
A Vibra registrou lucros robustos e históricos para um primeiro trimestre. Nos três meses iniciais de 2025, a companhia distribuidora obteve Ebitda (lucros antes dos juros, tributos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 2 bilhões.
Ao mesmo tempo, a Vibra também alcançou lucro líquido de R$ 1 bilhão no período. Segundo a empresa, os ganhos são resultado da estratégia de seu plano de otimização operacional.
No segmento de distribuição, rede de postos e B2B, o Ebitda da Vibra no trimestre foi de R$ 1,8 bilhão. O que significa alta de 28,5% em relação ao mesmo período de 2024.
Vibra mantém lucratividade por quase três anos
Com o resultado, a distribuidora teve o sétimo trimestre seguida com margens Ebitda superiores a R$ 140/m³. Para a Vibra, reflexo de eficiência na geração de lucro operacional, do controle sobre os custos e da crescente demanda por produtos e serviços.
No seu balanço, a Vibra ainda ressalta que, mesmo com a exclusão dos efeitos não recorrentes (como recuperações tributárias de R$ 394 milhões), a margem recorrente da companhia se manteve em R$ 164/m³. Ou seja: 4,3% superior em relação ao primeiro trimestre de 2024.
Já no segmento de energias renováveis, a Vibra também teve resultado positivo no primeiro trimestre. A receita líquida foi de R$ 1,2 bilhão. Nos últimos 12 meses, a dívida líquida ficou em R$ 20,5 bilhões e índice de 1,8x o Ebitda ajustado.
“Estamos transformando desafios de mercado em oportunidades através de uma gestão operacional precisa, que nos permite expandir margens mesmo em cenários voláteis”, afirma Ernesto Pousada, CEO da Vibra.