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Por que o Fiat Fastback híbrido vende tanto?

Autorama Podcast avalia a versão eletrificada do SUV-cupê, dá detalhes sobre o jipão elétrico da GWM e revela que os brasileiros preferem outra carroceria antes dos utilitários esportivos
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Fernando Miragaya

25 mar 2025

2 minutos de leitura

O Fiat Fastback híbrido chegou em 2024 como o primeiro carro produzido pela Stellantis por aqui com algum nível eletrificação. Essa eletrificação é um sistema híbrido leve trivial, que muita gente nem gosta de classificar como híbrido. Mas o mercado não fez diferenciações e abraçou a ideia.

Praticamente quatro em cada 10 Fiat Fastback vendidos no país atualmente já são desta versão híbrida. Pois bem, a bateria que alivia o motor de combustão mas não traciona as rodas faz tanta diferença assim no desempenho do SUV-cupê?

No novo episódio do Autorama Podcast, eu e o jornalista Renan Rodrigues, do site “Mobiauto”, falamos sobre as impressões ao dirigir o Fiat Fastback híbrido. Detalhamos como o sistema leve atua e como isso impacta o consumo do SUV – e suas vendas?

Jipão 4×4 na tomada

Híbrido para valer é o que promete a GWM com o Tank 300. Pelo menos na aparência do modelo que acaba de entrar em pré-venda no Brasil.

O SUV tem aquele jeito de utilitário raiz, a la Land Rover e Jeep Wrangler. Eu conto mais detalhes sobre ele lá no podcast.

SUVs não são os mais desejados

O Autorama fala de dois SUVs, o mercado só quer saber de SUVs, mas a carroceria mais desejada pelo público ainda é o… sedan. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa com pessoas que querem comprar um carro 0 km ou usado ainda esse ano.

Quer saber mais? Clica aqui e divirta-se.

Saudações automotivas.

Fernando Miragaya é jornalista especializado em automóveis, editor de soluções de conteúdo da Automotive Business e apresenta o Autorama Podcast desde 2018.

*Este texto traz a opinião do autor e não reflete, necessariamente, o posicionamento editorial de Automotive Business