
O Projeto Formare e o setor automotivo qualificaram 444 jovens para o mercado de trabalho em 2025. A iniciativa da Fundação Iochpe tem como objetivo aproximar a indústria de jovens em situação de vulnerabilidade e oferecer a eles oportunidades no setor.
Ao longo do ano, 41 empresas realizaram o curso em suas unidades espalhadas por 50 municípios brasileiros, além de cidades no México e na Índia.
Do setor automotivo estão a Brose, Consórcio Modular, Cummins, Bosch, Eaton, Mahle, Marelli, Maxion Montich, Maxion Components, Maxion Wheels, Stellantis, Voith, Volkswagen Caminhões e Ônibus.
A iniciativa contribui diretamente para ampliar a entrada de jovens em vulnerabilidade no mercado de trabalho e para reduzir a falta de mão de obra qualificada no setor automotivo.
Cerca de 89% dos jovens talentos que concluem a qualificação conseguem uma oportunidade de emprego na própria empresa onde realizaram os estudos ou no mercado de trabalho, segundo uma pesquisa da Fundação Iochpe.
Como funciona o curso do Projeto Formare
O Projeto Formare tem no mínimo 900 horas de duração e desenvolve desde as habilidades socioemocionais, comportamentos no ambiente de trabalho até as competências técnicas necessárias para os jovens.
A grade curricular é totalmente adaptada às necessidades de cada empresa e as aulas acontecem dentro da companhia com professores que são colaboradores voluntários. Em 2025, participaram mais de 4.200 educadores voluntários das empresas.
Empresas investem na formação de jovens talentos
Entre as empresas automotivas, a Eaton foi a que mais formou pessoas no Projeto Formare, com 91 jovens das cidades paulistas de Mogi Mirim (SP), Porto Feliz, Valinhos, São José dos Campos (SP) e Caxias do Sul (RS).
A Maxion Wheels capacitou 89 alunos em Limeira (SP) e também em duas cidades no México e uma na Índia. Já a Stellantis qualificou 60 jovens em suas unidades de Porto Real (RJ) e Betim (MG).
“A parceria entre o segmento automotivo e o Projeto Formare é pautada por um engajamento contínuo na formação de jovens talentos. Entendemos que a qualificação profissional é a ferramenta mais eficaz para gerar inclusão produtiva real. O sucesso do programa evidencia a força de um modelo educacional que rompe barreiras para oferecer oportunidades a quem mais precisa”, explicou o presidente da Fundação Iochpe, Claudio Anjos.