maio.

"É um plano de metas bem definidas, o que surpreendeu. Agora depende de cada empresa analisar as medidas com calma, trabalhando internamente o dever de casa.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, a Priscila Dal Polggetto, do site Globo.com, em 14 de maio, a respeito da nova política industrial.

“O Gol, por quilo, é mais barato que o Big Mac. Custa R$ 25,00 contra R$ 28,00 do sanduíche. Ainda assim, queremos que o Gol baixe mais.”
Thomas Gropp, diretor de compras da Volkswagen, ao jornalista Ariverson Feltrin, em 12 de maio.

“O petróleo que temos é para daqui a quatro anos. Não acho que devemos nos tornar grandes exportadores. O petróleo tem de ser reservado para seus usos mais valiosos, ou seja, setor petroquímico”.
Delfim Neto, ao jornalista Leandro Modé, do Estadão de domingo, 11 de maio. Ele acredita que o mundo está vivendo o terceiro choque do petróleo.

“Incluindo o valor para a instalação da fábrica, o investimento total chegará a US$ 1,2 bilhão para a produção dos três veículos, tudo com recursos próprios.”
Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente da Caoa, ao Estadão de 9 de maio, sobre a fábrica de Goiás.

“O crescimento do mercado parece um saco sem fundo.”
Sílvio Barros, diretor de vendas e marketing da ArvinMeritor para a América do Sul, ao jornal Valor, em 7 de abril.

"O Brasil está perdendo a vocação exportadora".
"Temos que olhar a carga tributária, porque na taxa de câmbio ninguém pode mexer."

Edgar Garbade, presidente da Robert Bosch, ao jornal Valor, em 5 de maio.

"O câmbio representa um desafio para exportar manufaturados, mas a moeda flutuante dá credibilidade ao país".
Marcos Oliveira, presidente da Ford Mercosul, ao jornal Valor, em 5 de maio.

“Não temos como crescer por causa do gargalo dos fornecedores. Nossa capacidade de produção é de 20 mil unidades por ano, mas estamos operando um pouco acima disso, próximo de 23 mil veículos.”
Emanuel Queiroz, diretor de marketing da Scania, ao Diário do Grande ABC, em 5 de maio.

"Isso é uma ferramenta de trabalho, não o mundo virtual do Second Life, algo em que não acredito. As pessoas querem saber é da First Life, é o que realmente importa."
Bernard Charlès, CEO da Dassault Systèmes, ao jornalista André Borges, do Valor, durante a apresentação das novas aplicações da empresa, em São Paulo, dia 29 de abril.

“Um carro que custa milhões de euros não se compra só porque ele atinge mais de 300 quilômetros por hora. O valor é estabelecido por um componente emocional. É muito difícil dar preço a uma obra de arte ou medir quanto se ama.”
Horácio Pagani, à jornalista Cleide Silva, no lançamento do Zonda F dia 29 de abril. O carro é o segundo mais caro do mundo e terá preço de R$ 4 milhões no Brasil.

“É preciso continuar a estimular os investimentos, pois já verificamos gargalos em algumas fábricas por falta de matéria-prima e de infra-estrutura no país.”
Paulo Butori, presidente do Sindipeças, à Gazeta Mercantil, em 17 de abril.

 “A realidade tem sido mais forte do que a gente tem coragem de prever.”
George Rugitsky, conselheiro do Sindipeças, em 17 de abril, sobre as projeções do setor automotivo.

“O prejuízo de perder o foco na atividade principal é maior que o prejuízo monetário.”
George Rugitsky, conselheiro do Sindipeças, em 17 de abril, a respeito do impacto das greves dos auditores fiscais.

"O lançamento da Alfa Romeo na China é um grande acontecimento, pois representa a ida de uma das marcas mais tradicionais de automóveis do mundo para um dos maiores mercados em expansão".
Sérgio Marchionne, CEO mundial, Fiat Group, em 3 de abril.

“Estamos revendo nossas estratégias no país. Queremos desenvolver modelos específicos para acompanhar o crescimento desse mercado”.

Gilles Michel, presidente mundial da Citroën, ao Estadão, em 19 de março.

“O Brasil precisa chegar ao nível de produção de 5 milhões de unidades por ano, ganhando escala para ser competitivo.”
Cledorvino Belini, presidente da Fiat, em 14 de março.

“Todos os indicadores da economia apontam para o crescimento não só do setor automotivo, mas em vários outros segmentos. Nossa expectativa para o ano é positiva e o crescimento esperado continua cerca de 20%.”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, em 10 de março.

“Em nível tecnológico, nossos equipamentos estão à altura dos que existem nos Estados Unidos, países da Europa, enfim, de qualquer lugar do mundo.”
Carlos Barba, diretor do Centro de Design da General Motors da LAAM, em 11 de março.

“Até agora as empresas conseguiram dar resposta ao crescimento do mercado na base mais de ajustes, eliminação de gargalos e aumento da jornada de trabalho. De agora em diante os investimentos vão ter de ser intensificados para acompanhar o ritmo de elevação das vendas.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, ao jornalista Wagner Oliveira, da Gazeta Mercantil, em 11 de março.

"Quem disser que, há cinco anos, já previa o sucesso do flex, está mentindo."
Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia da GM LAAM, à Gazeta Mercantil, em 10 de março.

"Em 2013 ou 2014 o mercado mais importante será o dos emergentes, e não o dos tradicionais consumidores."
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, ao Estadão, em 6 de março.

"Nosso objetivo é criar uma das mais fortes e inovadoras alianças do setor automotivo no mundo, que esteja à altura da crescente competição internacional."
Wendelin Wiedeking, presidente-executivo da Porsche, ao Estadão, em 4 de março.

“Estamos chegando aos primeiros lugares do mundo em mercado e produção, confirmando o potencial que o Brasil tem como economia e como país.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, ao Estadão, em 2 de março.

“Temos uma média de oito habitantes por veículo, que ainda é inferior à da Argentina, de cinco habitantes por veículo.”
Cledorvino Belini, presidente da Fiat na América Latina, ao Estadão, em 2 de março.

“A expansão da produção, necessária para a Ford acompanhar o crescimento de vendas de automóveis no Brasil terá que vir por meio da produtividade.”
Mark Fields, presidente da Ford na região das Américas, ao jornal Valor, em 27 de fevereiro.

“Com a venda da divisão de bombas de combustível, a última que faltava para concluir o processo de reestruturação do grupo no mundo, a Dana centralizará seus negócios nas atividades em que tem maior know how – os produtos de força, como juntas de motores, chassis e sistemas de torque e tração.”
Paulo Nunes, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Dana para a América do Sul, à Gazeta Mercantil, em 26 de fevereiro. A divisão de bombas representava 6% de todos os negócios da Dana no Brasil.

“Nunca tive a ilusão de que o mercado fosse se abrir em dois ou três anos.”
Marcos Jank, presidente da Única, ao Estadão, em 24 de fevereiro, comentando o resultado das exportações de etanol.

