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O que esperar do Volkswagen Tera

Autorama Podcast traz mais detalhes sobre o novo SUV, explica por que o Tiggo 7 virou plug-in e fala do Volvo elétrico que promete 700 km de autonomia
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Fernando Miragaya

12 mar 2025

2 minutos de leitura

No Carnaval não se falou de outra coisa: a despedida de Neguinho da Beija-Flor como intérprete da escola de samba de Nilópolis e o…. novo SUV da VW. Pois é, mas o que esperar desse Volkswagen Tera que ousou ser apresentado publicamente em plena folia?

Bem, pode-se dizer que o novo crossover compacto da marca alemã tem tudo para ser um divisor de águas. E, sim, podemos esperar muito do Volkswagen Tera, em termos de vendas, posicionamento e design.

No novo episódio do Autorama Podcast, eu e o jornalista Marlos Ney Vidal, do site Autos Segredos, debatemos justamente sobre as virtudes que podem fazer a diferença para o novato nessa categoria de SUVs de entrada. E por que apostamos tanto no carro.

Então, clica no player para saber o que esperar do Volkswagen Tera em vários e diferentes aspectos.

Esse Volvo vai longe

Tem também elétrico com alto alcance no novo episódio do Autorama. Falo do Volvo ES90. A marca sueca o chama de sedã, mas ele tem é pinta de SUV-cupê.

O mais interessante, contudo, está na autonomia. O EES90 promete rodar até 700 km com uma única carga das baterias.

No episódio eu explico como o modelo consegue ter esse alcance. E também como as baterias podem render mais 300 km com apenas 10 minutos na tomada.

Caoa Chery mexe nos Tiggos maiores

Tem também eletrificados e brasileiros no programa. É que a Caoa Chery renovou os híbridos Tiggo 7 e Tiggo 8. O SUV menor, inclusive, passou a ser plug-in tal qual o utilitário esportivo de 7 lugares.

Clica lá no episódio que eu conto as razões que levaram a marca sino-brasileira a adotar essas mudanças.

Saudações automotivas

Fernando Miragaya é jornalista especializado em automóveis, editor de soluções de conteúdo da Automotive Business e apresenta o Autorama Podcast desde 2018.

*Este texto traz a opinião do autor e não reflete, necessariamente, o posicionamento editorial de Automotive Business