
De acordo com Ciro Possobom, vice-presidente do conselho deliberativo da VWPP e vice-presidente de finanças e TI da montadora no Brasil e na América do Sul, o fundo conta com R$ 3 bilhões e envolve 22 mil contribuintes. Ele explicou que a escolha pelo produto financeiro da XP se deu por causa da possibilidade de rendimentos maiores do que aqueles em que a entidade aplicava anteriormente.
Por outro lado, a aposta no fundo também está alinhada com as pretensões da Volkswagen no campo do ESG. Investir neste fundo específico integra a lista de outras ações que a montadora já realiza neste campo como, por exemplo, fazer uso de uma frota interna composta por veículos abastecidos apenas com etanol.
“Este aporte no fundo ESG é muito representativo para nós e está bastante alinhado com as ações que a marca VW vem fazendo mundialmente e localmente em prol da estratégia Way To Zero, que engloba a descarbonização envolvendo a cadeia completa do nosso negócio”, disse Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen América Latina.
A empresa chegou a criar uma área específica sobre o assunto dentro da companhia. Em agosto, surgiu a diretoria de sustentabilidade, que será integrada à diretoria de assuntos corporativos e relações com a imprensa, hoje comandada por Priscilla Cortezze, que se reporta diretamente a Pablo Di Si. A função da nova área é unificar a visão da VW nos temas relacionados à sustentabilidade e, assim, fortalecer sua agenda ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança).