"Produzimos 200 a 300 unidades por mês da versão usada no agronegócio e temos pedidos de 1,3 mil."
Roberto Cortes, presidente da VW Caminhões e Ônibus, ao Estadão, em 22 de fevereiro.

 “A indústria automotiva norte-americana está em recessão, ainda que a economia não esteja. Mas não será por longo tempo.”
Carlos Ghosn, CEO da Renault Nissan, em 22 de fevereiro.

"Os motores representam hoje um gargalo para a produção das nossas fábricas."
José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM, ao Valor, em 15 de fevereiro.

“Já trabalhamos ao ritmo de 3 milhões de unidades por ano.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, em 12 de fevereiro.

“A indústria automobilística está investindo e não vai faltar carro este ano.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, em 12 de fevereiro.

“As montadoras locais estão se equiparando às matrizes no desenvolvimento de projetos.”
Vilmar Fistarol, presidente da SAE Brasil, ao Estadão, em 6 de fevereiro.

“Cobrimos toda a cadeia de desenvolvimento, desde a realização do projeto, protótipos, testes e validação.”
Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia da GM LAAM, ao Estadão, em 6 de fevereiro.

"Há uma série de fatores se conjugando e que vão acabar empurrando as taxas dos juros para cima."
Rogélio Golfarb, diretor de assuntos corporativos da Ford, ao Valor, em 6 de fevereiro.

“Foi o melhor janeiro de todos os tempos”
Sergio Reze, presidente da Fenabrave, ao Estadão, em 2 de fevereiro.

“Ao reconhecer o direito do Brasil de proibir a importação de pneus reformados da União Européia, desde que seja impedida a entrada dos usados importados pelo Mercosul, a decisão acabará colaborando para reduzir a entrada de pneus usados e reformados importados”
Eugenio Deliberato, presidente da ANIP, em 1º de fevereiro.

“Chegou a hora de acelerar. Em 2007, tomamos medidas administrativas, industriais e comerciais para ampliar a presença da empresa na região. O processo continua e em 2008 vamos continuar acelerando”.
Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America, em 23 de janeiro.

"O Nano é um carro convencional feito de metal, não de plástico, projetado e fabricado como um veículo normal. Nada que interferisse com segurança ou poluição ou confiabilidade foi eliminado."
Ratan Tata, Chairman da Tata Motors, ao The Wall Street Journal, em 10 de janeiro.

“No curto prazo não há risco de as montadoras não conseguirem atender os pedidos. E acredito que isso não venha a acontecer porque algumas delas já anunciaram a ampliação da produção e novos investimentos serão anunciados este ano.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, ao Diário do Grande ABC, em 8 de janeiro.

“Ocorreu uma bonança de crédito fácil, mas tudo indica que o balão que subiu agora começará a murchar.”
Ayrton Fontes, da MSantos, a Cleide Silva, do Estadão, em 7 de janeiro.

"O que vai sustentar o aumento nos licenciamentos será o crescimento do País e não os financiamentos alongados que as montadoras lançaram este ano."
Sergio Reze, presidente da Fenabrave, à Gazeta Mercantil, em 7 de janeiro.

"Não sei se conseguiremos fazer este veículo na Índia, onde está mais do que provado que é possível construir um automóvel a baixíssimos custos. Porém, teríamos que ter uma planta, engenharia e mão-de-obra locais. Como este produto será destinado à Índia, seriam necessárias adequações para que ele seja aceito em outros mercados. E qualquer modificação, seja ela de segurança ou de motorização, custa dinheiro, o que eleva o preço do carro".
Carlos Ghosn, presidente mundial da Aliança Renault Nissan, durante coletiva realizada em 19 de dezembro.

"A expectativa é de quase dobrar o faturamento da empresa, de US$ 65 milhões em 2007 para US$ 100 milhões ao final de 2009."

José Hélio Contador Júnior, presidente da Visteon para a América do Sul, à Gazeta Mercantil em 13 de dezembro.

"Nem o mais otimista de nós esperava esse aquecimento de demanda."
Thomas Schmall, presidente da Volkswagen ao Valor Econômico em 5 de dezembro.

“Para o ano que vem não vejo problema de abastecimento pelas montadoras. O problema está na falta de investimentos nas vias terrestres”.
Sérgio Reze, presidente da Fenbrave ao Diário do Grande ABC em 5 de dezembro.

“Não há uma crise de gás. O que há é uma estreita aproximação entre a oferta e a demanda”
Maria das Graças Foster, diretora de Gás e Energia da Petrobras ao Estadão, em 29 de novembro.

"Queremos que a Renault se posicione entre as três melhores marcas do País em qualidade de produtos e serviços."
Jérôme Stoll, presidente da Renault do Brasil e diretor-geral para o Mercosul, à Gazeta Mercantil, em 27 de novembro.

“O Chery, do ponto de vista dinâmico, lembra a cristaleira de nossas avós dotadas de rodas.”
Vicente Alesse Filho, Editor de AutoData, em 20 de novembro.

 “Estamos muito longe da crise do subprime.”
Érico Sodré Quirino Ferreira, presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento, ao Estadão, em 19 de novembro.

"Olhamos para 2008 com confiança."
Astor Schmitt, diretor corporativo e de relações com investidores da Randon, ao Valor, em 8 de novembro.

"Reduzimos vendas para China e mercados onde a logística se tornou desfavorável."
Rinaldo Soares, presidente da Usiminas, ao Valor, em 7 de novembro.

"O Brasil evoluiu de um país de melhor custo para uma nação de custo reduzido. E, como ele, há diversos outros parecidos.”
Gábor Deák, presidente da Delphi, à Webmotors, em 1º de novembro.

“Após anos consecutivos de perdas, a Volkswagen do Brasil deve registrar lucro em 2007. Assim, conseguimos retomar a nossa capacidade de investimentos no País.”

 Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, em 1º de novembro.

“Terei grande interesse em garantir o crescimento das atividades no Brasil. E poderei ajudar a GM do Brasil nessa nova posição, mesmo estando longe.”

Ray Young, que deixa a presidência da General Motors do Brasil, a AutoData, em 1º de novembro.

"As exportações são importantes porque servem de reserva para os momentos de volatilidade.”
Letícia Costa, presidente, Booz Allen Hamilton, à Folha de SPaulo, em 31 de outubro.

"Precisamos dobrar a capacidade e ter escala, se quisermos enfrentar o risco dos importados e a competição lá fora.”
Cledorvino Belini, presidente da Fiat, à Folha de SPaulo, em 31 de outubro.

“Estamos produzindo em Curitiba os mesmos modelos fabricados na Suécia, trazendo as últimas tecnologias para o segmento do transporte brasileiro, exportando componentes e veículos para vários continentes, e gerando divisas para o País.”
Tommy Svensson, presidente da Volvo do Brasil, em 24 de outubro, ao comemorar 30 anos da empresa no país.

