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Aston Martin vai demitir 5% dos funcionários

Com medida, fabricante de esportivos de luxo quer economizar R$ 180 milhões
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Redação AB

27 fev 2025

2 minutos de leitura

Aston Martin vai fazer corte no quadro de funcionários
Aston Martin aposta no sucesso do híbrido Valhalla

A Aston Martin vai cortar 5% do quadro global de funcionários, como forma de reduzir custos e viabilizar investimentos futuros.

“Após um período intenso de lançamentos de produtos, em conjunto com os desafios enfrentados pela companhia, nosso foco muda para a execução operacional e sustentabilidade financeira”, afirmou o CEO da Aston Martin, Adrian Hallmark.

A expectativa da Aston Martin com a redução no quadro de funcionários é de economizar aproximadamente 25 milhões de libras esterlinas (ou R$ 181,6 milhões, em conversão direta) com as demissões.

Carro elétrico da Aston Martin pode chegar só em 2030

A Aston Martin disse que, por ora, vai concentrar seus esforços no híbrido plug-in Valhalla.

Com isso, a estreia de seu primeiro superesportivo elétrico só deve acontecer na parte final desta década – ou seja, em algum momento até 2030.

Vale lembrar que a marca já havia adiado o lançamento do modelo para 2026 devido à queda na demanda por carros elétricos.

Marca vem investindo no lançamento de novos produtos

Nos últimos anos, a Aston Martin investiu pesado no lançamento de novos produtos. Assim surgiram modelos como o superesportivo Vantage e o SUV DBX 707.

Além disso, a fabricante está confiante no sucesso do Valhalla, cujas primeiras unidades serão entregues a partir do segundo semestre de 2025.

O carro é a aposta da Aston Martin para aumentar o lucro operacional e melhorar o fluxo de caixa da empresa no segundo semestre.

Dono da Aston Martin levou marca de volta à Fórmula 1

Atualmente, a Aston Martin é comandada por Lawrence Stroll, que adquiriu o controle parcial da empresa em 2020.

Além de mudar a estratégia da empresa, o bilionário canadense também viabilizou o retorno da marca como construtora na Fórmula 1, onde participa do campeonato desde 2021.

A empresa, que era patrocinadora da Red Bull desde 2018, já havia disputado a categoria como equipe em 1959 e 1960.