
A razão segue sendo a falta de semicondutores, razão pela qual também estão paralisadas as linhas da General Motors em Gravataí (RS) e em São Caetano do Sul (SP), da Fiat em Betim (MG) e as da Renault em São José dos Pinhais (PR). A escassez do componente afeta mais de 14 fábricas no Brasil, segundo levantamento realizado pela Auto Forecast Solutions (AFS).
Permanecem na fábrica 3 mil funcionários na produção dos modelos Polo, Virtus, Nivus e Saveiro. Já na unidade de Taubaté (SP), onde são produzidos os modelos Gol e Voyage, os trabalhadores retornaram às atividades em 2 de agosto, em apenas um turno, após 20 dias de paralisação. O quadro que compõe o outro turno da fábrica teve a parada estendida por mais dez dias.