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Mercedes-AMG GLC 63 S chega ao Brasil

SUV cupê tem motorização híbrida de 680 cv e custa R$ 935 mil
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Vitor Matsubara

12 dez 2024

3 minutos de leitura

Design do GLC 63 tem elementos característicos dos modelos da AMG

A Mercedes-Benz confirmou o lançamento do AMG GLC 63 S no mercado brasileiro. O SUV-cupê desembarca por aqui em versão única de acabamento por salgados R$ 934.900.

A motorização híbrida do tipo plug-in combina o motor 2.0 turbo de 476 cv (sendo o propulsor de 2-litros e quatro cilindros mais potente do mundo) e 55,6 kgfm com um elétrico de 204 cv e 32,6 kgfm. A potência combinada é de 680 cv e o torque combinado é de 104 kgfm.

No design, o GLC 63 S é identificado por detalhes como a grade frontal com altas verticais e o para-choque esportivo característicos dos modelos da AMG.

Interior tem detalhes em fibra de carbono e revestimento em couro Nappa

A cabine tem bancos exclusivos revestidos de couro do tipo Nappa, que podem vir com o logotipo da AMG em relevo nos apoios de cabeça dianteiros. Pedaleiras esportivas, tapetes e soleiras das portas iluminadas completam o pacote de acessórios exclusivos.

Bancos esportivos podem ter logotipo da AMG nos encostos de cabeça

GLC 63 S roda até 12 km no modo elétrico

GLC 63 S será importado para cá apenas na carroceria SUV cupê

O SUV tem uma bateria de 6,1 kWh e 80 kW de potência contínua, que pode chegar aos 150 kW de potência máxima por 10 segundos.

O carregamento pode ser feito pelo sistema de recuperação de energia, em qualquer estação de recarga ou até em uma tomada doméstica. A autonomia no modo puramente elétrico é de 12 km.

Além do sistema elétrico de 400 volts, outra tecnologia vinda das pistas de Fórmula 1 é o turbocompressor elétrico de gases de escape.

Motor elétrico fica na parte de trás do GLC 63 S

Conjunto híbrido inclui motor 2.0 de 4 cilindros mais potente do mundo

O motor elétrico, inclusive, é instalado no eixo traseiro, onde é integrado com uma transmissão de duas velocidades e um diferencial traseiro de deslizamento limitado. A bateria de alto desempenho também fica na parte de trás do veículo, logo acima do eixo.

Segundo a Mercedes-Benz, a transmissão automatizada de duas marchas no eixo traseiro assegura uma distribuição melhor de torque para as partidas e potência contínua em altas velocidades. Um atuador elétrico engata a segunda marcha por volta de 140 km/h, correspondendo à velocidade máxima do motor elétrico a cerca de 13.500 rpm.

O sistema também se encarrega de distribuir a potência entre os eixos para aumentar a tração em determinadas situações.