"O comprador de carro vai à revenda, o de caminhão vem à fábrica e faz a compra do seu gosto. Escolhe inclusive a marca do pneu e não há como não atendê-lo."
Luc de Ferran, consultor, à Gazeta Mercantil, em 17 de outubro.

“O Brasil está na iminência de um apagão rodoviário que pode colocar em risco ou até mesmo frear o crescimento da economia, devido à falta de investimentos em infra-estrutura rodoviária”.
Geraldo Viana, presidente da NTC&Logística, a AutoData, durante a abertura da Fenatran, em São Paulo.

“Continuamos firmes em nossa intenção de lançar dois novos produtos por ano de agora em diante.”
Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin América, na abertura da Fenatran.

"Ainda é cedo para se falar em aliança.”
Luca Cordero di Montezemolo, chairman da Fiat, sobre uma possível parceria com a Daimler, em 11 de outubro.

"O câmbio atual dificulta os negócios, mas, por outro lado, é ótimo contar com uma economia previsível e sustentável."
DiMarco, presidente da Ford América do Sul, ao Valor, em 11 de outubro.

"Não deixamos de exportar, mas deixamos de buscar novos negócios no exterior."
Moisés Bucci, presidente da TRW, ao Valor, em 9 de outubro.

“Melhor todos conversarem sobre a Euro 4.”
Vicente Pimenta, gerente de projetos especiais da Delphi, em 8 de outubro, durante simpósio da SAE Brasil.

“Acho que o próximo passo pode ser a presidência.”
Paulo Butori, presidente do Sindipeças, ao Estadão, sobre a mudança na carreira de Ray Young, em 4 de outubro.

"Ele foi um líder na indústria automobilística e com carisma conseguiu cativar toda a indústria de autopeça por seu grande trabalho em equipe."
Besaliel Botelho, vice-presidente executivo da Robert Bosch, à Gazeta Mercantil, em 4 de outubro.

"Ray Young teve um papel muito importante na indústria automobilística nacional, tanto no que se refere ao desempenho da GM, quanto à cadeia de fornecedores. Sempre buscou a integração da cadeia e esteve disposto a ouvir a todos com atenção, aceitava com facilidade críticas e sugestões que pudessem levar a um processo em que todos na cadeia ganhassem."
Moisés Bucci, presidente da TRW Automotive, à Gazeta Mercantil, em 4 de outubro.

"Hoje temos 300 engenheiros de desenvolvimento no País e o nosso custo é um terço do praticado nos Estados Unidos."
Gábor Déak, presidente da Delphi na América do Sul, à Gazeta Mercantil, em 28 de setembro.

“As operações eram dirigidas de Paris. Se queremos estar no Mercosul, isso deve ser feito daqui."
Vicent Rambaud, diretor geral da PSA Peugeot Citroën, ao Valor, em 18 de setembro.

"A maior parte das empresas espera crescimento de 20%, mas há casos de 30% de expansão por conta principalmente da forte demanda doméstica.”

Hugo Ferreira, presidente do Sindipeças/SC, ao jornal Valor, em 13 de setembro.

"O Brasil não é mais um país de baixo custo, mas ainda é competitivo”.
Carlos Ghosn, presidente mundial da Renault-Nissan, durante o Salão de Frankfurt.

"Os chineses não vão chegar. Eles já estão aí"
Felipe Rovera, que deixa a Presidência da GM Argentina, ao Valor, em 11 de setembro.

"Eu e a GM entendemos que o meu trabalho estava concluído. Tenho muitos objetivos."
Felipe Rovera, à Gazeta Mercantil, ao deixar a Presidência da GM Argentina.

"Queremos um aumento salarial compatível com o momento que a indústria está vivendo."
José Lopez Feijóo, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ao Valor, em 6 de novembro.

"O mercado brasileiro cresce a taxas chinesas."
Letícia Costa, presidente da Booz Allen Hamilton no Brasil, ao Valor, em 4 de setembro.

"Há a preocupação de que alguns fornecedores estão chegando ao limite da capacidade."
Vilmar Fistarol, diretor de compras da Fiat, ao Valor, em 4 de setembro.

"Quando o atraso é nosso ou a produção depende de outros fornecedores, optamos por levar por avião, sim. Ele tem uma área de carga muito boa. As peças seguem todas desmontadas."
Erino Tonon, diretor corporativo das Empresas Randon, à Gazeta Mercantil, em 31 de agosto.

"Transportadoras em geral quebram com excesso e não por falta de carga."
Celso Luchiari, presidente da Transportadora Americana, à Gazeta Mercantil, em 30 de agosto.

"Apesar do câmbio favorável para importação, a empresa mantém o trabalho contínuo de aumentar a quantidade de peças na produção local."
Maurício Martins, diretor de compras para a América Latina da PSA Peugeot Citroën, à Gazeta Mercantil, em 23 de agosto.

“O financiamento para a engenharia é fundamental para sermos competitivos de maneira sustentável."
Rogelio Golfarb, diretor de assuntos corporativos da Ford na América do Sul, ao Valor, em 20 de agosto.

"Quem comprar agora vai receber em janeiro ou fevereiro."
Per Gabell, presidente da Volvo Bus Latin America, ao Valor, em 16 de agosto.

“Tenho a impressão de que a seguir o caos aéreo teremos o caos rodoviário.”
Paulo Resende, especialista em logística, ao Estadão de 14 de agosto.

“Vou gastar todo o dinheiro. Tenho certeza disso.”
Alfredo Nascimento, ministro dos Transportes, ao Estadão, em 12 de agosto.

“Corremos o risco de chegar ao fim do ano com dinheiro sobrando no Orçamento.”
José Alberto Pereira Ribeiro, presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias, ao Estadão, em 12 de agosto.

"Podemos pagar mais pela energia, mas os pequenos parceiros não sei se conseguirão. E isso poderá prejudicar a produção de nossa fábrica."
Cristiano Rattazzi, presidente da Fiat Argentina, à Gazeta mercantil, em 10 de agosto.

"Que venha o mercado. Nós estamos preparados para atender a demanda".
Cledorvino Belini, presidente da Fiat Automóveis, à Gazeta Mercantil, em 10 de agosto.

"Os jatos executivos são uma ferramenta importante para a produtividade das empresas e a expectativa é que este segmento tenha um crescimento de 4% em 2010, principalmente nos mercados emergentes."
Luis Carlos Affonso, vice-presidente executivo da divisão de jatos executivos da Embraer, à Gazeta Mercantil, em 9 de agosto.

"Hoje, trabalhamos a um turno e meio."
Roberto Cortes, presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus, ao Valor, em 8 de agosto.

“Nossa expectativa agora é que o saldo da balança comercial de autopeças não ultrapasse os US$ 500 milhões, se chegar a isso.”
Paulo Butori, presidente do Sindipeças, em 7 de agosto.

