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GWM completa um ano de produção no Brasil e prevê atingir capacidade máxima em 2027

Unidade em Iracemápolis fabrica Haval H6, Poer P30 e Haval H9 e opera atualmente com volume anual de cerca de 40 mil unidades

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Karen Sousa

29 set 2026

2 minutos de leitura

A GWM completa um ano de produção no Brasil com planos de ampliar o volume fabricado em Iracemápolis (SP). Segundo o diretor de assuntos institucionais da marca, Ricardo Bastos, hoje a unidade fabrica 40 mil veículos e, até o próximo ano, alcançará 50 mil, volume que representa a capacidade total da unidade.

“Nós estamos avançando para chegar a essa capacidade de 50 mil. Ainda são planos avaliar essa capacidade, mas, por enquanto, o que a gente tem é uma fábrica que está chegando na sua capacidade máxima no ano que vem”.

A fábrica, que conta com 1,2 milhão de metros quadrados de área total e 94 mil m² de área construída, é a responsável pela produção do híbrido flex Haval H6 e dos modelos a diesel Poer P30 e Haval H9, além de ser a primeira base industrial da marca na América Latina.

A unidade mais que dobrou o quadro de funcionários em um ano, indo de 600 em 2025 para 1.800 neste ano, e funciona no sistema Peça por Peça (Part by Part), em dois turnos. A estação de pintura, no entanto, trabalha em três turnos para atender ao volume de produção da marca, segundo o diretor.

Bastos ressalta que a GWM tem modernizado a unidade e modificado processos, como as operações antes concentradas na linha principal de montagem do veículo. O diretor explica que, hoje, os processos estão separados, melhorando a eficiência. “Os grandes componentes, como painéis, suspensão, vários itens, a gente está fazendo esse processo fora da linha principal de montagem”, completou.

“Cliente brasileiro é muito exigente”

O diretor de assuntos institucionais da GWM diz que o Brasil, além de ser um mercado competitivo, possui consumidores exigentes. Ele afirma que, mesmo diante de empresas instaladas no país há mais de 100 anos, o mercado brasileiro tem oferecido grandes oportunidades para a companhia.

“O cliente brasileiro é muito exigente, ele valoriza o carro dele, então na decisão de compra, além daqueles conceitos tradicionais de preço e pós-venda, o cliente também inclui o valor de revenda. A gente sempre olhou o Brasil como um país cheio de oportunidades e a gente sempre pensou também que poderia entregar algo a mais para esse consumidor, além de preço, qualidade, pós-venda, mas também tecnologia e uma marca confiável, que realmente se preocupa em comercializar e produzir aqui no país”, concluiu Bastos.