
A Mercedes-Benz Cars & Vans confirmou a chegada da Sprinter com câmbio automático no Brasil.
Os preços partem de R$ 274.300 na versão Chassi e chegam à casa dos R$ 500 mil na configuração mais completa para passageiros.
A média de aumento em relação às versões com câmbio manual será de 5%.

Sprinter automática chega às lojas em março
A caixa de nove marchas 9G-Tronic vem da Alemanha e é montada na Argentina, de onde também saem as unidades destinadas ao nosso país.
As primeiras vans já foram enviadas para cá e as vendas devem começar na primeira quinzena de março.
A marca projeta uma participação de mercado de 30% a 35% das versões automáticas. Entretanto, a Mercedes ressaltou que está preparada para atender uma eventual demanda maior.

Para quem será a novidade
A marca acredita que a Sprinter automática será procurada por três grupos principais.
São eles: clientes de motorhomes, que normalmente migram de um automóvel e buscam o máximo de conforto possível; empresas de e-commerce, que usam intensamente o veículo para entregas que demandam mais agilidade; e grandes frotistas, o que resulta em maior previsibilidade de custos.
Fábrica argentina tem Brasil como principal cliente
Daniel Herrero, presidente da Prestige Auto, empresa licenciada para produção das vans da linha Sprinter na Argentina, revelou que mudanças pontuais ocorreram na planta para fabricar as vans automáticas.
“Foi preciso mudar alguns processos que eram distintos e sobretudo mudar alguns veículos que transportam os componentes”.
A fábrica na região metropolitana de Buenos Aires opera em dois turnos. Em 2025, cerca de 16 mil unidades foram fabricadas.
Este volume superou a expectativa de 14 mil vans após a entrada da Prestige como representante, em junho de 2025.
O Brasil é, historicamente, o mercado mais importante para a planta.
Marca aposta em potencial do mercado de vans
A Mercedes-Benz não divulga projeções de venda, mas Ronald Koning, CEO da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil, confia no potencial da categoria no país.
“O segmento está crescendo ao longo dos anos e esperamos (que o mercado) chegue a 41,6 mil unidades em 2026”.