"Queremos chegar aos 20% de participação nas vendas domésticas de caminhões acima de 45 toneladas de peso bruto total até dezembro."
Ricardo Alouche, diretor de Vendas e Marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus, em 7 de agosto.

"A implantação do terceiro turno na fábrica de Porto Real é uma resposta ao crescimento do mercado brasileiro e ao grande aumento de vendas das marcas Peugeot e Citroën no País."
Vincent Rambaud,  diretor geral da PSA Peugeot Citroën do Brasil e Mercosul, à Gazeta Mercantil, em 3 de agosto.

"Tenho a responsabilidade de continuar crescendo na região do Mercosul e o meu objetivo é vender 485 mil carros no Brasil em 2007, mantendo a subsidiária brasileira em terceiro lugar no ranking de vendas da corporação, atrás da China e dos Estados Unidos."
Ray Young, presidente da GM do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 1º de agosto.

“Estamos trabalhando em uma segunda onda de investimentos, que também vão consumir US$ 500 milhões."

Ray Young, presidente da GM do Brasil, ao Valor, em 1º de agosto.

“Estamos colhendo agora os resultados de um ciclo de completa renovação da linha de produtos da marca, iniciada com o lançamento do Fox em outubro de 2003 e concluída em março deste ano com o Novo Golf."
Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, à Gazeta Mercantil, 30 de julho.

"Onde se ganha mais dinheiro é no mercado interno. Quando se exporta, raramente se consegue atender os setores mais sofisticados dos países compradores, que adquirem da indústria local. Toda vez que o mercado interno puxar e tivermos condições de atender, teremos melhores resultados."
Rinaldo Campos Soares, presidente do IBS, ao jornal Valor, em 26 de julho.

“A GM pretende aproveitar o bom momento da indústria automobilística brasileira e latino-americana e isso passa pela criação de uma nova família de veículos pequenos voltados para esses mercados”
Rick Wagoner, presidente mundial da General Motors, ao Diário do Grande ABC, em 19 de julho.

"A construção de uma fábrica na Argentina já estava nos planos que tem como estratégia produzir onde há demanda".
Kazuo Nozawa, vice-presidente da Honda América do Sul, à Gazeta Mercantil, em 18 de julho.

“Perdemos muitos clientes na Argentina e nos Estados Unidos. Nossos principais concorrentes são os asiáticos.”
Paulo Shuiti Takeuchi, presidente da Abraciclo, ao Diário do Grande ABC, em 5 de julho.

"Se o setor não encontrar alternativas para melhorar a competitividade, com a atual taxa cambial, a alternativa será importar componentes".
Paulo Shuiti Takeuchi, presidente da Abraciclo, à Gazeta Mercantil, em 5 de julho.

“A redução gradativa de taxa de juros, o controle da inflação, o alongamento de prazos de financiamentos e a estabilidade da economia trouxeram confiança para consumidor comprar veículos.”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, em 4 de julho.

"O mercado de caminhões total no primeiro semestre foi de 43.067 unidades e vai continuar aquecido no segundo semestre. Prevemos 88 mil unidades no ano todo. A Ford deverá ficar com 18 mil, em torno de 20,5%."
Oswaldo Jardim, diretor de operações da Ford Caminhões, à Gazeta Mercantil, em 3 de julho.

"A GM vai vender neste ano entre 470 a 490 mil carros e ficar com 21% de participação no mercado."
Marcos Munhoz, diretor geral de marketing e vendas da GMdo Brasil, à Gazeta Mercantil, em 3 de julho.

"Diante desse crescimento do mercado interno nos primeiros seis meses, decidimos rever o prognóstico."
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, ao jornal Valor, em 3 de julho.

“Tendo mercado, poderemos expandir. Não tem expansão antes de saturar as fábricas.”
Cledorvino Belini, presidente da Fiat, ao Diário do Grande ABC, em 29 de junho.

"Há cinco anos, os acessórios significavam quase nada na receita do pós-venda, mas hoje já representam 15% e a tendência é crescer."
Luiz Carlos Lacreta, diretor geral de pós-vendas da General Motors, ao Valor, em 28 de junho. 

“A indústria no Brasil vai ter de entrar em um novo ciclo de investimentos, não na magnitude que foi no período 1995-1997, mas bastante relevante.”
Letícia Costa, presidente, Booz Allen Hamilton, ao Estadão, em 23 de junho.

“Há alguns gargalos, mas são pontuais.”
Flavio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças, ao Estadão, em 23 de junho.

"As produções do Brasil e Argentina poderão chegar a 5 milhões de veículos em 2010."
"Para que a indústria automobilística consiga expandir a produção é preciso eliminar os gargalos no parque dos fornecedores."

Cledorvino Belini, presidente da Fiat, ao jornal Valor, em 20 de junho.

"Na prática já estamos vivendo um regime de liberdade de mercado, portanto não vemos mais necessidade de travas."
Fernando Fraguio, presidente da Adefa - Associação das Fábricas de Automotores da Argentina, ao Valor Econômico, em 15 de junho.

"A indústria automobilística argentina está crescendo a um ritmo de China", Felipe Rovera, presidente da GM Argentina, ao Valor Econômico, em 15 de junho.

"Na prática, o mercado livre se firmou com o crescimento espetacular que os dois países vêm conseguindo nos últimos anos."
Cledorvino Belini presidente da Fiat no Brasil e Mercosul, à Gazeta Mercantil, sobre as relações no mercado automotivo entre Brasil e Argentina, em 15 de junho.

"No Brasil, com o aquecimento do mercado doméstico, graças a Deus, seremos, neste ano, o terceiro mercado do mundo da GM, superando o Canadá."
Ray Young, presidente da GM do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 15 de junho.

“É lógico que vai haver canibalização, mas vamos manter os dois produtos.”
Cássio Pagliarini, diretor de marketing da Renault, sobre o Logan e o Clio, ao Estadão de 13 de junho.

"Nosso sossego virá quando conseguirmos entrar na lista dos sensíveis."
Elizabeth de Carvalhaes, diretora da Volkswagen e vice-presidente da Anfavea, à Gazeta Mercantil, em 12 de junho.

"O mercado deve bater recorde mais uma vez e estamos prontos para atender todos os pedidos."
Ricardo Alouche, diretor de vendas e marketing da VW Caminhões e Ônibus, à Gazeta Mercantil, em 6 de junho.

Nunca tivemos de formar tantos designers jovens como agora, pois trabalho é o que não falta em nosso departamento."
Gérson Barone, gerente de design da VW do Brasil, ao Valor, em 4 de junho.

"Estamos prontos para um acordo com os europeus, não queremos Doha, da forma como se vem discutindo.”
Elizabeth de Carvalhaes, vice-presidente da Anfavea, ao Valor, em 4 de junho.

"Até agora todos os nossos fornecedores estão conseguindo abastecer as nossas fábricas".

"A estratégia da Volkswagen é trabalhar junto com os fornecedores para que os nossos produtos sejam cada vez mais competitivos em nível global contra concorrentes chineses e indianos."
Thomas Gropp, diretor de suprimentos da VW do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 1º de junho.

