
A Stellantis começou a produzir o novo Renegade híbrido leve flex no Brasil.
Embora a montadora não tenha confirmado o modelo em questão, Automotive Business pode dizer que o SUV compacto vai estrear o novo sistema elétrico de 48 volts no país.
A estreia, aí confirmada pela fabricante, acontecerá ainda no primeiro semestre de 2026.
Novo Renegade híbrido tem sistema elétrico em vez de alternador
A empresa diz que o novo modelo usa uma “máquina elétrica multifuncional”, que substitui alternador e motor de partida. Ela gera torque adicional para o motor térmico e gera energia elétrica para carregar a bateria de íon-lítio de 48 volts, cuja operação é paralela à do sistema elétrico convencional.
O sistema híbrido leve do Renegade é mais parrudo que os primeiros Bio-Hybrid da Stellantis. Nos Fiat Pulse e Fastback, além dos Peugeot 208 e 2008, as baterias auxiliares são de 12V, cada.
Herlander Zola, presidente da Stellantis para a América do Sul, celebrou o início da produção do novo veículo.
“Nosso planejamento estratégico para o Brasil e a América do Sul permanece em curso, com autonomia total para produzir localmente”.
SUV também terá mudanças no visual
O Renegade híbrido leve estreia com mudanças no design. Os faróis vão manter o formato redondo, mas terão desenho atualizado, assim como a grade frontal com sete fendas verticais. Atrás, as lanternas quadradas também serão repaginadas.
As mudanças por dentro serão mais profundas. Alguns veículos especializados divulgaram imagens que mostram o Renegade com o mesmo interior do Compass.
Compass, Commander e Toro também serão híbridos-leves
A Stellantis reiterou que quatro modelos terão a tecnologia Bio-Hybrid ainda em 2026. Além do Renegade, a Fiat Toro e os Jeep Compass e Commander ganharão a novidade.
Em comum, todos compartilham a plataforma Small Wide, são produzidos em Goiana (PE) e usam o motor 1.3 turbo flex de até 175 cv.
Para lançar os novos modelos eletrificados, a Stellantis iniciou a produção de novos chicotes em sua planta de componentes, em Jaboatão (PE), e aprimorou várias áreas da fábrica de Goiana, como funilaria, prensas e montagem.