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Exportações caem em setembro, mas saldo ainda é positivo em 2025

Queda mensal de 8% contrasta com alta de 51,6% até setembro
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Vitor Matsubara

09 out 2025

2 minutos de leitura

O volume de exportações caiu em setembro. Porém, o balanço ainda é positivo em 2025.

Segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), 52,5 mil unidades de autoveículos (automóveis de passeio, caminhões e ônibus) foram enviadas a outros países no mês passado.

Com isso, houve queda de 8% em relação a agosto, quando 57,1 mil unidades foram exportadas.

No entanto, a indústria automotiva ainda vai bem no acumulado de 2025. De janeiro a setembro, as fabricantes exportaram 430,8 mil unidades, volume 51,6% maior do que os 284,2 mil registrados no mesmo período de 2024.

Volume de exportações no acumulado cresce em 2025

Separando o volume total por segmento, os automóveis caíram de 45,5 mil unidades em agosto para 41,8 mil unidades no mês passado. Neste caso, a queda foi de 8,2%.

No acumulado, o balanço é de 331 mil unidades de janeiro a setembro de 2025, ante 210,2 mil unidades nos nove primeiros meses do ano passado. Aqui, a alta é de 57,5%.

Entre os comerciais leves, as exportações mensais caíram de 8,1 mil para 7,4 mil, ou queda de 8,8% em relação ao mês anterior. Em contrapartida, o resultado ainda é positivo no acumulado. De janeiro a setembro, a indústria exportou 72,9 mil unidades, expressivos 23,4% a mais do que os 59,1 mil veículos no mesmo período de 2024.

A queda foi bastante discreta entre os caminhões: de 2,8 mil em agosto para 2,7 mil em setembro. Isso representou um declínio de apenas 3,5%. No acumulado de 2025 x 2024, o segmento tem 21,6 mil unidades exportadas contra 11,7 mil unidades. A alta é de 84,7%.

Por fim, a categoria de ônibus teve a queda mais discreta entre os meses. Foram 677 unidades exportadas em setembro, ante 695 em agosto. O declínio foi de apenas 2,6%. No acumulado são 5.233 exportações em 2025 contra 3.258 unidades enviadas para fora do Brasil de janeiro a setembro de 2024. O resultado é de crescimento de 60,6%.