“A valorização do real frente ao dólar, processo que parece não ter fim, faz crescer a participação dos produtos importados e prejudica os produtores locais.”
Paulo Butori, presidente do Sindipeças, em 29 de maio.

"Precisamos que as pessoas pensem que somos parte da solução, e não parte do problema."
Lawrence Burns, vice-presidente para pesquisa e desenvolvimento e planejamento global da GM, ao The Wall Street Journal, sobre a corrida ao verde, em 29 de maio.

“Todos querem chegar primeiro. Alguém se lembra do segundo homem a pisar na lua?”
“Não há lógica na política tributária do Brasil. O impostos chegam a 35% do valor final do veículo, o que prejudica a competitividade”

Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil, ao Diário do Grande ABC, em 25 de maio.

"Se tivermos a certeza de que o Corolla venderá mais, ampliaremos a fábrica de Indaiatuba".
Shozo Hasebe, presidente da Toyota do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 23 de maio.

"A pior coisa que poderíamos fazer agora seria esquecer as exportações. Nossa indústria precisa delas para manter escala." Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil, ao jornal Valor, em 22 de maio.

“Os produtores de aço vão arruinar a indústria automobilística”.
Cledorvino Belini, presidente da Fiat do Brasil, ao Diário do Grande ABC, em 22 de maio.

“O projeto do Renault Logan privilegia a durabilidade e a facilidade de manutenção, o que nos credencia a oferecer garantia de 36 meses.”
Jérôme Stoll, presidente da Renault do Brasil, em 18 de maio.

“O mais urgente seriam medidas para liberar o ICMS retido das exportações e a isenção da CPMF dos veículos destinados ao mercado externo.”
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, ao Estadão, em 17 de maio.

"As montadoras estão vendendo muito no mercado interno e estamos indo junto nessa onda"
Moisés Bucci, presidente da TRW no Brasil ao jornal Valor, em 11 de maio.

"Houve um vento súbito no mercado de motores, um crescimento fantástico nas vendas.”
Luis Pasquotto, diretor sênior de mercado da unidade de negócios de motores da Cummins Brasil, à Gazeta Mercantil, em 9 de maio.

“O setor vive um excelente momento.”
Ademar Cantero, diretor de relações institucionais da Anfavea, ao Estadão, em 5 de maio.

"Além de testar o biodiesel, decidimos também plantar árvores."
Roberto Cortes, vice-presidente mundial e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, à Gazeta Mercantil, em 26 de abril.

“Estamos acelerando o ritmo de produção para poder acompanhar a demanda do mercado, que continua forte.”
Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America, em 25 de abril.

"O mercado brasileiro tem grande potencial, mas isso é para o futuro".
Katsuaki Watanabe, presidente mundial da Toyota, ao jornal Valor, em 24 de abril.

"Ou o fornecedor se torna competitivo ou será substituído por outro."
Karen Leggio, que deixa a vice-presidência de compras para a LAAM, à Gazeta Mercantil, em 20 de abril.

"Tenho confiança que o mercado interno vai continuar a crescer porque o cenário global está favorável. Mas é preciso se preparar para o futuro."

"A China é uma ameaça não só para o Brasil mas para todo o mundo. Mas ao mesmo tempo que assusta, também cria oportunidades para todos."
Ray Young, presidente da GM do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 19 de abril.

“Com 15 mil unidades seria possível estampar aqui. Começamos da mesma forma com a Mitsubishi, montando a carroçaria que vinha do Japão. Acredito que com a Mahindra ocorra o mesmo no futuro.”
Flávio Del Soldato, presidente da Usiparts, a AutoData, em 16 de abril.

“Ainda não se vê no horizonte uma invasão automotiva chinesa no mercado brasileiro. Mas já é perceptível o movimento de marcas chinesas em mercados internacionais, compradores de veículos brasileiros.”
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, a Sonia Racy, no Estadão de domingo, 8.

“O mercado deve continuar forte por causa do aumento do crédito, mas temos um desafio da competitividade nas exportações.”
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, ao Estadão, em 4 de abril.

“O mercado vai se acomodar. Acreditamos que o setor cresça entre 10% e 11% neste ano.”
Sergio Reze, presidente da Fenabrave, ao Diário do Grande ABC, em 4 de abril.

“Tirando o caos aéreo, o que mais nos perturba?”
Sérgio Reze, presidente a Fenabrave, ao Estadão de 3 de abril.

"Com o custo de uma hora trabalhada aqui é possível comprar 3,46 horas na Índia, 2,36 na China ou 1,44 hora na Rússia."
José Eugênio Pinheiro, vice-presidente de manufatura da GM para a LAAM, à Gazeta Mercantil, em 3 de abril.

“Não podemos concorrer com os chineses, então vamos nos unir a eles.”
Francisco Simeão, presidente da BS Colway, à Gazeta Mercantil, depois de iniciar negociações com empresas chinesas para produzir pneus com sua marca.

"A ameaça é real."
Ray Young, presidente da GM do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 30 de março, referindo-se ao avanço das montadoras chinesas.

“Tentamos nacionalizar tudo que for possível. No momento tentamos adquirir no Brasil o equivalente a US$ 100 milhões em componentes que são ainda importados.”
Ricardo Santos, diretor de compras da DaimlerChrysler, em 26 de março.

“Não há planos de um caminhão low cost, como acontece no mercado de automóveis. Somos fornecedores de produtos premium, embora tenhamos como meta diminuir custos visando a maior competitividade.”
Victor Barreto, diretor de compras da Volvo, em 26 de março (28 de março).

“Montadora não tem bandeira de país, assim tanto faz de onde sairá o veículo a ser vendido aqui: da China, Índia ou outra base produtiva competitiva.”
Flavio Del Soldato, conselheiro do Sindipeças e presidente da Usiparts, a AutoData, em 22 de março.

"Pedimos para os nossos fornecedores que, se não estiverem preparados, para fazerem seus esforços para não faltar produtos no mercado brasileiro."
Luis Pasquotto, diretor técnico comercial da Cummins, à Gazeta Mercantil, em 22 de março.

“Em cinco anos poderemos lançar nosso primeiro carro.”
Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente da CAOA, à revista Exame, sobre seu sonho de fazer seu próprio carro.

“A combinação dos incentivos da Bahia e do Ceará foi positiva e interessante.”
“Não há como manter a indústria automobilística crescendo 10% enquanto a economia evolui 3%.”

Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil e Mercosul, a AutoData de março.

"Cada carro que circula com sistema flex fuel reduz em até 12% o índice de emissões de gases CO2 na atmosfera."
Silverio Bonfiglioli, presidente e CEO das operações da Magneti Marelli na América do Sul e do Norte, à Gazeta Mercantil, em 19 de março.

