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Metrologia: precisão na medição para acompanhar revolução na indústria automotiva

Em edição do Radar Podcast oferecida pela Vtech, Vicente Massaroti, diretor técnico da empresa, fala dos desafios de qualidade do setor, de sustentabilidade e de como envolver toda a cadeia de fornecimento no tema
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Redação AB

26 jun 2025

2 minutos de leitura

Diante da crescente demanda por eficiência e sustentabilidade na indústria automotiva, a metrologia surge como peça fundamental para otimizar processos e reduzir desperdícios no setor. É esse o tema da conversa com Vicente Massaroti, diretor técnico da Vtech, empresa com 25 anos de experiência no Brasil e mais de 450 sistemas instalados.

Em episódio especial do Radar Podcast oferecido pela empresa, o executivo trata de como a tecnologia de medição sem contato é aliada para contornar tanto desafios tradicionais, quanto as novas questões da indústria automotiva. 

Segundo ele, as fabricantes de veículos têm adotado sistemas de metrologia integrados, o que agiliza inspeções, minimiza falhas e retrabalhos e, com isso, garante qualidade sem prejudicar a produtividade. “Qualidade não é inimiga da produção, mas sua aliada”, diz o executivo.

“Não há milagre: é preciso construir uma cultura de qualidade passo a passo”, afirma. Vicente entende que o setor automotivo precisa tratar a qualidade como parte do negócio, algo que vai desde as grandes montadoras até os fornecedores mais distantes da cadeia. 

Menos investimento e mais sustentabilidade

Em tempos de busca constante por redução da pegada de carbono da indústria automotiva, a metrologia é indicada pelo diretor da Vtech como aliada. Ele aponta que tecnologias de medição e precisão contribuem para eliminar desperdícios e reduzir as emissões de CO2. 

E, assegura que, ao contrário do que muitos pensam, o investimento em metrologia é mais acessível do que se imagina.

“O investimento é feito apenas uma vez, sem a necessidade de que a empresa faça um aporte em cada projeto”, diz.

“A metrologia não está confinada a laboratórios. Ela é flexível, acessível e essencial para quem quer produzir melhor, com menos erros e mais sustentabilidade”, conclui Vicente.