
A Volkswagen deve iniciar a produção da nova Amarok, inclusive com motorização híbrida, em 2026.
A informação foi confirmada por Mario “Paco” Manrique, secretário adjunto do SMATA, entidade argentina que equivale ao sindicato dos metalúrgicos do Brasil.
O site “Motor1 Brasil” afirma que a revelação é mais uma confirmação da existência do “Projeto Patagônia”, nome pelo qual o projeto da nova picape é conhecido dentro da Volkswagen.
O próprio CEO da Volkswagen Argentina, Marcellus Puig, confirmou a informação pouco tempo depois. Ele disse que a fabricante venderia a atual Amarok por apenas mais “dois ou três anos”.
Nova Amarok deve ter base de parceira chinesa da Volkswagen
Este intervalo seria útil para a Volkswagen desenvolver um projeto com alguma de suas parceiras. E aparentemente a escolha recaiu sobre a SAIC, parceira de longa data da VW na China.
A colaboração entre as montadoras existe desde 1984, quando os alemães procuraram a SAIC para entrar no mercado chinês. Estabelecer uma parceria com alguma montadora local é uma das exigências do governo da China para que qualquer empresa estrangeira fabrique carros no país.
Portanto, a nova Volkswagen Amarok aproveitaria a estrutura da futura Maxus T90. A picape chinesa emprestaria a base para o projeto que contemplaria, inclusive, uma motorização híbrida.
Briga com Ford fez VW reestilizar Amarok de 2010
Assim, a Volkswagen encontra uma alternativa mais viável (e menos problemática) do que a adotada na atual geração da Amarok vendida na Europa e em outros mercados.
Neste caso, o veículo se baseia na Ford Ranger vendida em vários países, inclusive no Brasil.
Aqui, no entanto, a VW decidiu por uma solução menos custosa e reestilizou a veterana Amarok após desentendimentos com a Ford a respeito da produção do veículo na Argentina.
Foi por isso que a Amarok lançada em 2010 ganhou uma sobrevida antes da agora iminente chegada de sua próxima geração.