“O Novo Nissan Sentra reforçará ao consumidor brasileiro que não somos focados apenas em veículos 4x4.”
Thomas Besson, presidente da Nissan Mercosul, em 16 de março.

“A GM do Brasil foi a que mais contribuiu para o resultado da região.”
Ray Young, presidente da GM, comentando o balanço global da empresa ao Estadão de 15 de março.

“A diferença entre a GM e a Toyota é simples: a japonesa faz carros por menos e vende por mais.”
“O novo modelo da Toyota (Tundra), uma picape com esteróides, pode ser um nocaute no último bastião de Detroit.”

Revista Newsweek, 12 de março.

"A produção teve crescimento no início deste ano, mas num ritmo menor que nos anos anteriores."
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, à Gazeta Mercantil de 7 de março.

"As montadoras têm um charme muito grande, mas os Estados estão mais cautelosos. Aquela era de se dar tudo no Nordeste já passou."
Alexandre Rands, sócio da consultoria econômica Datamétrica, ao jornal Valor Econômico, em 5 de março, sobre incentivos fiscais.

"Num instante em que a indústria dá mostras claras de aquecimento, quem tiver o melhor entrosamento com sua cadeia produtiva vai dar um grande passo na frente dos concorrentes."
Lélio Ramos, diretor comercial da Fiat Automóveis, à Gazeta Mercantil, em 5 de março.

"A cadeia automotiva está de renovado bom humor."
Astor Schmitt, diretor corporativo da Randon, à Gazeta Mercantil, em 1º de março.

“Em nenhum lugar se paga impostos para exportar como acontece no Brasil.”
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, em 7 de fevereiro.

“O brasileiro ainda não foi conscientizado sobre a necessidade ambiental de se investir em um novo catalisador quando o equipamento fica velho.”
Carlos Eduardo Moreira, gerente de planejamento estratégico da Umicore para a América do Sul, a AutoData, em 7 de fevereiro.

“Os chineses não vão parar, eles virão”.
Ray Young, presidente da General Motors do Brasil, ao Estadão, em 6 de janeiro.

“Analisamos o potencial de importar ou nacionalizar o carro chinês para o Brasil”.
Ray Young, presidente da GM do Brasil, ao Estadão, em 6 de janeiro, referindo-se à forma de enfrentar o Chery e as vans da Chana, que em breve podem desembarcar no Brasil.

"Vai continuar exatamente igual. As unidades são, a partir de agora, um condomínio industrial. Seremos bons vizinhos dentro do mesmo espaço."
Donald Polk, vice-presidente da Divisão LVS da ArvinMeritor, sobre a venda dos negócios de escapamento, à Gazeta Mercantil, em 5 de fevereiro.

“Setor de caminhões terá ano bom, mas PAC não ajudará.”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, ao Diário do Grande ABC, em 1º de fevereiro.

“Para o ano, a expectativa é um crescimento no mercado interno de 8%."

Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, à Gazeta Mercantil, em 1º de fevereiro.

“O mercado brasileiro cresceu e a Delphi vai continuar a investir no Brasil, acompanhando este aumento de demanda geral.”
Gábor Deák, presidente da Delphi na América do Sul, à Gazeta Mercantil, em 31 de janeiro.

"A questão do comércio exterior é cada vez mais importante nos resultados das operações."
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, à Gazeta Mercantil, em 31 de janeiro.

“A indústria automobilística brasileira vive o momento de uma nova mudança de patamar. Tudo indica que, em 2007, teremos uma nova base de crescimento sustentado do mercado, com a consolidação do Brasil como mercado forte e bloco produtor com relevância global.”
Cledorvino Belini, presidente da Fiat, em 29 de janeiro.

"O difícil será convencer Detroit a fazer o investimento.’’
Marcos Munhoz, diretor de Vendas e Marketing da GM Brasil à Gazeta Mercantil, em 24 de janeiro, sobre a construção de uma nova fábrica no País.

“Há um evidente favorecimento às montadoras locais. Nossas associadas, que trazem carros da Europa e da Coréia do Sul, não conseguem concorrer com a importação das montadoras que possuem unidades fabris no México ou na Argentina.”
José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, em 16 de janeiro. 

"Nossos planos de crescimento são ousados e todos eles têm desdobramentos e profundos reflexos econômicos."
Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente do Grupo CAOA, à Webmotors, em 16 de janeiro.

"Vamos aumentar nossa linha de produtos e atuar em setores que não estamos presentes. A idéia é ampliar nosso portfólio de produtos."
Pierre-Michel Fauconnier, diretor geral da PSA, à Gazeta Mercantil, em 15 de janeiro.

“O jogo mudou.”
Ray Young, presidente da GM do Brasil, referindo-se à importação de carros chineses para o Brasil, em 10 de janeiro.

“A médio prazo os brasileiros verão a Kia Motors com a mesma imagem e status que ela possui hoje na Europa e nos Estados Unidos.”
José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, em 10 de janeiro.

“Para nós, 2006 será inesquecível. Fomos a empresa mais premiada e coroamos o ano com o recorde histórico de vendas de veículos no mercado brasileiro."
Ray G. Young, presidente da GM do Brasil e Mercosul, em 9 de janeiro.

“Se eu estivesse no governo brasileiro, iria querer resolver muito bem esta equação: porque outros países podem crescer e o Brasil não.”
Rick Wagoner, presidente da General Motors, à Gazeta Mercantil de 9 de janeiro.

“Não há mais ilusão ou espaço para complacência. Mais de 50 milhões de carros são vendidos por ano no mundo. Qualquer montadora pode desaparecer e ninguém vai notar.”
Carlos Ghosn, presidente da Renault e da Nissan, à Veja de 10 de janeiro.

“No curto prazo vamos manter a produção do jipe T4 e da picape Pantanal, mas no médio prazo estudamos outros produtos.”
Marcos de Oliveira, presidente da Ford Brasil, ao Estadão, em 5 de janeiro.

“Estava na hora de vender a Troller.”
Mário Araripe, presidente da Troller, à Gazeta Mercantil, em 5 de janeiro.

"Os novos investimentos no Brasil refletem a confiança da Ford no País, que vive um período de estabilidade e crescimento da economia. Além disso, deixa claro nosso objetivo de manter um forte nível de competitividade."
Dominic DiMarco, presidente da Ford América do Sul.

“Deveríamos investir mais, mas tememos que problemas de infra-estrutura, como falta de energia elétrica, engessem o crescimento e nos façam desperdiçar recursos, que já são bem escassos.”
Paulo Butori, presidente do Sindipeças, em 21 de dezembro.

"Vamos fechar com um azul moderado."
Cledorvino Belini, diretor superintendente da Fiat Automóveis, a Webtranspo de 18 de dezembro.

"Pelo 11º trimestre consecutivo vamos fechar no azul, o que contribuirá muito para o resultado final da companhia. A América do Sul é uma das poucas regiões que lucram na estrutura mundial da empresa."
Marcos de Oliveira, Presidente da Ford Brasil, à Gazeta Mercantil, em 18 de dezembro.

