
Não pegou bem, pelo menos na internet, o processo de rebranding da Jaguar. A nova e polêmica marca da fabricante divulgada esta semana trouxe ao público mais dúvidas do que certezas.
Em um vídeo postado na rede social X (ex-Twitter), um grupo diverso de modelos apresentam os novos conceitos da marca. Tais como “quebrar moldes”, “não copiar nada” e “eliminar o comum”.
O público, acostumado à esportividade e ao desenho do felino que dá nome à marca Jaguar, obviamente, chiou nas redes.
Marca polêmica da Jaguar ecoa nas redes
Em um rápido giro pelo Linkedin, por exemplo, especialistas em design concordam em uníssono que a Jaguar deveria seguir naquilo que tornou a marca famosa. No caso, atributos de engenharia e de desempenho.
O comentário geral nas redes também versa sobre como essa guinada da marca, em termos estéticos e de propostas, pode ser uma espécie de cartada final para salvá-la.
Montadora vive seca nas vendas
As vendas anuais para o ano fiscal até março de 2024 foram de apenas 67 mil veículos. Bem abaixo das 115 mil unidades que a então irmã Land Rover vendeu apenas com o seu Defender.
No primeiro semestre do ano fiscal de 2025, as vendas caíram mais de 40%, para cerca de 14 mil carros. Com isso, a marca representa apenas 8% dos volumes totais da JLR. A empresa reúne a Jaguar e a ex-Land Rover, ambas controladas pela indiana Tata.
Uma nova leva de veículos eletrificados da marca será lançada em 2026, já dentro do contexto dessa nova estratégia da Jaguar. Se ela vai conseguir reestabelecer os tempos de glória, só o tempo dirá.
