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GM e Stellantis são acusadas de etarismo e abuso sexual nos EUA

Duas montadoras estão sendo acusadas de crimes contra idosos e mulheres nos Estados Unidos.
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Redação AB

21 jan 2025

2 minutos de leitura

Crimes GM e Stellantis EUA
GM e Stellantis foram processadas por crimes que teriam ocorrido nos EUA

O etarismo é o tópico da acusação realizada contra a General Motors (GM). O processo também cita o sindicato dos funcionários das montadoras (UAW).

Ademais, a Stellantis, que controla as operações da Chrysler, teria tolerado constrangimento e abuso sexual a funcionárias do sexo feminino dentro das opeações da marca.

A Comissão pela Igualdade nas Oportunidades de Emprego nos Estados Unidos (EEOC) é responsável pela abertura dos processos.

Quais são as acusações contra GM e Stellantis?

A GM e o UAW são acusados de manter uma política de redução nos valores pagamentos de benefícios em caso de acidentes e doenças para funcionários mais velhos.

Empregados com 66 anos ou mais estariam entre as vítimas da prática aplicada em pelo menos 50 instalações da GM em todo o país.

No caso da Stellantis, a acusação é de que lideranças toleraram comportamentos generalizados de abuso sexual a funcionárias em uma fábrica do grupo em Detroit.

Além disso, as reclamações sobre supervisores e colegas de trabalho do sexo masculino eram constantemente ignoradas. Alguns desses homens, inclusive, ocupavam cargos de liderança dentro da empresa.

Segundo a EEOC, os abusos incluíam toques em partes inapropriadas do corpo e comentários de tom sexista.

Consultados pela agência de notícias “Reuters”, nem GM nem Stellantis se pronunciaram imediatamente sobre as acusações realizadas nos EUA.

Denúncias foram registradas no fim do governo Biden

As denúncias contra a GM e o UAW foram abertas na corte federal de New Albany, em Indiana. Enquanto isso, as queixas contra a Stellantis aconteceram na corte federal de Detroit.

Vale lembrar que as ações judiciais fazem parte de uma força-tarefa realizada por diversas agências federais nos últimos dias do governo de Joe Biden.

Ainda não há uma definição se as denúncias feitas pela EEOC serão levadas adiante na gestão de Donald Trump, que foi empossado como o 47º Presidente dos Estados Unidos na segunda, 20.