“Nunca mais receberemos dinheiro da matriz.”
Hans-Christian Maergner, presidente da VW do Brasil, a AutoData de dezembro.

“A Fiat está preparada para realizar, em 2007, mais um ano em ritmo de crescimento.”
Cledorvino Belini, presidente da Fiat, em 15 de dezembro.

"Nunca senti tanto otimismo por parte da Toyota Corporation com o Mercosul.”
Luiz Carlos Andrade Jr., vice-presidente da Toyota para o Mercosul, ao jornal Valor, em 15 de dezembro.

"Elevar o market share artificialmente é fácil, mas sem respaldo financeiro não há interesse da Ford."
Marcos de Oliveira, presidente da Ford para o Brasil e Mercosul, à Gazeta Mercantil, em 4 de dezembro).

"Depois do caminhão leve, pretendemos em seis meses colocar em produção outro carro, mas estamos decidindo se será um automóvel ou um utilitário"
Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente do Grupo CAOA, à Gazeta Mercantil, em 29 de novembro.

"No México, a Volkswagen Caminhões e Ônibus é um negócio consolidado, o primeiro sucesso de um ambicioso plano de internacionalização.”
Roberto Cortes, CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, em 16 de novembro.

“A modernidade tem custo e, em muitos casos, se torna desinteressante para algumas categorias de consumidores, inclusive frotistas.”
Vitor Meizikas, analista de mercado da Molicar Serviços Técnicos, a Cleide Silva, do Estadão, em 15 de novembro.

“O crescimento das vendas é reflexo da absorção da cultura da motocicleta como meio de transporte eficiente nos grandes centros urbanos e inclusive nas áreas rurais, em muitos estados brasileiros por sua agilidade, economia e praticidade, facilitando os trajetos ao trabalho, escola, lazer e uso profissional.”
Paulo Shuiti Takeuchi, Presidente da Abraciclo, em 14 de novembro.

“As exportações em unidades caíram devido à queda de competitividade dos automóveis brasileiros no exterior, mas o mercado interno está superando as expectativas e conseguiu compensar a balança. O resultado é o incremento da produção”.
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, ao Diário do Grande ABC, em 9 de novembro.

“Estamos eufóricos. Havíamos tido perdas reais e neste ano obtivemos uma retomada no embarque de veículos, o que é vital para o Porto de Santos, por ser um produto de alto valor agregado.”
Fabrizio Pierdomenico, diretor comercial da Codesp, ao Diário do Grande ABC, em 9 de novembro.

“Os executivos da General Motors acreditam que veículos elétricos são o futuro.”
Bob Lutz, vice-chairman da General Motors, a Automotive News, em 7 de novembro.

"Não haverá mercado como a China para nós.”
William Clay Ford Jr., presidente do conselho da Ford Motor, ao The Wall Stret Journal, em 31 de outubro.

“Transformamos a concessionária num estabelecimento que aproveita todas as oportunidades que um comércio aberto deve explorar para gerar benefícios para si e para sua clientela.”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, em 26 de outubro.

“Consideramos o mercado brasileiro um dos mais promissores no mundo para quem fabrica veículos.”
Sanjeev Mohoni, vice-presidente da divisão automotiva da Mahindra, à Interpress Motor, em 25 de outubro.

“É preciso entender que grande parte das empresas nacionais de autopeças não são sonegadoras de tributos, elas são inadimplentes. São duas coisas completamente diferentes. Elas querem crescer e pagar seus compromissos, mas não têm crédito para isso.”
Mario Milani, conselheiro do Sindipeças, à jornalista Lana Pinheiro, do Diário do Grande ABC, em 25 de outubro.

“É difícil manter a competitividade dos produtos enquanto as montadoras, beneficiadas por acordos comerciais, pagam 1% de imposto para carros vindos do México e nada para os que vêm da Argentina”.
José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, a AutoData, em 19 de outubro.

"Os acordos trabalhistas foram fundamentais para a empresa poder planejar os próximos anos. Nossa capacidade de investir volta a ser uma realidade e reafirma o compromisso da Volkswagen com o Brasil."
Hans-Christian Maergner, presidente da Volkswagen do Brasil, à Folha de SPaulo, em 18 de outubro.

"Além de definir o tipo veículo para vender no Brasil, a matriz também tem que escolher um local estratégico para a exportação deste modelo."
Shozo Hasebe, presidente da Toyota Mercosul, à Gazeta Mercantil, em 17 de outubro.

"Somos o fabricante nacional que mais cresceu em vendas em 2006."
Sérgio Habib, presidente da Citroën no Brasil, à Gazeta Mercantil, em 17 de outubro.

"Queremos discutir uma estratégia regional para enfrentar esse tsunami que, além da China, tem a Índia e outros países."

"Há apenas dois anos, ninguém imaginava que os chineses estariam exportando carros. Achavam que a demanda interna da China era tão grande que não havia motivo para preocupação."

Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, ao Valor, em 10 de outubro.

“Até hoje só perdemos dinheiro no Brasil. Vamos correr atrás de resultados, promovendo as mudanças necessárias internamente e nas relações com o mercado.”
Jérôme Stoll, presidente da Renault do Brasil, em 5 de outubro.

"Nenhuma exportação atualmente é vantajosa. Independentemente do modelo, o resultado é negativo."
José Carlos da Silveira Pinheiro Neto, vice-presidente da GM, ao Estadão, em 4 de outubro.

“Este será o segundo melhor ano de todos os tempos. A previsão de crescimento está se confirmando em 2006.”“O ano que vem será o melhor ano do setor automobilístico.”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, à Interpress Motor, em 4 de outubro.

“Falam que carro 1.0 é popular. Como chamar de popular um bem sobre o qual recaem 30% de impostos?”
Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, ao Diário do Grande ABC, em 4 de outubro.

"É um carro simples em termos de equipamento e materiais. Mas é forte como uma rocha e definiu novos parâmetros como um carro novo de preço acessível para famílias de classe média em mercados emergentes."
Luc-Alexandre Ménard, diretor da Dacia, que produz o Logan, ao The Wall Street Journal, em 3 de outubro.

“Nossa posição no ranking não importa. Ao longo dos anos temos visto companhias caçando market share com alguns resultados desastrosos. Para nós, é muito mais importante basear nossos planos em pressupostos conservativos.”
Bill Ford, a Automotive News, em setembro.

"Este Salão de Paris marca a preocupação européia na busca de combustíveis renováveis."
Carlos Ghosn, presidente mundial da Renault/Nissan, à Gazeta Mercantil, em 29 de setembro.

“Em 2009, 50% dos modelos da Renault movidos hoje a gasolina vendidos na Europa poderão rodar misturando etanol.”
Carlos Ghosn, presidente mundial da Renault/Nissan, ao Valor, em 29 de setembro.

“Os motores bicombustível europeus serão feitos de acordo com a tecnologia que já existe no Brasil. A mistura de álcool nesses veículos poderá varia de 0% a 100%.”
Claude Satinet, presidente mundial da Citroën, ao Valor, em 29 de setembro.

“Não sou homem de escritório. Na maior parte do tempo visito clientes para saber o que eles querem, e os concessionários, que sabem das demandas do mercado.”
Roberto Cortes, Vice-Presidente Mundial, VW Caminhões e Ônibus, ao Estadão, em 11 de setembro.

“O que dá ao Brasil um pouco de tempo é a péssima qualidade do carro chinês.”
Cláudio Galeazzi, consultor, ao Estadão, em 3 de setembro.

“Não dou mais que dois anos para os chineses elevarem a qualidade de seus carros.”
José Eugênio Pinheiro, vice-presidente de manufatura da GM para a LAAM, ao Estadão, em 3 de setembro.

"A Toyota do Brasil está se tornando uma das subsidiárias mais importantes para o grupo Toyota.”
Shozo Hasebe, presidente da Toyota Mercosul, à Gazeta Mercantil, em 30 de agosto.

"Estamos abertos a todas as opções. Decisões radicais estão sendo contempladas.”
Bill Ford, presidente da Ford, ao Valor, em 28 de agosto

"Não vamos aceitar nenhum acordo que signifique redução de direitos ou dispensa de trabalhadores."
José Lopez Feijoó, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ao Estadão, em 23 de agosto.

"Os trabalhadores não vão pagar por erros estratégicos da Volkswagen."
José Lopez Feijoó, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, à Gazeta Mercantil, em 23 de agosto.

“Nossos associados dizem que as vendas ao exterior estão ruins e que vão piorar, mas o resultado está bom”.
Paulo Butori, presidente, Sindipeças, ao Diário do Grande ABC, 4 de agosto.

"Hoje, a qualidade das peças é maior e as garantias também são maiores. Além disso, há a invasão dos produtos chineses".
George Rugitsky, Conselheiro do Sindipeças, à Gazeta Mercantil, em 3 de agosto.

"Para começar a colocar essa indústria no rumo, é preciso fazer uma espécie de reforma e diminuir a carga tributária nos automóveis, que supera 30%, em pelo menos 10 pontos percentuais"
Elizabeth de Carvalhaes, Diretora de Assuntos Governamentais da Volkswagen, ao Valor, em 26 de julho.

"Em 1996 e 1997 todos queriam ir para o Brasil, mas o mercado não se desenvolveu como esperávamos. Pode ter ocorrido um erro nosso de avaliação."

Peter Englschall, gerente de venda da Audi para o Brasil e América do Sul, ao Valor, em 25 de julho.

"O acordo automotivo fomenta a produção na Argentina. Com isso, ganharemos escala e nossos carros ficarão mais competitivos."
Felipe Rovera, presidente da Adefa, à Gazeta Mercantil de 25 de julho.

"As empresas estão vivendo hoje de pedidos do passado" .
George Rugitsky, diretor do Sindipeças, ao Valor, em 17 de julho.

"Se a Volks fosse apenas uma empresa nacional estaria em situação concordatária nesse momento"
"O nosso produto é violentamente tributado, o que, aliado com os juros altos, impede o crescimento das vendas no mercado interno"

Elizabeth de Carvalhaes, Diretora de Assuntos Governamentais da Volkswagen, ao Estadão, em 13 de julho.

“A crise da Volkswagen e, em menor intensidade, da General Motors é fruto de produtos defasados e dependência das exportações de carros com alto índice de nacionalização”.
Richard Du Bois, consultor, ao Estadão em 7 de junho.

"Essa crise serve de alerta para todos nós, da indústria, sindicato e governo, a fim de tornar o segmento mais competitivo."
Ray Young, presidente da GM, ao Diário do Grande ABC, em 19 de maio.

"O anúncio feito pela Volkswagen no País serviu de alerta sobre a importância de as montadoras no Brasil serem cada vez mais competitivas."
Ray Young, Presidente da General Motors, à Gazeta Mercantil, em 16 de maio.

“Ou o Brasil cresce de 7% a 8% ao ano ou promove choque no sistema tributário para tornar viável a produção de 4 milhões de veículos, Argentina incluída, até 2010. Sem esse volume a região deixa de ser competitiva na atração de investimentos e corre o risco de ver sua indústria deteriorar.”
Cledorvino Belini, Diretor Superintendente da Fiat Automóveis, a AutoData, em 16 de maio.

“O problema no Brasil é de escala para fazer frente à competitividade global”.
Barry Engle, Presidente da Ford Mercosul, a AutoData, em 16 de maio.

“Trabalhamos a eficiência dentro das fábricas, mas as ineficiências da porta para fora são muitas.”
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, a AutoData, em 16 de maio.

"Todos os indicadores de mercado interno são positivos, a economia cresce, a inflação está em baixa, isso incentiva o mercado interno.”
Rogelio Golfarb, presidente da Anfavea, à Gazeta Mercantil, em 8 de maio.

“A fábrica Anchieta da Volkswagen é a mais ineficiente do mundo.”
José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil, ao Estadão de 7 de maio.

”Reduzir o foco das exportações e concentrar no mercado interno é a única forma de a Volkswagen voltar a ser lucrativa e é isso que vamos negociar com os empregados.”
Hans-Christian Maergner, presidente da Volkswagen do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 4 de maio.

“O board da companhia recomendou fortemente para fechar uma fábrica no Brasil, mas não queremos isso. Achamos que é possível evitar essa decisão com uma negociação madura com o sindicato.”
Hans-Christian Maergner, presidente da Volkswagen do Brasil, à Gazeta Mercantil, em 4 de maio.

“Engenheiro brasileiro é muito bom, é flexível, esperto, sabe trabalhar com pressões, baixo custo, oscilações.”
Luc de Ferran, consultor, a AutoData de abril.

"Estamos muito bem. Notamos crescimento mais sustentado da economia, o que tem impulsionado nossas vendas."
Kazuo Nozawa, vice-presidente da Honda, a Webtranspo, em 2 de maio.

“Uma diferença de apenas R$ 200,00 no preço pode levar o cliente a escolher outra marca na faixa de carros populares."
João Alvarez Filho, gerente-executivo de desenvolvimento de motores e transmissões da Volkswagen.

“Embora tenhamos conseguido taxas de crescimento no primeiro trimestre do ano, ainda não temos motivos para comemoração.”
José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, em 11 de janeiro.

"O Brasil está entrando no jogo melhor do que antes, mas ainda de forma muito marginal. Estamos correndo o risco de a produção sair daqui."
Mauro Zilbovicius, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, ao Valor, em 10 de abril.

“Os produtos que sairão da fábrica de Camaçari serão tão modernos quanto os produzidos na Alemanha.”
Renato Sarzano, Operações de Pneus da Continental na América Latina, em 6 de abril.

"A questão do câmbio nos afeta dramaticamente"
Hans-Christian Maergner, presidente da